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quinta-feira, 30 abril 2026
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Aprenda a construir um robô no Vale do Pinhão

Uma das palestras mais aguardadas no Engenho da Inovação, núcleo do Vale do Pinhão, no Rebouças, será nesta quarta-feira (4/10) às 16h. O tema é Cultura Maker – Faça Você Mesmo, mas com foco em robótica, automação e códigos de programação de forma simples, com sistemas e equipamentos baratos, que podem ser configurados em casa até pelos leigos.

Os especialistas Marcos Koslinski e Tiago Freire irão explicar o sistema Arduíno e linguagens de programação para desenvolvimento de aplicativos integrados aos projetos. O Arduíno foi criado em 2005 na Itália com o objetivo de elaborar um sistema de placa única, de fácil montagem e configuração e hoje é uma das plataformas mais difundidas no mundo. “Vamos apresentar desde os ensinamentos básicos de Arduíno e programação, até soluções para a indústria 4.0 e desenvolvimento de aplicativos de apoio integrados com os códigos de programação do Facebook”, explica Marcos.

A popularização do sistema Arduíno fez com que o valor dos equipamentos caísse drasticamente nos últimos anos, sendo possível montar um pequeno robô com diversas funções por menos de R$ 100,00. Além disso, estão disponíveis diversos sensores, placas de conexão, adaptadores, cabos, luzes, garras, rodas, braços e outras peças que podem ser incorporadas aos projetos. A configuração das funções que o robô, ou outra solução, vai desenvolver também segue uma lógica simplificada, o que facilita o desenvolvimento de projetos e aplicativos.

O evento é promovido pelo Vale do Pinhão e a Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação com o apoio da Prefeitura, Hidrobytes e Fundação Cultural de Curitiba.

 

Serviço: palestra sobre Cultura Maker – Faça Você Mesmo

Data: quarta-feira (4/10), às 16h

Local: Engenho da Inovação (Rua Engenheiros Rebouças, 1732, 2º andar)

Ingressos: um quilo de alimento não perecível (exceto sal), inscrições AQUI

O evento será transmitido ao vivo pelo Facebook do Vale do Pinhão https://www.facebook.com/valedopinhaoprefeitura/

Começam as obras para reabertura do Restaurante Popular do Capanema

As primeiras paredes internas já foram erguidas e começam a dar forma ao novo Restaurante Popular do Viaduto do Capanema. Nos próximos 60 dias, operários do consórcio ETM, responsável pelo renascimento do espaço criado por Rafael Greca na primeira gestão como prefeito, farão as obras estruturais e de acabamento do local, que terá praça de alimentação, espaço de recebimento e manipulação das refeições, área de higienização de utensílios, banheiros, vestiários e salas de apoio.

A reabertura do restaurante localizado sob o viaduto do Capanema, próximo à Rodoferroviária, terá R$ 1,3 milhão em investimento e é uma medida compensatória socioambiental de um empreendimento do consórcio na cidade. O diretor da empresa ETM, Leandro Carlos Ribas, prevê que até o começo de dezembro a obra deverá estar concluída para que a Prefeitura possa iniciar a colocação dos equipamentos para servir refeições (que não serão preparadas no local), bem como das mesas e cadeiras da praça de alimentação. “As empresas que integram o consórcio estão honradas em participar deste projeto, que resgata para a cidade um espaço tão importante para a população, em especial, para as pessoas em situação de risco social”, salienta o executivo.

As obras de construção do novo local tiveram início exatamente cinco dias após o prefeito Rafael Greca ter autorizado os trabalhos, em 6 de setembro.  “A região do Capanema vai voltar a ter um restaurante popular. O lugar onde se armava uma triste cracolândia, com um acampamento de abandonados, foi removido, e agora a empresa ETM vai colocar aqui, de novo, o sonho de Margarita e meu, o Restaurante Popular do Capanema”, disse, na época, o prefeito.

