O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes disse hoje (17) que decidirá até o início da semana que vem sobre os mandados de segurança que querem obrigar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, a dar um parecer sobre os pedidos de impeachment contra o presidente Michel Temer que estão no Congresso Nacional.
Moraes foi escolhido relator do mandado protocolado nesta quinta-feira pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), com pedido de liminar, no qual pede que o STF ordene a apreciação de um pedido de impeachment contra Temer feito pela entidade em maio. O pedido foi encaminhado à Câmara, mas não foi apreciado pela Casa.
O ministro recebeu o processo por prevenção, por ser relator de um outro mandado de segurança, impetrado pela Rede, cujos deputados também pediram o impeachment do presidente.
O partido de oposição quer que o Supremo obrigue o presidente da Câmara a se posicionar a respeito de todos os 25 pedidos de impeachment contra Temer que se encontram parados na Casa. Antes da sessão plenária do STF desta quinta-feira, Alexandre de Moraes afirmou que já recebeu as informações necessárias das partes interessadas, estando apto a decidir sobre o assunto já nos próximos
Dados divulgados hoje (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que a taxa composta de subutilização da força de trabalho caiu de 24,1% para 23,8%, do primeiro para o segundo trimestre do ano. O país ainda tinha, em junho, 26,3 milhões de trabalhadores subutilizados. No trimestre encerrado em março o contingente era de 26,5 milhões de pessoas.
Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) relativa ao segundo trimestre do ano. A taxa de subutilização engloba os desocupados, aqueles que trabalharam menos horas do que gostariam e os trabalhadores em potencial.
Na avaliação do coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, ao reduzir em apenas 200 mil trabalhadores, entre o primeiro e o segundo trimestres do ano, a taxa de desocupação fechou “indicando estabilidade” entre os dois períodos, uma vez que a retração foi de apenas 0,3 ponto percentual.
Segundo a Pnad, a maior taxa de subutilização no fechamento do segundo trimestre do ano foi verificada na Região Nordeste, onde a taxa de subutilização era de 34,9%. Já a menor foi registrada na Região Sul (14,7 %) . Por estado, o Piauí (38,6 %), a Bahia (37,9 %) e o Maranhão (37,7 %) foram as unidades da federação que apresentam as maiores taxas compostas de subutilização da força de trabalho.
Já as menores taxas foram observadas em Santa Catarina (10,7 %) , Mato Grosso (13,5 %) e Paraná (15,9 %) .
As taxas de desocupação dos grupos de pessoas que apresentaram patamar superior ao estimado para a taxa média total foram a dos trabalhadores com idade entre 14 a 17 anos (43 %) e de 18 a 24 anos (27,3 %).
Em complemento à regulamentação do transporte compartilhado em Curitiba, a Prefeitura estabeleceu o preço público que deverá ser pago pelas empresas que administram o serviço, como Uber e Cabify, chamadas de Administradoras de Tecnologia em Transporte Compartilhado (ATTCs).
Os valores serão cobrados por quilômetro rodado de cada viagem, decrescendo de acordo com a distância percorrida. As companhias pagarão R$ 0,08 (oito centavos) por quilômetro para trajetos entre 0 e 5 quilômetros; R$ 0,05 entre 5,01 e 10 quilômetros; e R$ 0,03 para os trajetos acima de 10 quilômetros.
Esses valores foram estabelecidos com base no impacto que a frota das empresas têm sobre a cidade e decorrem da “utilização intensiva e lucrativa da infraestrutura pública por agentes privados”.
A Resolução nº 03, publicada nesta quarta-feira (16/8) no Diário Oficial do Município, ainda destaca a necessidade de garantir “o mínimo de segurança e supervisão sobre motoristas, veículos e administradoras”.
As empresas precisarão compartilhar mensalmente os dados das viagens, resguardando a privacidade e confidencialidade dos usuários e seus trajetos individuais. Elas ainda precisam assegurar ao município auditoria do sistema dos dados relativos aos quilômetros rodados, sempre que solicitado pela administração municipal.
O descumprimento das exigências poderá resultar em advertência, suspensão ou descredenciamento – nos dois últimos casos, a validade poderá chegar a um ano.
As empresas que prestam o serviço devem ter matriz, filial ou escritório de representação em Curitiba. As que já estão em operação na cidade têm prazo de 30 dias, contados a partir de 16/8/17, para se cadastrar na Secretaria Municipal de Planejamento, Finanças e Orçamento. O credenciamento tem validade de um ano.
