O Teatro Guaíra lotou com mais de 2,5 mil pessoas para assistir o encerramento da fase erudita e antiga da 34ª Oficina de Música de Curitiba. Foto: Divulgação

Encerramento da fase erudita emociona em um Teatro Guaíra lotado

O Teatro Guaíra lotou com mais de 2,5 mil pessoas para assistir o encerramento da fase erudita e antiga da 34ª Oficina de Música de Curitiba. No Programa, Carmina Burana de Carl Orff, executada por um coro de 330 vozes, 90 instrumentistas em estágio avançado nos estudos musicais e 65 crianças, todos regidos pelo maestro e coordenador da fase erudita Cláudio Cruz.

A surpresa veio ao final do concerto com uma transição para a próxima fase da Oficina, a execução da obra  ‘Aquarela do Brasil’ acompanhada também por João Egashira, coordenador da fase de Música Popular Brasileira. A ideia é inédita explica João, “procuramos acabar com essa fronteira entre erudito e popular, fazer realmente essa uma oficina de música, unindo as forças. Lindo para iniciar essa nova fase”.

O concerto que emocionoi o público foi aplaudido também pelo Prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet. “Essa oficina está sendo um marco, está sendo excepcional pelo número de público, interação entre os músicos e nas apresentações”, afirmou Fruet O aluno de regência, Ricardo Appezzato, que já participa da Oficina há 17 anos também reforçou o crescimento, “cada vez que venho a oficina está mais completa, em todas as áreas vejo que melhorou. Proporcionou para os alunos experiências muito válidas!”, afirma.

Segundo Marino Jr. Galvão, presidente do ICAC, “terminar a fase erudita com um concerto dessa magnitude e culminar com a apoteose de ‘Aquarela do Brasil’ misturando coro e instrumentos eruditos com populares, foi extraordinário. Só desejamos manter esse nível de excelência que foi a fase erudita” conclui.