O novo restaurante terá capacidade para servir 500 refeições por dia. Para atender às normas da Vigilância Sanitária, os alimentos chegarão ao local prontos para serem servidos. Não haverá cozinha, mas uma área para recebimento das refeições e inspeção pelas nutricionistas da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Smab), que também será responsável pelo espaço.

De acordo com o secretário municipal de Agricultura e Abastecimento, Luiz Gusi, o padrão da alimentação no local será o mesmo da rede de restaurantes populares de Curitiba, com pratos balanceados e de qualidade – tudo sob a coordenação de nutricionistas. “O Restaurante Popular do Capanema retorna para atender a uma solicitação da população do entorno e, ao mesmo tempo, garantir o direito ao acesso universal à alimentação”, disse Gusi.

Atualmente, a Smab é responsável por quatro unidades da Prefeitura – Matriz, Sítio Cercado, CIC/Fazendinha e Pinheirinho.

Desenho

O espaço foi desenhado para ser eficiente e oferecer conforto à população no momento das refeições, como afirma o arquiteto Mauro Magnabosco, do setor de Projetos Especiais do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) e responsável pelo projeto.

A praça de alimentação (com mesas e cadeiras retráteis) e os banheiros terão áreas de circulação independentes do setor onde será manipulada a comida. O fluxo de entrada e saída das pessoas foi pensado de forma a possibilitar que o restaurante funcione dentro de uma lógica na qual seja possível que cidadão tenha acesso aos lavatórios na chegada, siga ao buffet para fazer a escolha do alimento, acesse as mesas e, na saída, deposite o prato para que seja higienizado e devolvido limpo ao próximo cliente.

Pioneirismo

Inaugurado em novembro de 1993, na primeira gestão de Rafael Greca como prefeito, o Restaurante Popular do Viaduto do Capanema conquistou o Brasil pela proposta pioneira de oferecer refeições de qualidade, na época a R$ 1. A construção foi fechada no começo de 2000. De lá para cá, o imóvel estava sendo usado como abrigo por pessoas em situação de risco social e usuários de drogas.

Os quatro restaurantes populares atuais da Prefeitura têm como missão garantir uma alimentação saudável a preços mais baixos. As unidades são frequentadas diariamente por 4,2 mil pessoas, que têm acesso a um cardápio balanceado, a R$ 2, incluindo sobremesa.

Todos os dias o cardápio muda, mas é o mesmo nos quatro restaurantes. Os locais ficam abertos para almoço de segunda à sexta-feira, das 11h às 14h, e são fornecidas 1,8 mil refeições por dia na unidade da Matriz e 800 refeições em cada um dos três outros pontos.

Indústria fecha primeiros oito meses do ano com crescimento de 1,5%, diz IBGE

A produção industrial brasileira encerrou o mês de agosto com queda de 0,8%, frente a julho, na série com ajuste sazonal, mas fechou os primeiros oito meses do ano (janeiro-agosto) com crescimento de 1,5%. A queda de julho para agosto frente ao mês imediatamente anterior interrompe quatro meses consecutivos de expansão na produção, período em que a indústria acumulou crescimento de 3,3%.

Os dados relativos à Pesquisa Industrial Mensal Produção Física – Brasil foram divulgados hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam que na série sem ajuste sazonal, confronto com igual mês do ano anterior, a indústria cresceu 4% em agosto deste ano, após também registrar taxas positivas em maio (4,5%), junho (0,9%) e julho (2,9%).

A taxa acumulada nos últimos 12 meses, no entanto, contínua negativa e fechou agosto em -0,1%, prosseguindo com a redução no ritmo de queda iniciada em junho de 2016, quando o setor fechou com queda de -9,7%.

Queda após quatro meses de alta

A queda de 0,8% na produção industrial do país de julho para agosto deste ano teve como principal contribuição o setor de produtos alimentícios que chegou a retrair 5,5% e , depois de três meses consecutivos de crescimento, foi o que mais contribuiu para a queda do índice, seguido por máquinas e equipamentos (3,8%); coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,6%) e indústrias extrativas (1,1%).