As empresas precisam manter o cadastro de veículos e motoristas, que devem apresentar, além de documentos básicos, certidão negativa de antecedentes criminais emitida pela Polícia Federal, Vara de Execuções Penais, Distribuidor Criminal da Justiça Estadual e Secretaria de Segurança Pública, além de seguro que cubra acidentes de passageiros, seguro obrigatório (DPVAT) e regularidade de licenciamento do veículo.
Emplacamento
A Prefeitura também publicou na quarta-feira o Decreto 1.495, estabelecendo o prazo de um ano para as empresas se adaptarem à exigência de emplacamento em Curitiba para os veículos que fazem transporte compartilhado na capital.
A regulamentação do serviço foi estabelecida pelo Decreto Municipal 1.302, publicado em 18 de julho de 2017.
O Coral Nosso Canto da Regional Matriz é um dos participantes do espetáculo de abertura do festival Cantoritiba, nesta sexta-feira (18), às 20h, no Canal da Música, nas Mercês. O grupo, formado por alunos do projeto Nosso Canto, cantará ao lado dos corais Univille e Projeto Broadway em tributo à banda The Beatles, com regência do maestro Martinho Lutero Klemann.
“Estamos trabalhando nesse projeto desde o início do ano, fizemos mais de 40 ensaios e, nas últimas semanas, temos ensaiado diariamente. O público terá um espetáculo bem diversificado, com um pouco de humor e até sapateado”, adiantou. Martinho é regente do Nosso Canto, que foi convidado pelo Cantoritiba para montar o espetáculo com o repertório da banda inglesa. “Vamos apresentar as canções mais conhecidas dos Beatles e algumas pouco divulgadas, mas que ficam muito interessantes com arranjo para grupo coral”, diz o regente.
O Festival Internacional de Corais de Curitiba, o Cantoritiba, está no calendário da cidade desde 2014, reunindo grupos de canto coral do Brasil e países da América Latina. Profissionais e amadores participam do festival que envolve mostra competitivas, não competitivas e palcos abertos.
O público é brindado com apresentações emocionantes, envolvendo um diversificado repertório, interpretado por corais com diferentes formações e estilos. A edição 2016 reuniu em 13 palcos 32 grupos, mais de 1200 coristas e um público superior a 13 mil pessoas.
Serviço: Coral Nosso Canto da Regional Matriz no Cantoritiba
Tributo à Banda The Beatles – Regência Martinho Lutero Klemann
Local: Canal da Música (Rua Júlio Perneta, 695, Mercês)
Ruas dos bairros Bacacheri e Jardim Social terão alterações de trânsito na manhã deste domingo (20/8). A partir das 7h será disputada a 3ª Etapa Smelj – 20 BIB. A corrida de rua deve reunir cerca de 8 mil atletas e terá largada e chegada na Rua México, ao lado do quartel.
A corrida é organizada pela Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude (Smelj) e será a 3.ª Etapa do Circuito de Corridas de Rua de Curitiba de 2017. Serão disputadas provas de 5 km e 10 km. A largada e chegada serão na Rua México, ao lado do quartel.
Por conta da prova, na manhã de domingo haverá bloqueios e desvios de trânsito para os atletas correrem. Agentes da Setran e fiscais de trânsito vão organizar o fluxo de veículos ao longo da prova.
A orientação aos motoristas é que evitem a região durante a manhã de domingo, pois o trânsito deve ficar lento. A previsão é que a prova termine por volta das 9h.
O percurso irá passar pelas ruas México, Avenida Prefeito Erasto Gaertner, Avenida Francisco M. Albizu, Vereador Antônio Domakoski, Maria Beatriz Rotta, Professor Raul Pinheiro Machado, Paulo Ildefonso Assumpção, Lange de Morretes, Doutor Theodorico Bittencourt, Avenida Presidente Washington Luiz, Manoel Correia de Freitas, Aristides Athayde, México, Nicarágua, Estados Unidos, Coronel Romão Rodrigues de Oliveira e João Vítola.
Infiltrações, trincas e vazamentos são falhas comuns encontradas na maioria dos imóveis do Programa Minha Casa, Minha Vida ainda dentro do prazo de garantia, segundo relatório divulgado hoje (16) pelo Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU). Do total de 1,4 mil unidades avaliadas pelo órgão, 56,4% dos imóveis apresentaram defeitos na construção.
