Imagens da NASA provam que a Amazônia não está em chamas, mas a África está: é só observar a intensidade dos focos de calor.

De olho nos nossos minerais e na nossa biodiversidade, a cobiça internacional procura uma narrativa dizendo que a Amazônia está em chamas. “A preocupação dos estrangeiros com os índios e com a árvore é zero.” (Bolsonaro).

É justamente o Brasil que mais preserva as florestas do planeta. Curioso que países estrangeiros, que derrubaram as suas floretas e dizimaram os indígenas, agora dizem se preocupar com o índio brasileiro e com o meio ambiente.

Na Europa os nossos produtos, que são competitivos, estão sendo rejeitados. Onde está queimando é na França, cuja agricultura é protegida e subsidiada.

O Brasil não está queimando para aumentar a produção. As nossas áreas de cultivo permanecem as mesmas: a competitividade do nosso agronegócio é que está fazendo a diferença.

“Queimada é uma prática primitiva da agricultura, destinada principalmente à limpeza do terreno para o cultivo de plantações ou formação de pastos, com uso do fogo de forma controlada que, às vezes, pode descontrolar-se e causar incêndios em florestas, matas e terrenos grandes.” (Wikipédia).

“O período de maior propensão ao fogo que ocorre na Amazônia começa a partir do mês julho, com o início da estiagem na região. A dinâmica de queimadas faz parte do processo histórico de “limpar” as áreas de terra para atividades agropecuárias, o que é feito por meio dos desmatamentos da floresta.” (amazoniareal.com.br › amazonia-em-chamas-fumaca-d…).

“As queimadas são um dos problemas ainda presentes na agricultura brasileira. “Ao contrário do que preconizam os estudiosos e pessoas que, como Monteiro Lobato, abordaram a prática como um legado nocivo dos índios, as queimadas que estes realizaram ao longo de cerca de doze mil anos de sua presença nas atuais terras do Brasil mantiveram a natureza em equilíbrio – o que deixou de ocorrer, entretanto, com a incorporação da limpeza do terreno pelo fogo à cultura europeia introduzida a partir de 1500: a divisão da terra em propriedades, o cultivo monocultor etc., que dizimaram a flora nativa. As queimadas atingem diretamente os animais silvestres. […].” (Wikipédia).

Basta a regularização fundiária para atribuir responsabilidades e se editar medidas de contenção ao desmatamento, às queimadas e incentivar o reflorestamento, como da mata Atlântica para ver no que vai dar. […].

O que o governo está fazendo, além da preocupação com o meio ambiente, é proteger quem cuida das florestas.

Precisa-se promover o desenvolvimento sustentável da região Amazônica – um dos piores IDH do país – desde que seja incluído o amazônida, pessoa que nasceu ou vive na Amazônia.

Reflita: A cobiça internacional na região “Não é a favor do bem da Amazônia, é a favor dos bens da Amazônia.” (Enéas Carneiro).

Isaac Carreiro Filho
Tenente-Coronel do Exército Brasileiro, bacharel em Ciências Militares pela AMAN, bacharel em Administração pela UFSM, especialista em Comunicações pela EsCOM, Mestre em Operações Militares pela EsAO, extensão em Política e Estratégia pela ADESG, Análise e Desenvolvimento de SI Gerenciais pelo ISPG, Curso Livre em Teologia pelo ITQ Água Verde, patriota da LDN-PR, colunista e palestrante.