A produção de açúcar foi determinante para a retração do setor alimentício em agosto, como explicou o gerente da pesquisa, André Macedo. Para ele, o produto foi determinante tanto para as altas para as altas registradas anteriormente na indústria de alimentos quanto para a queda de agosto.

“O açúcar é um produto com peso nesse setor. Sua produção foi favorecida pela antecipação da moagem da cana, em decorrência do clima seco que predominou nas regiões Centro-Oeste e Sudeste nos últimos meses”.

Abaixo do nível recorde

O gerente da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE, André Macedo, ressalta o fato de que mesmo com o crescimento acumulado de 1,5% nos primeiros oito meses do ano, a indústria brasileira ainda encontra-se muito abaixo do nível recorde do parque fabril do país, que foi 17,8%, registrado em junho de 2013.

“O ganho de ritmo observado na produção a partir de novembro de 2016 contribuiu para recuperar apenas uma parcela das perdas dos últimos anos. É bom lembrar que ainda estamos 17,8% abaixo do nível recorde alcançado em junho de 2013”, explicou. 

Os dados divulgados pelo IBGE indicam que a queda da atividade industrial na passagem de julho para agosto alcançou duas das quatro grandes categorias econômicas e oito dos 24 ramos pesquisados.

Entre as grandes categorias econômicas, as quedas foram verificadas em bens intermediários, que ao retrair (1%), interrompeu quatro meses consecutivos de crescimento na produção, período em que acumulou expansão de 3,6%; e em bens de consumo semi e não-duráveis, que com a retração de 0,6% voltou a recuar após mostrar ganho de 3,2% entre os meses de maio e julho.

A expansão mais significa foi 4,1% registrada pelo segmento de bens de consumo duráveis, que intensificou o crescimento de 2,9% verificado no mês anterior. O setor produtor de bens de capital, ao crescer 0,5%, também registrou resultado positivo em agosto e apontou o quinto mês seguido de crescimento na produção, com ganho acumulado de 10,2%.

Pelo lado dos ramos de atividade, além da queda expressiva registrada pelo segmento alimentício – que ao retrair 5,5% de julho para agosto interrompeu três meses consecutivos de expansão na produção, período em que acumulou ganho de 9,3% – também deram contribuições importantes para a retração da indústria em agosto o segmento de máquinas e equipamentos (3,8%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,6%) e de indústrias extrativas (1,1%).

Com exceção da última atividade, que recuou pelo segundo mês consecutivo e acumulou perda de 2,4% nesse período, as demais apontaram taxas positivas em julho último: 0,3% e 1,8%, respectivamente.

Entre os 16 ramos que ampliaram a produção nesse mês, os desempenhos de maior relevância foram veículos automotores, reboques e carrocerias (6,2%) e perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (5,5%).

Veículos automotores, reboques e carrocerias eliminou a queda de 3,7% acumulada nos meses de junho e julho, e perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal voltou a crescer após recuar 1,5% no mês anterior. Outros impactos positivos importantes foram observados nos setores de metalurgia (1,9%), de produtos do fumo (15,2%) e de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (2,1%).

Crescimento da indústria em 2017

Na análise do comportamento da indústria em 2017, o crescimento de 1,5% verificado até agosto, frente a igual período do ano anterior, mostrou resultados positivos em três das quatro grandes categorias econômicas, 15 dos 26 ramos, 45 dos 79 grupos e 52,4% dos 805 produtos pesquisados.

Entre as atividades, veículos automotores, reboques e carrocerias (13,9%) e indústrias extrativas (6,6%) exerceram as maiores influências positivas na formação da média da indústria. Outras contribuições positivas relevantes vieram de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (20,7%), de produtos do fumo (22,4%), de metalurgia (2,4%), de máquinas e equipamentos (2,7%) e de confecção de artigos do vestuário e acessórios (4,9%).

Entre as 11 atividades que apontaram redução na produção, a de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (6,6%) assinalou a maior contribuição negativa. Vale destacar também os resultados negativos vindos de outros equipamentos de transporte (12,3%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (6,6%).

Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para os oito primeiros meses de 2017 mostrou maior dinamismo para bens de consumo duráveis (11,1%), impulsionadas, em grande parte, pela ampliação na fabricação de automóveis (18,2%) e eletrodomésticos (10,1%); e para bens de capital (4,4%), neste caso impulsionado por equipamentos de transporte (4,1%), de uso misto (16,9%), de construção (30%) e agrícola (13,5%).

STF mantém Fachin como relator de pedido para suspender afastamento de Aécio

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, decidiu hoje (3) manter o ministro Edson Fachin como relator do pedido do senador Aécio Neves (PSDB-MG) para que a Corte suspenda seu afastamento das atividades parlamentares.

Ontem (3), a defesa de Aécio pediu para que o mandado de segurança com pedido de liminar (decisão provisória) fosse redistribuído, argumentando que Fachin não poderia ser relator por ter sido o autor do primeiro afastamento do senador, em maio.

Em um segundo mandado de segurança, o PSDB fez pedido similar, no intuito de que o afastamento seja suspenso em definitivo. Por prevenção, Fachin também é o relator da solicitação do partido de Aécio.

Cármen Lúcia, a quem cabe decidir sobre redistribuição de processos, entendeu que o argumento da defesa não procede, pois o afastamento determinado na semana passada pela Primeira Turma do STF se trata de uma nova medida, em nada relacionada com qualquer decisão anterior de Fachin.

A ministra também escreveu que caso impedisse Fachin de participar do sorteio da relatoria, o plenário do STF ficaria sem o quórum mínimo de seis ministros para julgar o pedido do senador. Isso porque os cinco ministros da Primeira Turma já não poderão participar da análise sobre a suspensão do afastamento, uma vez que a decisão contestada partiu do colegiado.

Compõem a Primeira Turma os ministros Marco Aurélio Mello, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux.

Decisões anteriores

Em julho, o ministro Marco Aurélio Mello reverteu o afastamento de Aécio, devolvendo-lhe o exercício do mandato, mas na semana passada a Primeira Turma do STF decidiu restabelecer a medida, impondo ao senador a proibição de sair de casa à noite.

A decisão da Primeira Turma foi tomada no inquérito em que Aécio foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de ter recebido R$ 2 milhões em propina do empresário Joesley Batista, do grupo J&F, em troca de sua atuação política. O senador tucano nega as acusações, afirmando que a quantia se tratava de um empréstimo pessoal, numa operação sem natureza ilícita.

Caberá agora a Fachin decidir se acata ou não a solicitação feita ontem (2) pelo advogado de Aécio, Alberto Toron, que em um mandado de segurança pediu uma liminar para que o STF suspenda o afastamento do senador. A suspensão aconteceria, segundo o pedido de Toron, ao menos até que seja julgada em plenário uma ação na qual os ministros da Corte devem decidir se precisam ou não de aval do Congresso para impor, contra parlamentares, medidas cautelares diversas da prisão.

A ação direta de inconstitucionalidade (ADI), protocolada por PP, PSC e Solidariedade, foi pautada por Cármen Lúcia para ser julgada no dia 11 de outubro, depois que o Senado aprovou um requerimento de urgência para que o plenário da Casa revise as medidas impostas contra Aécio.

A votação sobre o assunto no Senado deve ocorrer hoje, segundo o presidente do Senado, Eunício Oliveira, que disse ontem (2) a Cármen Lúcia ter dificuldades para adiar a análise do tema. A expectativa é de que Aécio tenha o exercício do mandato reestabelecido por seus pares, desconsiderando uma decisão colegiada do STF.

Rubro-Negro é superado pelo Atlético Mineiro

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Na noite deste domingo (1º), pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Furacão foi superado pelo Atlético Mineiro, por 2 a 0. Apesar do resultado, o Rubro-Negro permaneceu na oitava colocação.
 
O próximo compromisso atleticano será no dia 11 de outubro (quarta-feira), às 19h30, contra o Atlético Goianiense.
  