Segundo a CGU, os imóveis apresentam ainda falta de prumo, que é verticalidade de paredes e colunas, e de esquadros – se os planos medidos estão com ângulo reto. Quanto à área externa, menos de 20% dos moradores informaram situações de alagamento, iluminação deficiente e falta de pavimentação.
O relatório aponta, no entanto, que apesar dos problemas apontados, a satisfação dos beneficiários entrevistados em relação aos imóveis se mostrou positiva: o nível foi considerado “Alto” em 33,1% dos casos e “Médio” em 47,2%. De acordo com o Ministério da Transparência, o resultado pode estar relacionado ao fato de a Caixa e as construtoras terem oferecido assistência e reparos às deteriorações dentro do prazo de garantia, que dependendo do item construtivo, pode ser de até cinco anos, conforme estabelecido no Código Civil.
O relatório consolida dados de 77 empreendimentos ou contratos celebrados entre a Caixa e as construtoras, distribuídos em doze estados (Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe), com cerca de 30 contratos individuais de compradores para cada empreendimento visitado.
Os trabalhos de campo foram feitos em 2015, com a análise de 2.166 contratos e 1.472 unidades habitacionais de beneficiários que foram contemplados, responderam à pesquisa de satisfação e nas fiscalizações da CGU.
Déficit habitacional
Além de apontar problemas na construção, a CGU verificou que o número de unidades habitacionais entregues não resultou em redução efetiva do déficit habitacional, mas contribuiu para conter seu avanço.
Também foi observado que a estratégia adotada no planejamento das alocações de recursos entre as regiões sofreu desfiguração ao longo da implementação do programa, o que gerou resultados positivos em alguns estados e insatisfatórios em outros, de acordo com as metas estipuladas.
Com base nos resultados, a CGU recomendou ao Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e ao Ministério das Cidades elaborar estudo para identificar as causas da reduzida demanda de alocação de recursos do Fundo nas localidades que, embora tenham déficit habitacional significativo, registraram baixa execução.
No ano passado, foram gastos R$ 6,9 bilhões com o Programa Minha Casa, Minha Vida Tomaz Silva/Agência Brasil
Outra recomendação ao Ministério das Cidades foi a criação de painéis indicadores que permitam observar e avaliar, periodicamente, por unidade da federação e por tipo de programa, no mínimo, os seguintes aspectos: construtoras com maior número de problemas; tipos de defeitos comuns nas unidades habitacionais; principais situações causadoras de atrasos nas obras; e localidades com maior número de falhas.
A Caixa foi orientada a avaliar os procedimentos de conformidade ambiental implementados pelas instituições financeiras habilitadas. Também foi orientado aos agentes responsáveis pelas operações de financiamento verificar o extrato de conta vinculada do FGTS e o comprovante apresentado no momento do enquadramento do benefício, de forma a validar a renda familiar.
Ministério das Cidades
Em nota, o Ministério das Cidades informoa que os dados apresentados foram colhidos em 2015, “antes das mudanças de regras apresentadas pela atual gestão, anunciadas no primeiro semestre deste ano”.
Dentre as principais alterações feitas no programa pela atual gestão, estão: empreendimentos menores com até 500 residências, ruas entre os edifícios, paisagismo, acessibilidade, critérios como proximidade de escolas, bancos e postos de correios, infraestrutura urbana básica e atendimento a municípios com menos de 50 mil habitantes.
Como critério de seleção e enquadramento, é solicitado que os novos projetos já contemplem infraestrutura prévia de água encanada, iluminação viária, rede de esgoto e pavimentação.
“O objetivo das alterações do Programa Minha Casa, Minha Vida é solucionar pontualmente os gargalos no que se refere à qualidade dos empreendimentos entregues, ao atendimento prioritário de pessoas que vivem em áreas de risco, idosos, famílias chefiadas por mulheres, pessoas com deficiência e famílias com bebês vitimas de microcefalia”, diz a nota.
A pasta diz que tem envidado esforços para que os agentes financeiros, responsáveis pelo acompanhamento direto das obras, possam reduzir significativamente os problemas apontados em busca de garantir mais qualidade de vida e habitabilidade. Para as novas contratações, o ministério diz que tem sido rigoroso no padrão, no modelo e no desenho de seleção. “Importante lembrar que as mudanças realizadas neste ano terão efeito apenas para os empreendimentos selecionados dentro do novo escopo do programa e, portanto, só serão sentidas em futuras entregas”, acrescenta a nota.
