O Paraná Clube entrou em campo com um time bem alterado. Foram sete mudanças em relação ao jogo passado. Uma decisão tomada em conjunto devido à importância do compromisso da próxima quarta-feira (05), na largada da Copa do Brasil. Mesmo poupando vários jogadores, o Tricolor conseguiu se impor – principalmente no segundo tempo – e arrancou um empate (1×1) diante do Athletico, na Arena da Baixada.

E poderia ter sido melhor, caso a arbitragem marcasse uma penalidade máxima a favor do Paraná Clube. Mas, o jogo começou de forma preocupante para o Tricolor. Logo aos 3 minutos, após cobrança de escanteio, Lucas Halter pegou a sobra na marca penal e bateu forte para marcar 1×0 para o Athletico. Sem conseguir conectar os contragolpes, o Paraná não levava perigo à meta de Santos.

Aos 25 minutos, após jogada de Raphael Alemão, Thiago Alves recebeu na entrada da área e arriscou o chute. A bola desviou na zaga e foi pela linha de fundo. O goleiro Marcos, que fazia a sua estreia, mostrou então estar em ótima forma. Primeiro, defendeu o chute frontal de Erick, depois, em um cabeceio de Bissoli. Do outro lado, o Tricolor quase empatou. Gustavo Mosquito – com direito a “caneta” – driblou a marcação atleticana e bateu cruzado. Rodrigo Rodrigues não chegou a tempo para desviar para a rede.

No segundo tempo, o Paraná veio melhor ajustado na marcação e poucas chances deu ao rival. Com as trocas, o Tricolor – comandado por Lúcio Flávio, já que Allan Aal estava suspenso – melhorou e aos 29 minutos reclamou de pênalti. Michel, que acabara de entrar, foi empurrado por Márcio Azevedo na área. O árbitro Lucas Paulo Torezin nada marcou.

O empate surgiu aos 45 minutos. Raphael Alemão ajeitou para Marcelo, que bateu cruzado, no canto direito. Bola “na bochecha” da rede e festa da garotada tricolor: 1×1. “Fizemos um bom jogo, especialmente no segundo tempo. Foi importante o resultado – que poderia ter sido até melhor – para dar mais confiança a esse grupo. Poupamos alguns jogadores pensando na Copa do Brasil, mas sem nos descuidarmos do clássico”, analisou Lúcio Flávio, destacando a luta dos atletas paranistas.