Filmar ou tirar fotos de crianças, desde que autorizadas pelos responsáveis, e cantar o Hino nas escolas nada demais. Por inconformismos, o novel governo tem encontrado resistências. Conselho: Não se alimentar do fermento do ódio, da contenda.

Desta feita a polêmica gerada foi com a recomendação dada pelo ex-Ministro da Educação Ricardo Velez Rodrigues, que comunicou às professoras lerem aos alunos no início das aulas nas escolas e mandarem fotos ou vídeos dos alunos cantando o Hino. Depreende-se que estava apenas semeando o patriotismo.

“Brasileiros! Vamos saudar o Brasil dos novos tempos e celebrar a educação responsável e de qualidade a ser desenvolvida na nossa escola pelas professoras, em benefício de vocês, alunos, que constituem a nova geração.”

Pode-se dizer que o Brasil vive um novo momento, onde o brasileiro está reaprendendo a valorizar as pessoas de bem, as coisas que têm valor, as coisas sérias, que podem ajudá-lo a progredir na vida. Quem ainda não conseguiu captar isto vai ficar eternamente inconformado com as mudanças que já estão ocorrendo no país.

O Hino deveria ser cantado normalmente porque já é lei. O que se pretende é simplesmente o seu cumprimento. Cantar o Hino, que simboliza a pátria, deveria ser encarado com a maior naturalidade.

Normalmente os pais querem seus filhos cada vez mais inteligentes, que combatam o bom combate, que se deem bem na vida, que não venham a ser corruptos e infratores.

O problema é que a educação, apesar dos vultosos recursos destinados ao setor, foi distorcida por décadas e a percepção da mudança que está em curso não vai ser de uma hora para outra.

O povo quer futuro, almeja mudanças e precisa ser ouvido, conforme a expressão latina vox populi, vox dei (a voz do povo é a voz de Deus). O setor deve se empenhar de corpo e alma pelas melhores práticas educacionais para tirar o Brasil de posições vergonhosas que vem ocupando nos vários ranques internacionais.

Alguns dirão que existem outras prioridades como o esforço para oferecer uma educação de qualidade, material didático para todos, professores preparados e bem remunerados, o devido acompanhamento da vida escolar pelos responsáveis. Mas, tudo começa pela valorização do bem comum e o canto do Hino, símbolo nacional que é, faz parte do processo.

Apesar dos pesares, ainda há patriotas no Brasil, ou seja, ainda há quem zele pelo patriotismo brasileiro.

Titular do Coluna Patriota Isaac escreveu para o Jornal do Rebouças 160 textos no período de 2018 a 2021. Era Tenente-Coronel do Exército Brasileiro, bacharel em Ciências Militares pela AMAN, bacharel em Administração pela UFSM, especialista em Comunicações pela EsCOM, Mestre em Operações Militares pela EsAO, extensão em Política e Estratégia pela ADESG, Análise e Desenvolvimento de SI Gerenciais pelo ISPG, Curso Livre em Teologia pelo ITQ Água Verde, patriota da LDN-PR e palestrante. Faleceu aos 66 anos, vítima da Covid-19.