O jogo
 
Desde o início da partida, o Furacão buscou o ataque e controlou as principais jogadas ofensivas, enquanto o time mineiro marcava forte e segurava o jogo como podia.
 
A primeira boa chance rubro-negra veio aos 10 minutos. Lucas Fernandes entrou em velocidade pela direita e bateu cruzado. O zagueiro adversário cortou para escanteio.
 
Dois minutos depois, Guilherme recebeu no meio e tocou para Pavez. O volante bateu no alto, por cima do gol de Victor. Aos 14 minutos, foi a vez de Jonathan chegar bem ao ataque. O lateral fez jogada individual e bateu rasteiro. Victor dez a defesa.
 
Na única boa chance do Atlético Mineiro na primeira etapa, Robinho marcou para os visitantes. Após cobrança de escanteio, aos 21 minutos, o atacante dominou e bateu forte.
 
O Furacão não desistiu e segui tentando. Aos 23 minutos, Jonathan cruzou da direita e Ribamar desviou de cabeça, por cima do gol.
 
Fabiano Soares mexeu na equipe atleticana, com as entradas de Felipe Gedoz e Sidcley. E foi com o Gedoz a primeira boa oportunidade no segundo tempo. Aos 20 minutos, o meia-atacante cobrou falta e acertou a rede pelo lado de fora.
 
O Rubro-Negro seguiu pressionando e, aos 24 minutos, Matheus Anjos tentou chute de longa distância. A bola passou muito próxima. Gedoz arriscou quatro minutos depois. O camisa 10 mandou de esquerda e Victor fez ótima defesa, espalmando para escanteio. 
 
Mas foi o Atlético Mineiro quem conseguiu marcar novamente. Aos 37 minutos, Robinho recebeu na esquerda e bateu colocado, fazendo 2 a 0.
 

Instituições financeiras reduzem estimativa de inflação pela sexta vez

O mercado financeiro reduziu a estimativa de inflação este ano, pela sexta vez consecutiva. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que desde a semana passada passou a ficar abaixo do piso da meta, foi reduzida de 2,97% para 2,95%. O limite inferior da meta é 3%, com centro em 4,5%. Essa estimativa é do boletim Focus, uma publicação divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com base em estimativas de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2018, a estimativa foi reduzida de 4,08% para 4,06%. Essa foi a quinta redução seguida.

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 8,25% ao ano. Essa taxa vem sendo reduzida pelo Banco Central, que já indicou um corte menor na próxima reunião, em outubro, e o fim gradual do ciclo de reduções.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. Já quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

A expectativa do mercado financeiro para a Selic foi mantida em 7% ao ano, no fim de 2017 e ao final de 2018.

A expectativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), foi ajustada de 0,68% para 0,70%, neste ano, e de 2,30% para 2,38%, no próximo ano.

Futuro do mandato de Aécio Neves e CPI da JBS vão movimentar Senado nesta semana

Além dos debates e votações sobre a reforma política, outro assunto que deve dominar a pauta do Senado na próxima semana são as articulações para reverter a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que na última terça-feira (26) afastou Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato e determinou o seu recolhimento domiciliar noturno. Por 43 votos a 8, os senadores aprovaram um requerimento de urgência para que o plenário da Casa se debruce sobre a decisão do STF.

A princípio, a sessão está marcada para terça-feira (3), mas a data pode ser alterada diante da possibilidade de uma solução consensual entre os dois Poderes. Diante das críticas de parlamentares de diversos partidos de que a decisão da Corte contrariou o que diz a Constituição sobre o cumprimento de ações de restrição de liberdade, o STF agendou para o dia 11 de outubro o julgamento de uma ação sobre o assunto. Na pauta, os ministros vão decidir sobre a necessidade de autorização legislativa para a imposição de medidas cautelares alternativas à prisão de parlamentares.

CPMI da JBS

Já a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da JBS, que investiga os contratos da empresa com o Banco Nacional do Desenvolvimento Social e Econômica (BNDES) e o acordo da delação premiada firmada pelos executivos da companhia com o Ministério Público, terá duas reuniões esta semana para ouvir ex-autoridades.

