O Brasil é um dos poucos países do mundo que ainda tem povos isolados, mesmo assim a mídia “bem-intencionada” insistiu, sem nenhuma prova, que está em curso no país incentivos ao genocídio dos índios, principalmente na Amazônia brasileira.

“Os índios estão morrendo porque estão defendendo a Amazônia.” (Greta “Pirralha”). Se isto não é fake News, preciso voltar a estudar.

Houve genocídio por ocasião das Entradas e Bandeiras, das guerras internas e externas, até mesmo entre as tribos, que sempre cultuaram o lado guerreiro. Também em remotas regiões onde há litígios com garimpeiros e outros grupos.

Em 2018 foi veiculado um boato na Internet que o Exército vinha sistematicamente matando a população indígena. A mesma rede divulgou, baseada em dados oficiais, que a população indígena brasileira mais que duplicara em dez anos.

A História Brasileira relata a atuação do Marechal Rondon, sertanista, patrono da Arma de Comunicações, que fundou o Serviço Nacional de Proteção ao Índio, atual FUNAI. Na missão de levar o telégrafo aos mais longínquos rincões da pátria, tinha como lema “Morrer se preciso for, matar nunca.” Louvável o Projeto Rondon, dando uma injeção de brasilidade aos universitários.

Corre rumores que está havendo uma representação da oposição política na Corte Internacional de Haia contra Bolsonaro, denunciando que o mesmo tem incitado o genocídio indígena.

Na Amazônia, quase 90% dos militares são indígenas. Para nosso orgulho, esta etnia está cada vez mais integrada às Forças Armadas, diferentemente do que ocorreu em outras partes do planeta. Conhecedor da selva, o soldado indígena é o combatente ideal naquele ambiente hostil. […]. “A comunidade indígena deseja ter acesso a todas as benesses do Sec. XXI.” (General Augusto Heleno).

Algumas tribos ainda condenam à morte crianças defeituosas e possuem costumes bem bizarros, em comparação com o restante do país. Os Ticuna, por exemplo, possuem o rito da Menina Moça, cujos cabelos da frente da cabeça são arrancados. A menina permanece na oca até os cabelos crescerem e cobrir o queixo, estando prontas para casar.

A despeito de respeitarem os laços culturais étnicos, os antropólogos acham tudo isto normal, agravado pela emissão de esdrúxulos laudos antropológicos, além da cobiça estrangeira na Amazônia, de olho nas riquezas naturais (biodiversidade, petróleo, água doce, minerais estratégicos). Até o Papa Francisco, argentino, está metendo o bedelho na Amazônia.

Para a pacificação da questão, urge que o índio seja integrado à comunidade nacional o mais breve possível. Ao invés de ficarmos preocupados com uma “pirralha gigante” devemos cuidar dos nossos “pequenos pirralhas”, índios ou não. Parabéns aos Índios e ao Exército Brasileiro pelo aniversário em 19 de fevereiro.

Isaac Carreiro Filho
Tenente-Coronel do Exército Brasileiro, bacharel em Ciências Militares pela AMAN, bacharel em Administração pela UFSM, especialista em Comunicações pela EsCOM, Mestre em Operações Militares pela EsAO, extensão em Política e Estratégia pela ADESG, Análise e Desenvolvimento de SI Gerenciais pelo ISPG, Curso Livre em Teologia pelo ITQ Água Verde, patriota da LDN-PR, colunista e palestrante.