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domingo, 5 abril 2026
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Educação consulta expansão dos modelos cívico-militar e Parceiro da Escola em novembro

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A Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed-PR) vai realizar, nos dias 17 e 18 de novembro, entre 8h e 22h, consultas públicas nas escolas da rede estadual para ouvir a comunidade sobre dois temas: a ampliação dos Colégios Cívico-Militares e a adesão de unidades ao programa Parceiro da Escola. Poderão participar pais ou responsáveis por alunos matriculados nos ensinos Fundamental e Médio, além de estudantes maiores de 18 anos.

Para votar, é obrigatória a identificação com documento oficial com foto, como RG, CNH, passaporte, Carteira de Trabalho, carteiras profissionais expedidas por conselhos de classe ou documentos de identificação militar.

Cada colégio participante será responsável por divulgar previamente à comunidade escolar os horários, locais e procedimentos para a votação, garantindo ampla comunicação e facilitação da participação. A consulta tem como objetivo assegurar transparência, participação social e tomada de decisão compartilhada sobre modelos de gestão e organização escolar. Ao término do período do pleito, a apuração será realizada com acompanhamento das equipes regionais de educação.

Para a expansão dos Colégios Cívico-Militares, 50 instituições de ensino, de 34 cidades, serão consultadas para ingresso no modelo de ensino a partir do ano letivo de 2026. Elas reúnem 21,3 mil alunos e foram selecionadas a partir de critérios técnicos definidos pela própria Secretaria.

Não podem participar do programa escolas noturnas, CEEBJAs (Educação de Jovens e Adultos), instituições indígenas, quilombolas, conveniadas com APAE, itinerantes, de assentamentos ou com dualidade administrativa. Os colégios agrícolas que tenham mais de 150 estudantes matriculados poderão entrar no rol no futuro.

As instituições de ensino estão localizadas em Curitiba, Apucarana, Sabáudia, Arapongas, Engenheiro Beltrão, Cafelândia, Cascavel, Vera Cruz do Oeste, Japurá, São Tomé, Assaí, Dois Vizinhos, Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, Marmeleiro, Guarapuava, Ivaiporã, Joaquim Távora, Abatiá, Laranjeiras do Sul, Loanda, Itaúna do Sul, Paiçandu, Maringá, Lobato, Antonina, Guaratuba, Paranaguá, Pontal do Paraná, Nova Esperança, Ponta Grossa, Toledo, Umuarama e Pérola.

Já para as consultas veiculadas à adesão ao projeto Parceiro da Escola, um total de 96 escolas estão aptas a participar. No total, tais instituições de ensino atendem cerca de 44,5 mil estudantes.

Os colégios estão situados em 78 municípios paranaenses: Almirante Tamandaré, Araucária, Arapongas, Arapoti, Balsa Nova, Bandeirantes, Barbosa Ferraz, Boa Ventura de São Roque, Bocaiuva do Sul, Cafezal do Sul, Campina da Lagoa, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Campo Mourão, Carambeí, Cascavel, Castro, Cianorte, Cruz Machado, Curitiba, Diamante d’Oeste, Diamante do Norte, Dois Vizinhos, Doutor Camargo, Fernandes Pinheiro, Fênix, Foz do Iguaçu, Foz do Jordão, Francisco Alves, Francisco Beltrão, Guaíra, Guamiranga, Indianópolis, Jussara, Lapa, Laranjeiras do Sul, Loanda, Londrina, Luiziana, Mandirituba, Maringá, Mauá da Serra, Mercedes, Moreira Sales, Nova Cantu, Nova Fátima, Nova Londrina, Nova Prata do Iguaçu, Pato Bragado, Pato Branco, Perobal, Pinhão, Pitanga, Planaltina do Paraná, Ponta Grossa, Pontal do Paraná, Porecatu, Prado Ferreira, Prudentópolis, Querência do Norte, Quedas do Iguaçu, Reserva do Iguaçu, Rio Azul, Roncador, Santa Helena, Santa Terezinha de Itaipu, São João, São José dos Pinhais, São Pedro do Iguaçu, Sarandi, Tapejara, Tijucas do Sul, Toledo e Umuarama.

“O processo de consulta é fundamental porque coloca a comunidade escolar no centro das decisões. Nosso compromisso é garantir que cada escola tenha o modelo de gestão que melhor atenda às suas necessidades, sempre com transparência, diálogo e participação. Quando famílias, estudantes e profissionais da educação são ouvidos, o resultado é uma escola mais forte e alinhada às expectativas de quem vive o dia a dia da unidade”, afirma o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda.

