Amar-se é um ato transgressor: Se Ame!

Quando me amei de verdade, compreendi que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento preciso. E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome… CONFIANÇA.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia e meu sofrimento emocional não são, senão, sinais de que estou indo contra minhas próprias verdades. Hoje sei que isso é… AUTENTICIDADE.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de… MATURIDADE.

Quando eu comecei a me amar, entendi o quanto pode ofender alguém quando eu tento impor minha vontade sobre esta pessoa, mesmo sabendo que não é o momento certo e a pessoa não está preparada para isso, e que, muitas vezes, essa pessoa era eu mesmo. Hoje, sei que isto significa DESAPEGO e assim posso RESPEITAR de verdade.

Quando comecei a amar-me, tratei de me libertar de tudo o que não é saudável para mim, de alimentos, coisas, pessoas, situações e de tudo que me puxava para baixo e para longe de mim mesmo. No início, pensava ser egoísmo, mas hoje eu sei que se trata de AMOR PRÓPRIO.

Quando comecei a amar-me, parei de privar-me do meu tempo livre e parei de traçar inalcançáveis projetos para o futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… HONESTIDADE.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos. Assim descobri a… HUMILDADE.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora me mantenho no presente, que é onde tudo acontece, onde a vida acontece. Vivo um dia de cada vez. E isso se chama… CONSCIÊNCIA.

Quando comecei a amar-me, reconheci que meus pensamentos podem me fazer infeliz e doente. Quando eu precisei da minha força interior, minha mente encontrou um importante parceiro. Hoje eu chamo esta conexão de SABEDORIA DO CORAÇÃO.

Não preciso mais temer discussões, conflitos e problemas comigo mesmo e com os outros, pois até as estrelas se chocam às vezes e criam novos mundos. Hoje eu sei que isso é a VIDA!

Texto adaptado do poema ”Quando comecei a me amar”, atribuído a Charlie Chaplin.