Para a sessão de terça-feira (3), foram convocados o ex-presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e o representante dos acionistas minoritários da empresa, Márcio Lobo. A CPMI quer investigar se a JBS foi favorecida em contratos de financiamento com o banco. Na quarta-feira (4), os membros do colegiado devem ouvir o procurador do Ministério Público Federal, Angelo Goulart Villela, e Willer Tomaz de Souza, que é ex-procurador. Os convocados são acusados de terem sido subornados para favorecer a empresa.

Coritiba empata com Bahia na Fonte Nova

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Na tarde deste sábado (30), o Coritiba entrou em campo para uma disputa importante contra o Bahia, na Arena Fonte Nova. Pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro, o time buscou a vitória, mas o resultado final foi o empate de 1×1, com gol de Rildo.

“No geral foi um jogo bom. Todos que vierem jogar com o Bahia aqui vão ter dificuldades porque o Bahia é um time que corre muito e dá trabalho em campo”, avaliou o técnico da equipe, Marcelo Oliveira.

O time que ele escalou para este jogo foi: Wilson, Léo, Cleber Reis, Werley, Thiago Carleto, Jonas (Filigrana), Alan Santos, Matheus Galdezani, Tiago Real (Anderson), Henrique Almeida (Keirrison) e Rildo.

O próximo compromisso do time será na Arena Corinthians, no próximo dia 11, às 21h.

Coritiba pede pênalti, juiz não considera, e Bahia sai na frente no primeiro tempo

No início do primeiro tempo, o Coritiba teve mais chances que o Bahia. Entre as mais significativas, a primeira foi com Alan Santos, de dentro da área, que foi lançado por Tiago Real, da direita. O camisa cinco chutou, mas a bola saiu pela esquerda, rente à trave adversária. Aí, já aos 17’, Léo mandou pro Henrique Almeida, que protagonizou uma bela bicicleta. Só que o goleiro Jean defendeu.

A primeira chance dos baianos foi aos 19’, com Rodrigão. Alan Santos tirou a bola dos pés dele, dentro da grande área. Depois disto, na dividida com o goleiro, Henrique Almeida foi derrubado na grande área. O Coxa pediu pênalti, mas o juiz não considerou.   

Aos 29’, quando o time da casa começou a chegar mais na área coxa-branca, dá para se dizer que o goleiro Wilson fez um milagre! Depois de cobrança de falta do jogador Juninho, Rodrigão mandou de cabeça. O goleiro do Verdão se esticou todo e mandou a bola para fora.

Henrique Almeida, já aos 40’, deu o passe  para Cleber Reis, que ficou sozinho de frente para o gol. Porém, o jogador do Bahia, Juninho, reclamou de impedimento, e o juiz considerou.

Foi ao final deste tempo, entretanto, que o inesperado aconteceu. Aos 44’, Alan Santos livrou o time, tirando, mais uma vez, a bola dos pés do jogador do Bahia. Desta vez, do Mendoza! Mas aí, um minuto depois, saiu o gol deles. Em cobrança de falta de Edson, Rodrigão mandou de cabeça.  Na hora de recuar a bola, entretanto, Werley acabou entregando para Zé Rafael, que conseguiu marcar. O Coxa se defendeu de outro lance perigoso no último minuto de jogo, com Cleber Reis mandando a bola por cima do gol.

Com Rildo, Coritiba marca e deixa tudo igual no placar da Fonte Nova

Com a vantagem no placar, o Bahia voltou mais ofensivo para o jogo. Marcelo Oliveira fez uma alteração no time para esta segunda etapa, promovendo a entrada do atacante Filigrana no lugar do meia Jonas. Logo aos 4’, Mendoza chegou com perigo na área coxa-branca pelo lado esquerdo. Wilson defendeu. Tiago Carleto mandou uma bomba pro gol em cobrança de falta, aos 8’. Porém, Rodrigão afastou de cabeça, Tiago Real tentou aproveitar o rebote, mas a bola passou por cima do gol.