CÍVICO-MILITARES – A partir do ano letivo de 2024, o Estado passou a contar com 312 escolas na modalidade. Destas, 106 aderiram ao modelo a partir de consultas públicas feitas com a comunidade entre novembro e dezembro de 2023. Além destas, mais 12 escolas que funcionavam sob o modelo PECIM (de gestão federal) também passaram a integrar os CCMs.

Quase cinco anos após sua implementação, o modelo de ensino cívico-militar é considerado um sucesso. Segundo pesquisa do instituto Paraná Pesquisas, o modelo é aprovado por 89,3% dos pais e responsáveis e 90,4% de professores e pedagogos. O grau de recomendação do sistema educacional também é significativo, com 85,9% pontuando que indicariam o modelo para outros pais.

Os Colégios Cívico-Militares já estão consolidados como sucesso entre as comunidades escolares que adotaram o modelo, mantendo alta demanda e fila de mais de 11 mil estudantes no aguardo de uma vaga. O sistema combina elementos da gestão civil com a presença de profissionais militares da reserva (inativos) na administração e na rotina escolar.

PARCEIRO DA ESCOLA – Implantado no ano de 2025, o Parceiro da Escola está atualmente presente em 82 colégios, com cerca de 54,6 mil estudantes matriculados. O modelo tem como foco otimizar a gestão administrativa e de infraestrutura das escolas estaduais por meio de parcerias com empresas especializadas.

A proposta deste método é que diretores e educadores concentrem seus esforços na aprendizagem e no desenvolvimento pedagógico, enquanto as empresas assumem atividades relacionadas à manutenção predial, gestão de serviços, reposição de funcionários e outras demandas operacionais.

A parceria é público-privada mantém o ensino público gratuito e acessível a todos os estudantes. A iniciativa também abre espaço para ações que impactam diretamente no desenvolvimento educacional dos estudantes, incluindo a redução de aulas vagas e a oferta de atividades complementares em contraturno. O foco do programa é garantir que o ambiente escolar seja mais organizado, funcional e preparado para apoiar o trabalho pedagógico.

Segundo pesquisa da Radar Inteligência, divulgada em julho deste ano, mais de 86% dos pais de estudantes dos colégios contemplados no programa aprovam o primeiro semestre da mudança. O estudo ouviu cerca de 2000 pais e responsáveis, e aponta que 84,2% dos entrevistados recomendariam o modelo a outros pais e responsáveis.

Governo mantém críticas após 4ª versão do PL Antifacção de Derrite


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Os embates entre governo e oposição em torno do PL Antifacção permanecem mesmo após a apresentação de uma quarta versão do texto pelo relator, deputado Guilherme Derrite (PL-SP). O secretário nacional de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Marivaldo Pereira, critica a atuação do relator, que é secretário de Segurança Pública de São Paulo e se licenciou do cargo apenas para a assumir o projeto na Câmara.

Mesmo com as mudanças feitas desde a primeira versão do relatório, que foi criticada pelo governo, por especialistas e órgãos como a Polícia Federal e o Ministério Público, Marivaldo destaca que ainda há pontos problemáticos na proposta de Derrite, renomeada como Marco Legal do Combate ao Crime Organizado Ultraviolento no Brasil.

Um dos principais problemas, na avaliação de Marivaldo, é que a proposta não seria eficaz em sufocar, financeiramente, as organizações criminosas.

“A ideia [do texto apresentado pelo governo] é você punir com muito mais rigor quem comanda essas organizações. Se você ataca exclusivamente a base e vai embora, no dia seguinte tem fila para ocupar esse espaço. É importante que a gente foque no coração dessas organizações. E o coração delas é o bolso”, defende.

O PL Antifacção foi enviado pelo governo federal à Câmara após a operação no Rio de Janeiro que resultou em 121 mortos, entre eles, quatro policiais. O objetivo era endurecer penas, aprimorar os mecanismos de investigação e asfixiar economicamente essas organizações, além de integrar as forças de segurança no combate a esses grupos.

O secretário afirma que Derrite não buscou o governo para dialogar e, em vez de usar o texto enviado como base para propor alterações, apresentou um relatório completamente diferente.

“Ele [Derrite] não veio para resolver o problema da segurança pública, veio com o intuito exclusivo de fazer disputa política, nem que para isso fosse necessário instaurar o caos.”

Ele chama a atenção ainda para o fato de que o texto, da forma como está, reduz o financiamento da Polícia Federal e abre brecha para que outros grupos, como manifestantes em um protesto, possam ser enquadrados como organização criminosa.