No período de 2009 a 2014, houve financiamento de R$ 225,5 bilhões para a construção/aquisição de quase 3 milhões de unidades habitacionais. De acordo com a agência de checagem Lupa, dados obtidos pela Lei de Acesso à Informação mostram que, em 2015, foram gastos com o Programa Minha Casa, Minha Vida R$ 16,5 bilhões. No ano passado, houve uma queda e foram gastos R$ 6,9 bilhões.
Projeto de lei que concede prioridade aos professores para o recebimento da restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) foi aprovado hoje (16) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, em caráter conclusivo. Como o texto já foi aprovado pelo Senado, ele seguirá para sanção presidencial, a não ser que seja apresentado recurso para que ele seja apreciado pelo plenário da Câmara.
Estava apensado ao projeto que concede prioridade aos professores, um outro texto que propunha prioridade na restituição do IRPF também para os contribuintes com mais de 65 anos, que tenham rendimentos tributáveis igual ou inferior a R$ 30 mil. Mas o relator, deputado Patrus Ananias (PT-MG), rejeitou a proposta.
Pela legislação atual, conforme prevê o Estatuto do Idoso, pessoas com 60 anos ou mais já têm prioridade para o recebimento da restituição do Imposto de Renda. Se o projeto aprovado hoje pela CCJ for sancionado e virar lei, os contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério terão prioridade no recebimento da restituição logo após as pessoas com mais de 60 anos.
Os setores de comércio e serviços já dão sinais de retomada no Paraná e de que começam a deixar a crise econômica para trás. As empresas de serviços aumentaram seus negócios em 3,5% no primeiro semestre na comparação com mesmo período do ano passado. Foi o segundo melhor resultado do País, atrás apenas do Mato Grosso (3,9%). Em junho, na comparação com o mesmo mês do ano passado, o avanço foi de 7%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada nesta quarta-feira (16) pelo IBGE
O comércio do Paraná, por sua vez, aumentou as vendas em 2,1% nos primeiros seis meses na comparação com o mesmo período do ano passado. Em junho, em relação ao mesmo mês de 2016, houve aumento de 4,4%, de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (IBGE), divulgada na terça-feira (15).
Nos dois setores o desempenho no Paraná foi bem superior ao do Brasil, que teve queda de 4,1% no setor de serviços e de 0,1% no comércio no primeiro semestre.
A combinação da melhora do mercado de trabalho, com a redução das taxas de juros e a liberação do dinheiro das contas inativas do FGTS ajuda a explicar a melhora dos indicadores do comércio e dos serviços. “Mas acredito que, dentre esses três fatores, é a renda do trabalho que está fazendo a diferença no Paraná”, diz Julio Suzuki Júnior, diretor-presidente do Ipardes (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social.
Ele ressalta que a melhora no mercado de trabalho impulsiona a renda e o consumo, e ajuda a movimentar as vendas do comércio e dos serviços. Depois de patinar no ano passado, o mercado de trabalho no Estado vem em franca recuperação. De janeiro a julho, o Estado criou 24 mil empregos formais, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). As vagas foram abertas principalmente na indústria e dos serviços.
MELHORA NA ECONOMIA – Suzuki Júnior lembra que os setores de comércio e serviços são conhecidos por serem os últimos a entrar em recessão e também por serem os últimos a sair dela. “Por isso, essa melhora consistente dos números no Estado é tão importante. É um indicativo de que o pior da crise já passou e que esses dois setores devem impulsionar o crescimento da economia paranaense no semestre”, afirma ele. Juntos, comércio e serviços respondem por 65% do Produto Interno Bruto (PIB).
SETORES – De acordo com Suzuki Júnior, a demanda doméstica vem reagindo, o que ajuda a explicar, por exemplo, o crescimento nos serviços prestados às famílias, que cresceram 10,7% no primeiro semestre.
Impulsionados pela boa safra agrícola, serviços de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correios tiveram alta de 11,4% no semestre na comparação com mesmo período do ano passado.
Serviços profissionais, administrativos e complementares – como contadores, advogados e arquitetos, dentre outros – tiveram avanço de 4%. As atividades prestadoras de informação e comunicação tiveram queda de 4%. “Nesse caso, o desempenho é influenciado pelos cortes nos orçamentos das famílias com a crise, que cancelaram ou reduziram pacotes de serviços como conexão de internet, telefone e de canais de TV”, diz Suzuki Júnior.