Quase que o Bahia amplia o placar aos 10′, com Mendoza, outra vez. O que salvou o Coritiba dessa vez foi a trave. Depois, o técnico do Coritiba promoveu mais uma mudança: Anderson no lugar de Tiago Real. Matheus Galdezani lançou, aos 17’, pela esquerda, Henrique Almeida, que estava de frente pro goleiro. Mas, o atacante escorregou e não conseguiu finalizar.

O alívio para a torcida coxa-branca, que ansiava pelo gol do Verdão, chegou aos 19’. Foi Rildo que, depois do lançamento do Léo, pela direita, mandou a bola pro gol e saiu comemorando, agradecendo aos céus pelo feito.

Os baianos chegaram com perigo aos 29’ com Edson. Ele tentou lançar para Rodrigão, que estava de frente pro gol. Como ele não alcançou, a bola tirou uma fina da trave.

Aos 39′, Anderson aproveitou o rebote e arriscou da entrada da área, mas a bola passou longe. Nos últimos instantes, Wilson salvou o time mais uma vez. O jogador Tiago subiu mais alto que todo mundo e arriscou, mas o goleiro coxa-branca defendeu. Fim de jogo: 1×1.

Fonte: Site oficial do Coritiba

Brasil está entre os dez países com a maior área irrigada do planeta

O Brasil está entre os dez países com a maior área irrigada do planeta, mostra estudo feito pela Agência Nacional de Águas (ANA). De acordo com o Atlas Irrigação: uso da água na agricultura irrigada, atualmente o país tem 6,95 Mha (milhões de hectares) que produzem alimentos utilizando diferentes técnicas de irrigação. A pesquisa, lançada hoje (2), mostra ainda que o montante é apenas 20% da área potencial para a atividade.

De acordo com o levantamento, a Região Sudeste apresenta 2.709.342 hectares (ha) irrigados; a Sul, 1.696.233; a Norte, 194.002 ha; a Nordeste, 1.171.159; e a Centro-Oeste, 1.183.974. O estudo da ANA destaca quatro métodos de irrigação como os principais no país: por superfície, subterrânea, por aspersão e localizada, especialmente usadas no agronegócio.

“Em que pese a diversidade, é possível extrair alguns padrões de larga escala entre métodos/sistemas e culturas, tais como a forte correlação entre a inundação e o arroz; entre o gotejamento, o café e a fruticultura; entre a aspersão convencional com carretéis enroladores (hidro roll) e a cana-de-açúcar; e entre os pivôs centrais e a produção de outros grãos, em especial algodão, feijão, milho e soja”, diz o estudo.

Segundo o atlas, entre os principais cultivos irrigados no país, como arroz, cana-de-açúcar, culturas em pivôs centrais (método no qual a água é aspergida por cima da plantação utilizando-se uma tubulação suspensa), a exemplo do feijão, milho e da soja, e demais culturas e sistemas, “reitera-se a concentração do arroz no Sul e Tocantins; da cana no litoral nordestino e no Centro-Sul (São Paulo, sul-sudoeste de Goiás, Triângulo Mineiro); dos pivôs centrais na região central (em especial Goiás, Minas Gerais e Bahia); e das demais culturas e sistemas no Espírito Santo, Mato Grosso, Paraná e nos estados no Semiárido (em especial áreas de perímetros públicos)”.

De acordo com a agência reguladora, a irrigação contribui para a estabilidade e o aumento da oferta de alimentos “e o consequente aumento da segurança alimentar e nutricional da população brasileira. Tomate, arroz, pimentão, cebola, batata, alho, frutas e verduras são exemplos de alimentos produzidos sob alto percentual de irrigação”, diz o atlas.

O estudo ressalta que, embora o crescimento da irrigação resulte, em geral, no aumento do uso da água, a atividade contribui para “o aumento da produtividade, a redução de custos unitários, a atenuação de riscos climáticos/meteorológicos e a otimização de insumos e equipamentos.”