“Tem muita coisa dentro desse parecer que é, ao mesmo tempo, muito mal feito e muito perverso”, criticou.

Derrite tem defendido que a sua versão do PL busca enfrentar a impunidade por meio do endurecimento das penas e nega que seu relatório diminua a atuação da Polícia Federal. Segundo ele, as críticas são “falsas narrativas” criadas para prejudicar seu trabalho.

Ele também nega que o parecer limite a atuação do Ministério Público.  “Meu parecer reforça o poder de investigação do MP e das polícias. De toda forma, eu posso transformar a crítica em sugestão e aprimorar o texto para que não restem dúvidas ou interpretações equivocadas. Minha intenção sempre foi o de aprimorar as instituições.”

O PL Antifacção tinha previsão de ser votado esta semana, mas tanto o Executivo quanto governadores pediram mais tempo para analisar o projeto. Com isso, o presidente da Câmara, Hugo Motta, decidiu adiar a votação para próxima terça-feira (18).

Confira abaixo os principais trechos da entrevista com o secretário de assuntos legislativos.


Brasília 13/11/2025 - Secretário Nacional de Assuntos Legislativos do MJSP, Marivaldo Pereira, durante entrevista para Agência Brasil.  Foto Valter Campanato/Agência Brasil.

Secretário Nacional de Assuntos Legislativos do MJSP, Marivaldo Pereira, durante entrevista para Agência Brasil. – Valter Campanato/Agência Brasil

Agência Brasil: O relator Guilherme Derrite mudou o texto três vezes e já é o quarto parecer. Qual o principal – ou principais – problemas que continuam no texto mais recente?

Marivaldo Pereira: Tem um problema estrutural. Existe hoje um sistema de combate a organizações criminosas que passa pelo Código Penal, pelo Código de Processo Penal, pela Lei de Combate a Organizações Criminosas, pela Lei de Combate à Lavagem de Dinheiro, pela Lei de Drogas.

Ou seja, tem um conjunto normativo que estrutura o combate a organizações criminosas. Quando você vai mexer uma peça dentro desse sistema, você precisa ver o que acontece com as outras peças do jogo. Porque, senão, você corre o risco de desmontar toda a estrutura atualmente existente.

O relator criou uma nova norma de combate a organizações criminosas sem olhar para o conjunto do sistema. Se a proposta for aprovada do jeito que está, vamos assistir a um verdadeiro caos jurídico porque há uma série de normas conflitantes que vão abrir uma oportunidade para que os investigados comecem a questionar qual é a norma efetivamente aplicada.

Isso vai ter impacto direto no atraso das investigações e no atraso das ações penais em andamento. Infelizmente, o relator, de forma açodada e talvez até por falta de familiaridade com o tema, optou por construir uma norma autônoma que pode trazer o caos nesse sistema, prejudicando o trabalho da Polícia Federal, das Polícias Civis, dos promotores e do próprio Poder Judiciário. Esse é o ponto central grave que tem ali.

Agência Brasil: O novo parecer do relator mantém o problema de não diferenciar os tipos de organização criminosa, entre mais e menos perigosas, assim como entre líderes e não líderes desses grupos?

Marivaldo Pereira: Nosso texto é estruturado de uma forma que você preserva a lei de organizações criminosas e cria um tipo específico para aquelas organizações que promovem domínios de território e que atuam dentro e fora do sistema prisional, dando uma preocupação maior com o tipo específico de organização criminosa.

E mais, a nossa norma tem um foco central no topo dessas organizações. A ideia é você punir com muito mais rigor quem comanda essas organizações. Se você ataca exclusivamente a base dessas organizações criminosas e vai embora, no dia seguinte tem fila para ocupar esse espaço.

Mas, mais importante que isso, é que a gente foque no coração dessas organizações, e o coração delas é o bolso.

Por isso a Operação Carbono Oculto foi tão importante. Nunca antes a maior organização que atua no estado de São Paulo tomou um desfalque tão grande quanto o aplicado pela Operação Carbono Oculto, que deveria servir como referência para o relator.

Agência Brasil: Quais os riscos para a Polícia Federal, e para outras políticas de segurança do ministério, com a proposta do relator de repartir bens apreendidos das facções com os fundos estaduais?

Marivaldo Pereira: Mandamos uma proposta com o objetivo de descapitalizar o crime. O relator apresentou uma proposta que descapitaliza os fundos de segurança do Governo Federal.

A gente tem o Funapol [Fundo para Aparelhamento da Polícia Federal], o Funad [Fundo Nacional Antidrogas], o Fundo Nacional de Segurança Pública [FNSP] e o Fundo Nacional de Políticas Penitenciárias [Funpen]. Tirando o Funpen, que fica ligado ao sistema penitenciário, todo o resto contribui com a Polícia Federal (PF).