No comércio, os destaques no semestre foram a alta de 16,6% na venda de combustíveis e lubrificantes; de 1,2% das vendas em hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas; e de 17,7% na venda de equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação.
A Polícia Militar do Paraná divulgou nesta quarta-feira (16) o edital para os interessados em ingressar no Curso de Formação de Oficiais (CFO) da Polícia Militar do Paraná. As inscrições poderão ser feitas até as 23h do dia 14 de setembro pelo Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Estão sendo ofertadas 10 vagas para a Polícia Militar.
Para participar do concurso, os candidatos devem ler atentamente o edital e obedecerem aos pré-requisitos básicos. A inscrição deve ser feita pela Internet (www.nc.ufpr.br), mediante o preenchimento do formulário de inscrição, e só será consolidada após o pagamento da taxa de inscrição ou após a homologação da isenção dessa taxa.
A SELEÇÃO – O processo seletivo será regulado pela UFPR e consistirá de provas que avaliam, além do domínio dos conteúdos das disciplinas do ensino médio, as capacidades de articular ideias com clareza, de relacionar e interpretar fatos e dados e de raciocinar de maneira lógica.
Depois, os candidatos serão submetidos às Provas de Habilidades Específicas (PHE) no âmbito da PMPR e reguladas por edital. As PHE, de caráter eliminatório, serão compostas pelas seguintes fases: Investigação Social (IS), Avaliação Psicológica (AP), Exame da Capacidade Física (ECAFI) e Exame de Sanidade Física (ESAFI).
CFO – O curso de Formação de Oficiais (CFO) é disponibilizado todos os anos pela UFPR. As disciplinas fundamentais estão ligadas diretamente à vida militar, buscando adaptar os cadetes para o melhor cumprimento da sua atividade como policial militar e bombeiro militar. São diversos segmentos do direito, uso correto de armas de fogo, psicologia, estatística, educação física, direitos humanos e policiamento comunitário, além de técnicas de salvamento e prevenção de incêndios, entre outras.
Desde o início os alunos fazem estágios administrativos nos quartéis e, ao fim do curso, nas ruas. No último ano de formação, os cadetes fazem estágios operacionais supervisionados, nos diversos batalhões do estado e atividades da corporação. O salário do cadete do 1º ano do curso é de R$ 3.213,61.
SERVIÇO:
Inscrições para o Curso de Formação de Oficiais
Data: de 16/08 até 23 horas de 14/09
Acesse aqui o edital do Concurso: portal.nc.ufpr.br/PortalNC/Home
Na data em que se comemora o Dia Nacional do Patrimônio Cultural, 17 de agosto, a diretoria de Patrimônio Cultural da Fundação Cultural de Curitiba lança novos roteiros de visitas mediadas ao Centro de Curitiba. Além dos dois já tradicionalmente realizados pela equipe de Ação Educativa da FCC, um com foco no Solar do Barão e outro no conjunto arquitetônico do setor histórico, serão oferecidos mais três roteiros temáticos: Painéis de Poty Lazzarotto, Construção da Identidade Paranaense e Diversidade Religiosa.
As mediações são gratuitas e acontecem de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h, no Setor Histórico da Cidade, por meio de agendamento pelo telefone (41) 3321-3275 ou pelo e-mail educativasetorhistorico@fcc.curitiba.pr.gov.br.
A cada agendamento, a equipe de mediação estuda e planeja a melhor maneira de trabalhar segundo as demandas de cada grupo. “O setor histórico de Curitiba oferece inúmeras possibilidades de aprendizagem a partir de elementos históricos, patrimoniais e artísticos”, diz a coordenadora de Ação Educativa da FCC, Hamilca Cassiana Silva.
Os roteiros
Painéis de Poty Lazzarotto leva o espectador a conhecer cinco obras do artista: os painéis 1º Centenário de Emancipação Política do Paraná (na Praça 19 de Dezembro), O Teatro do Mundo (na fachada do Teatro Guaíra), Imagens da Cidade e A Feira do Largo da Ordem (ambos na travessa Nestor de Castro) e Tropeiro (no Largo da Ordem).