Conforme a ANA, o atlas ajuda no dimensionamento e nas estimativas de demandas da água, auxiliando na elaboração dos planos de Recursos Hídricos, nos estudos de Bacias Críticas e de demandas de Água. A pesquisa “é de fundamental importância para a estimativa de uso da água e para a atualização dos balanços hídricos, subsidiando a tomada de decisão e as análises de risco com vistas à segurança da agricultura irrigada e à garantia dos usos múltiplos da água”.

O levantamento reafirma a necessidade do uso da irrigação, especialmente em regiões afetadas pela escassez contínua de água, como no Semiárido. “Uma parte importante da agricultura só se viabiliza mediante a aplicação artificial de água. Em regiões afetadas por escassez em períodos específicos do ano, como na região central do país (entre maio e setembro), diversas culturas viabilizam-se apenas com a aplicação suplementar de água nesses meses, embora a produção possa ocorrer normalmente no período chuvoso”, acrescenta o estudo.

Para a agência, o aprimoramento das informações relativas ao uso da água na agricultura, auxilia o Poder Público a tomar decisões mais efetivas a respeito do uso racional da água, reduzindo o mau uso. “Exigências legais e instrumentos de gestão, como a outorga de direito de uso de recursos hídricos (autorização para o uso da água) e a cobrança pelo uso fomentam a sustentabilidade da atividade, o aumento da eficiência e a consequente redução do desperdício”.

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), os líderes mundiais são a China e a Índia, com cerca de 70 milhões de hectares (Mha) cada, seguidos dos Estados Unidos (26,7 Mha), do Paquistão (20,0 Mha) e Irã (8,7 Mha). O Brasil aparece no grupo de países que têm área entre 4 e 7 Mha, que inclui a Tailândia, o México, a Indonésia, Turquia, Bangladesh, o Vietnã, Uzbequistão, a Itália e Espanha.

A véspera de feriado, dia 11 de outubro, quarta-feira, já tem esquenta marcado para quem curte um pagode

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Jeito Moleque depois de uma pausa anunciada em 2016, o grupo Jeito Moleque está pronto para voltar aos palcos. Hoje formado por Rafa, Alemão, Carlinhos e Felipe, unem como raízes, elementos do samba com instrumentos de corda, sopro, metais e percussivos. A música de maior sucesso do grupo e que os colocaram na mídia foi “Amor Eterno”. A canção conta uma história romântica e muito importante na vida do grupo. Sem contar com as dois sucessos que foram trilha sonora de duas novelas da Globo “De Cara Pro Gol” (Salve Jorge) e “Me Faz Feliz” (América).

O Turma do Pagode, composto por Fabiano Art, Neni Art, Caramelo, Leiz, Leandro Filé, Rubinho, Marcelinho TDP e Thiagão, formado em 1996 na cidade de São Paulo, participa deste encontro com muita animação e traz em seu reportório seus maiores sucessos como “Tá louco héin”, “Camisa 10”, “Horário de Verão”, entre outras.

Na mesma noite, o Grupo Bom Gosto, formado por Flávio Régis (surdo, cuíca e vocal), Fernando Macaé (tantã), Fábio Beça (voz e pandeiro), Mug Aragão (percussão), André Neguinho (percussão) e Adriano Ribeiro (voz e cavaquinho), apresenta um apanhado de sucessos, como Patricinha de Olho Azul, além de uma das mais recentes, Amor Bipolar, que está no álbum Roda de Samba 2, o mais recente do grupo, dia 11 de outubro é véspera de feriado e para a festa ficar completa, vem todo mundo no Pagode Fest, realização Multi Eventos Promoções.

SERVIÇO:
Show: Pagode Fest – Turma do Pagode + Jeito Moleque + Bom Gosto
Data: 11/10/2017 (quarta-feira – véspera de feriado)
Abertura: 21h00
Início do show: 23h30
Classificação: 16 anos acompanhado de um adulto responsavel legal.
Ingressos: Disk Ingressos
 
Realização: Multi Eventos Promoções