O FNSP repassa mais recursos para a PF do que o Funapol. Ele incluiu o Funapol a pretexto de tentar preservar a PF, mas ele não consegue atingir esse objetivo. Claro, ele não é obrigado a saber disso. Daí a importância de que, antes de preparar o relatório, ele buscasse um diálogo, para não sair simplesmente descartando a proposta do Poder Executivo e construindo algo totalmente novo, tirado da cabeça dele.

A proposta do jeito que está descapitaliza os fundos do governo federal e vai prejudicar diretamente as operações da PF.

Agência Brasil: O governo vem reclamando da exclusão do dispositivo que previa o perdimento de bens das facções caso o suspeito não comprovasse a origem lícita dele. O relator incluiu, já no 2º parecer, o capítulo “Da Ação Civil de Perdimento de Bens”. Isso resolveu o problema?

Marivaldo Pereira: Não resolveu. Nós propusemos um mecanismo sério e desburocratizado para que, naquelas situações em que a ação penal não consiga chegar ao fim, que a ação possa seguir para avançar o patrimônio.

Um exemplo: o líder de uma facção criminosa que está sendo investigado por inúmeros crimes e ele morre no meio do processo. O que a gente quer? Que esse processo possa prosseguir para expropriar os bens obtidos durante a vida de crime que ele praticou.

O que o relator está propondo é que, primeiro, se condena, e depois você entra com uma ação civil para tentar reivindicar esses bens. Ou seja, você passa de 20 a 30 anos para condenar, depois você passa mais 20 a 30 anos para tentar trazer esses bens.

Evidentemente, o que ele está propondo acaba favorecendo as organizações criminosas, porque nós só vamos vencer a luta contra as organizações criminosas se nós conseguimos entrar no patrimônio dessas organizações.

Agência Brasil: Por que o relator alterou tão drasticamente o projeto enviado pelo Executivo?

Marivaldo Pereira: Porque o relator foi mandado para Brasília pelo governador Tarcísio [de São Paulo] com o intuito de fazer disputa política. Ele não veio para resolver o problema da segurança pública, veio com o intuito exclusivo de fazer disputa política, nem que para isso fosse necessário instaurar o caos.

A proposta de equiparar organizações criminosas a organizações terroristas vem na esteira do discurso bolsonarista que reivindica uma violação da nossa soberania pelo governo norte-americano. Isso é muito grave.

Mas junto com isso veio a proposta de afastar a Polícia Federal de investigações extremamente importantes. O primeiro relatório constitui a maior afronta da história à Polícia Federal que a gente já viu no regime democrático. Nunca antes alguém teve a ousadia de propor que a PF fosse proibida de investigar organizações criminosas ou que essa atuação ficasse subordinada ao crivo político dos governadores.

É importante que a sociedade fique muito atenta porque tem gente muito preocupada com o trabalho da PF e essas pessoas podem atuar no plenário na próxima terça e tentar criar alguma barreira para que as investigações não avancem.

Coincidentemente, isso ocorre logo depois da operação Carbono Oculto e dos desdobramentos que vêm surgindo dessa operação.

Agência Brasil: A relatoria do PL Antifacção foi marcada por certa pressa. Como foi o processo de negociação legislativa do governo com o Derrite e com o presidente da Câmara, Hugo Motta?

Marivaldo Pereira: Não houve diálogo em nenhum dos relatórios que foi publicado até o presente momento. E o que a gente tem alertado é que, para evitar o caos jurídico com a aprovação desse projeto, o relator faria muito bem se voltasse à proposta do Poder Executivo e, a partir dali, colocasse as suas sugestões de alteração.

Geralmente, o que acontece é que quando a gente manda um projeto de lei sobre qualquer tema, quem assume a relatoria procura o poder Executivo. Nesse caso, ele foi nomeado e minutos depois apresentou um parecer e foi para a imprensa para polarizar politicamente com o Executivo. Foi isso que ele fez.

Ocorre que, o que o relator está tentando fazer, é uma disputa de visões sobre segurança pública. Ele quer contrapor uma visão ultrapassada e politizada de segurança pública, que é a que ele defende e os governadores que se reuniram no Rio de Janeiro logo após aquele massacre defendem, com uma visão moderna e avançada de segurança pública, que é a que a gente defende a partir das operações da Polícia Federal. É o que a gente gostaria que se tornasse rotina em todo o país, porque é assim que a gente vai vencer o crime organizado.

