Armazéns da Família vendem repelentes para combater o Aedes aegypti

Os Armazéns da Família estão comercializando repelentes, em apoio ao esforço da Prefeitura para combater o mosquito Aedes aegypti. A aquisição do produto para as 32 unidades do programa garantirá aos usuários cadastrados uma economia de aproximadamente 27% em relação aos preços praticados no varejo convencional. São 1,8 mil unidades de repelentes oferecidas nas lojas da rede no primeiro lote, e mais 4,8 mil unidades do segundo lote que foram adquiridos para abastecer as gôndolas.

Com a medida, os repelentes passam a fazer parte da pauta habitual de produtos nos armazéns. A lista é composta de 219 itens, sendo 188 de gêneros alimentícios -14 da agricultura familiar – e 31 de higiene e limpeza. A definição dos produtos tem como base técnica a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) realizada pelo IBGE, a qual oferece informações sobre a condição socioeconômica da população, especialmente em situação de risco social.

O diretor dos Armazéns da Família, Marcelo Zanchi, da Secretaria Municipal do Abastecimento, explica que a pesquisa fornece subsídios para que a equipe técnica possa estabelecer a pauta mínima para a subsistência familiar, orientando sobre a necessidade de inclusão ou exclusão de produtos. “A inclusão de novos produtos é definida de acordo com as necessidades apresentadas pela população ou por necessidades extraordinárias, a exemplo do repelente. A oferta do produto se deve ao alastramento da dengue e de outras doenças relacionadas ao mosquito, determinando que os Armazéns devem oferecer a oportunidade de acesso aos usuários com preço mais atrativo”, diz.

Dietas especiais

Outros 21 produtos usados em dietas especiais são comercializados em dez unidades da rede, separados em gôndolas especiais. Divididos em quatro categorias – celíacos, diabéticos, intolerância a lactose, lactentes e crianças de primeira infância -, esses produtos passaram a fazer parte da pauta habitual a pedidos de usuários da rede. A opção de colocá-los em apenas dez unidades se deu por questões logísticas, considerando que os itens especiais não podem ser transportados junto com os demais alimentos por risco de contaminação.

O programa conta com aproximadamente 207 mil famílias cadastradas em Curitiba e cerca de 45,9 mil em oito unidades da região metropolitana. Atualmente são comercializadas em média 90 mil toneladas de produtos ao mês, com preços que podem oferecer uma economia superior a 30% em relação ao varejo convencional.