Pretende-se fazer algumas reflexões a respeito do “chinavírus”, sob a ótica local e global. Certamente que as relações internacionais não serão mais as mesmas.

Com a globalização, os países, independentemente de ideologias e regimes, têm procurado intensificar as relações comerciais a todo custo, sem se preocupar com o que se passa internamente […]. A China destrói igrejas, persegue cristãos e muçulmanos.

Os costumes exóticos chineses, com o consumo de morcegos e animais selvagens, aliado às péssimas condições sanitárias da população, tem provocado o surgimento de diversas doenças.
Em virtude de possuir um regime comunista, fechado à transparência das informações e dificuldade de aceitar os direitos humanos, como nos países democráticos, com o centralismo da comunicação, houve inicialmente falta de comunicação de que a China estava sob o ataque de uma nova epidemia […].

Sabe-se que, num primeiro momento, as informações sobre a doença foram abafadas pelo regime. Provavelmente para proteger a economia ou mesmo por considerar que poderia sanar a situação sozinha. Ficou clara a incapacidade do governo chinês de combater o vírus, antes de que ultrapassasse as suas fronteiras e virasse uma pandemia […].

Não é a primeira vez que surge um vírus na China, ficando tudo por isto mesmo, em nome das boas relações entre os países. Além da contaminação mundial de algo que não tinha vacina, com consequências imprevisíveis, na prática, o que está havendo é uma grande volatização dos mercados, com as bolsas caindo […].

Muita calma nesta hora: sugere-se que o mercado dê um tempo e mude as regras, pois não tem cabimento agora os chineses, os prováveis responsáveis pelo vírus, agora quererem comprar empresas e suas ações no mercado a preço de banana […].

A grande crise da saúde pública que vivemos hoje, foi devido à corrupção com falta de investimento no setor. Houve corrupção com o mensalão, o petrolão e a má gestão de recursos com desvios de dinheiro na construção dos estádios da copa, hospital no Líbano, metrô na Venezuela, Porto de Mariel em Cuba, perdão de dívidas africanas, e empréstimos do BNDES a juros baixos […]. Dinheiro que faltou para construir hospitais e creches para os brasileiros. Destruíram a saúde do País.

Não é o momento de pedir desculpas a ninguém. Oportunamente, o que se deve é exigir uma retratação da China e a devida indenização diante do desastre mundial provocado.
Em águas turvas, bocas poderes desqualificadas não param de fazer palanque eleitoral […]. Estão desrespeitando a Constituição Federal. É hora de união, estamos em guerra!
“Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você…” (Jean Paul Sartre). “Se forte e corajoso.” (Josué 1:9).

Isaac Carreiro Filho
Tenente-Coronel do Exército Brasileiro, bacharel em Ciências Militares pela AMAN, bacharel em Administração pela UFSM, especialista em Comunicações pela EsCOM, Mestre em Operações Militares pela EsAO, extensão em Política e Estratégia pela ADESG, Análise e Desenvolvimento de SI Gerenciais pelo ISPG, Curso Livre em Teologia pelo ITQ Água Verde, patriota da LDN-PR, colunista e palestrante.