Quando se trata de política brasileira, quem tem ouvidos ouça, quem tem olhos vejam.

A política brasileira é meio bardosa e deveria passar pelo crivo da opinião pública e à margem da politicagem.

Política é a arte ou ciência de governar a pólis, a cidade, estado ou nação.

Bardoso é o mesmo que baldoso, só que no interior se costuma colocar o “R” no lugar do “L” em algumas palavras e significa manhoso, mal-acostumado. (https://www.dicionarioinformal.com.br/significado/bardoso/6243/). A palavra bardoso significa para o Autor anônimo: manhoso, teimoso, renitente. (http://www.achando.info/significado/71004/bardoso.html).

Opinião pública é a expressão da participação popular na criação, controle, execução e crítica das diretrizes de uma sociedade. (Wikipédia).

Politicagem é um termo pejorativo que significa a política de interesses pessoais, de troca de favores, ou de realizações insignificantes; o conjunto dos políticos que se dedicam a essa espécie de política. (www.dicio.com.br). quem tem o objetivo satisfazer interesses pessoais, definida pela troca de favores […].

Cuidado quando alguém lhe disser frases e atitudes esquisitas vindas aparentemente do nada: “Mourão é a solução”, tentado desmerecer o presidente atual; “Vamos trocar de presidente”; “O medicamento não funciona”; “Fique em casa”.

Procure saber quem foi contra o “Marco do saneamento básico no país”, quem é a favor da “Lei das Fake News”, gerando incertezas sobre a liberdade de expressão;  quem faz reiteradamente o país patinar, gerando uma utopia à beira do colapso, sem apresentar um futuro alternativo; quem ao invés de apresentar soluções vive dizendo que o país tem um desgoverno; quem é contra a propriedade privada, a religiosidade e o patriotismo; favorecimento ao aborto, legalização das drogas, ideologia de gêneros, escolas com partidos; criação de crises falaciosas; desonestidade intelectual; insistência em um insano revisionismo histórico, procurando transformar bandidos em heróis; imprensa funerária e burocratas do alarmismo; insistência da existência de um gabinete do ódio. Inconformados com as eleições de 2018, continuam criando situações adversas.

Muita coisa depende da Câmara e do Senado, sendo uma grande luta a ser travada pelo país. Temos que reestruturar os estados e municípios brasileiros. […].

Devemos insistir numa agenda de reconstrução do país, mais do que nunca, devido também às consequências da pandemia do vírus chinês, pois o atual sistema de freios e contrapesos está doente e precisa de cura.

Cuidado, agora o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) liberou geral o ficha suja para concorrer a prefeito e vereador. Vamos escolher melhor nossos representantes.

Reflexão: “Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos pelo mesmo motivo…” (Eça de Queirós).

Isaac Carreiro Filho (em memória)
Titular do Coluna Patriota Isaac escreveu para o Jornal do Rebouças 160 textos no período de 2018 a 2021. Era Tenente-Coronel do Exército Brasileiro, bacharel em Ciências Militares pela AMAN, bacharel em Administração pela UFSM, especialista em Comunicações pela EsCOM, Mestre em Operações Militares pela EsAO, extensão em Política e Estratégia pela ADESG, Análise e Desenvolvimento de SI Gerenciais pelo ISPG, Curso Livre em Teologia pelo ITQ Água Verde, patriota da LDN-PR e palestrante. Faleceu aos 66 anos, vítima da Covid-19.