De acordo com Hamilca Cassiana, ao longo da mediação a proposta é avaliar a importância dessas obras para a cidade, fornecer informações e estimular a reflexão. São abordados aspectos sobre o que cada obra objetivamente exibe, quais as reações que elas são capazes de suscitar, as técnicas utilizadas, os contextos sociais e históricos a que estão vinculadas e as possibilidades de leitura de suas imagens, signos e símbolos.
O roteiro Diversidade Religiosa passa pela Árvore Gameleira (Praça Tiradentes), Catedral de Curitiba, Igreja da Ordem, Museu de Arte Sacra, Igreja Presbiteriana Independente, Igreja do Rosário, Templo Hare Krishna, Igreja Luterana, Ruínas de São Francisco e Mesquita. Nesse roteiro, os visitantes recebem informações sobre a origem do local, questões históricas, religiosas e aspectos relacionados à arquitetura.
Os símbolos e elementos relacionados à construção da identidade paranaense são tema de outro roteiro que inclui a Praça 19 de Dezembro, Museu Alfredo Andersen, Memorial de Curitiba, Painel de Poty Lazzarotto na travessa Nestor de Castro e Casa João Turin. A mediação contempla símbolos e aspectos relacionados à formação do estado, pelo seu viés artístico, cultural e político.
Os roteiros duram de 1h30 a 2h30, podendo ser adaptados para grupos de crianças. Além da equipe que atua no centro de Curitiba, a Coordenação de Ação Educativa mantém mediadores no Museu Municipal de Arte, no bairro Portão.
Confira os roteiros disponíveis:
Setor Histórico (Memorial de Curitiba, Bebedouro, Casa Romário Martins, Igreja da Ordem, Casa Hoffmann, Igreja do Rosário, Fonte da Memória, Palacete Wolff, Relógio das Flores e Sociedade Garibaldi).
Público alvo: crianças a partir de 4 anos (roteiro adaptado) e adultos (roteiro completo).
Número de visitantes: grupo de no máximo 30 crianças, tendo um responsável para cada dez crianças. Grupo de adultos a combinar com o responsável no momento do agendamento.
Duração: entre 1h a 2h30, dependendo do grupo atendido.
Solar do Barão (Museu da Fotografia, Museu da Gravura, Setor de Ação Educativa e Gibiteca).
Público alvo: a partir de 4 anos
Número de visitantes: grupo de no máximo 35 pessoas.
Duração: entre 1h a 1h30, dependendo do grupo atendido.
Construção da Identidade Paranaense (Praça 19 de Dezembro, Museu Alfredo Andersen, Memorial de Curitiba, Painel do Poty Nestor de Castro e Casa João Turin).
Público alvo: adultos.
Número de visitantes: grupo de no máximo 30.
Duração: Entre 1h30 a 2h.
Painéis de Poty Lazzarotto (1º Centenário de Emancipação Política do Paraná, Imagens da Cidade, A Feira do Largo da Ordem, Tropeiro e O Teatro no Mundo).
Público alvo: crianças a partir de 10 anos (roteiro adaptado) e adultos (roteiro completo).
Número de visitantes: grupo de no máximo 30 crianças, tendo um responsável para cada 10 crianças. Grupo de adultos a combinar com o responsável no momento do agendamento.
Duração: entre 1h30 a 2h30, dependendo do grupo atendido.
Diversidade Religiosa (Árvore Gameleira, Catedral, Igreja da Ordem, MASac, Igreja Presbiteriana Independente, Igreja do Rosário, Templo Hare Krishna, Igreja Luterana, Ruínas e Mesquita).
Público alvo: crianças a partir de 10 anos (roteiro adaptado) e adultos (roteiro completo).
Número de visitantes: grupo de no máximo 30 crianças, tendo um responsável para cada 10 crianças. Grupo de adultos a combinar com o responsável no momento do agendamento.
Duração: entre 1h a 1h30, dependendo do grupo atendido.
Museu Municipal de Arte (MuMA) – As mediações abordam grande variedade de discussões em arte e outras áreas, além da apresentação histórica do MuMA e do Portão Cultural, abordando suas relações com a cidade de Curitiba. A mediação conta com obras fixas que ocupam o espaço do patrimônio, incluindo painéis dos renomados artistas Franco Giglio, Poty Lazzarotto e Tomie Ohtake, bem como exposições itinerantes em três diferentes salas expositivas: Sala 1, Célia Neves Lazzarotto e Domício Pedroso. A visita também contempla o Centro de Arte Digital.
Veja o vídeo com a visitada guiada aos painéis de Poty Lazzaroto