Procurando se acha uma gama variada de expressões que exprimem a necessidade de união entre as pessoas para a colimação de determinados objetivos em comum.

Isto é gigantesco quando se pensa na grande comunidade nacional composta por diferentes grupos de interesse nem sempre direcionados aos mesmos objetivos.

A desagregação nacional prejudica todas as partes, proporciona um enfraquecimento incomensurável, capaz de disputas internas e cobiça internacional, devido à fraqueza instaurada. Além disto, proporciona uma percepção, falsa ou verdadeira, de um descrédito internacional, combinada com uma política externa equivocada.

O mais interessante disto é quando surge um grupo que começa a provocar a divisão, nós e eles, colocando preto contra branco, norte-nordeste contra o sul-sudeste, LGBTI contra heterossexual, que em nada contribui com a harmonia intergrupos, usando a ideia maquiavélica de que “é preciso dividir para governar”.

A força de um governo não se mede somente pela propaganda oficial, muitas vezes enganosa, porém pelas realizações perceptíveis nos mais diversos campos do poder nacional, independentemente de ideologia político-partidária e com respaldo popular.

Ademais, a unificação nacional, deve ser fruto de uma vontade política impoluta, sem o toma lá dá cá, de uma vontade comum aos diferentes grupos de interesse, cristalizado nos objetivos nacionais.

A unidade nacional é importante na manutenção da integridade territorial, conquistada a duras penas pelos verdadeiros heróis do passado. Quando ela está enfraquecida surge rapidamente a ideia de fracionamento do território nacional defendida por várias bandeiras, empunhadas por aqueles que pensam diferente e desejam autonomia.

Muitas pessoas querem mudar o Brasil. O Brasil só vai mudar se cada brasileiro tomar a atitude correta, buscando valores como a verdade, a honestidade, o patriotismo, o caráter bem formado, o trabalho honesto, a dignidade, o combate ao crime organizado e à corrupção em todos os níveis.

Também é inegável que as Forças Armadas nacionais têm prestado uma grande ajuda tanto na segurança quanto no desenvolvimento do país, relevantes serviços no exterior, além de contribuir com a projeção nacional no concerto das nações. Não é patriótico continuar apequenando a nação e seu destino manifesto.

Isaac Carreiro Filho
Militar da Reserva Remunerada do Exército Brasileiro, especialista em Comunicações, Mestre em Ciências Militares, bacharel em Administração pela Universidade Federal de Santa Maria, extensão em Política e Estratégia pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, Curso Livre em Teologia pelo Instituto Teológico Quadrangular-Água Verde, membro do Centro de Estudos Brasileiros do Paraná, patriota da Liga da Defesa Nacional-Paraná, professor, colunista e palestrante.