Se nós focarmos no patrimônio do crime organizado, não tem dinheiro para comprar droga, não tem dinheiro para comprar arma, não tem dinheiro para contratar pessoas para carregar aqueles fuzis. Nosso foco tem que ser no patrimônio dessas organizações. O nosso foco tem que ser trabalhar com inteligência, planejamento, integração e investimento.

Essa é uma visão moderna de segurança pública. A visão atrasada é aquela que foi verbalizada naquela reunião lá no Rio de Janeiro, uma visão que não se incomoda com a vida da população, que pode morrer durante os confrontos. Uma visão que é indiferente ao sofrimento dos agentes de segurança pública que morrem nessas operações.

Agência Brasil: O substituto do relator abre brecha para prisão de manifestantes ou repressão de protestos populares que poderiam ser igualados às penas para membros de facções?

Marivaldo Pereira: Vamos supor que um grupo de estudantes ocupa uma escola e um governador desses de extrema-direita manda a polícia para realizar a reintegração de posse.

Se as mães desses alunos fizeram um círculo em torno da escola para impedir a ação da polícia, elas vão poder ser enquadradas nesse dispositivo [Parágrafo 3º do Artigo 2º do PL] com pena de 12 a 30 anos.

Isso pode ser usado para reprimir qualquer tipo de resistência. Se mães desesperadas pedirem para não matem seu filho, vão entrar aqui mesmo não sendo de organização criminosa. Tem muita coisa dentro desse parecer que é, ao mesmo tempo, muito mal feito e muito perverso.

Novo semáforo entra em funcionamento no Rebouças

A partir desta segunda-feira (10/11), pedestres e motoristas do bairro Rebouças têm mais segurança para transitar pelo cruzamento das Ruas Brasílio Itiberê e Iapó, com a implantação de um novo semáforo no local.

A implantação do equipamento é feita pela Secretaria Municipal de Defesa Social e Trânsito (SMDT). Agentes de trânsito da SMDT estão no local para orientar condutores e pedestres.

O equipamento visa aumentar a segurança na área, que tem intenso fluxo de veículos e pedestres, próxima à Escola Municipal Irmãos Rebouças, beneficiando estudantes, moradores, comerciantes e trabalhadores da região.

Além de contribuir para a redução de acidentes, o semáforo proporcionará melhor fluidez no tráfego, colaborando com um trânsito mais organizado na região, também facilitando a travessia de pessoas que têm a mobilidade reduzida.

Saiba quais ações da Prefeitura já tornam o Centro mais seguro e acolhedor para moradores e turistas

O pacote inédito de incentivos fiscais, construtivos e econômicos para impulsionar a revitalização do Centro de Curitiba, lançado pelo prefeito Eduardo Pimentel, nesta segunda-feira (10/11), marca uma nova etapa de um projeto desde janeiro tem posto em prática ações para tornar a região central mais segura, acolhedora e atraente para moradores. comerciantes e que visita ou passa pela região central da capital.

“Nos últimos 11 meses, através da Comissão de Redesenvolvimento da Região Central de Curitiba e os grupos temáticos, poder público e toda a sociedade têm promovido iniciativas e discutidos projetos para a melhoria no Centro, para que a região volte a ser atrativa para a população, empresas e turistas”, lembrou Eduardo Pimentel.

O prefeito destacou que, entre as iniciativas em andamento, estão a atuação periódica e em conjunto das forças de segurança (Guarda Municipal, Polícia Militar e Polícia Civil) através do Centro Seguro; a modernização da iluminação pública em 94 ruas do bairro; a requalificação de calçadas e vias, como a Rua Emiliano Perneta; o trabalho das equipes da FAS de sensibilização para que pessoas em situação de rua aceitem acolhimento nos abrigos; a revitalização (Solar do Barão) e implantação de novos espaços culturais, como o Estúdio Riachuelo; e eventos do município, em parceria com entidades e setores da economia criativa, como o Domingo no Centro, Festival da Primavera e Inverno Curitiba, que têm levado mais famílias para a região.

“O Centro ainda vai ganhar um inédito Circuito de Natal, que inclui lúdicas experiências para toda a família como o Natal na Praça Santos Andrade, que vai abrir a programação no dia 24 de novembro; o Natal de O Boticário na Rua XV, com sua roda-gigante; o auto de Natal no Largo da Ordem; o carrossel e show inédito do Natal Condor no Passeio Público; e o espetáculo com projeção mapeada da Catedral de Luz Ademicon, na Praça Tiradentes. Sem contar as tradicionais feiras de Natal (praças Osório e Santos Andrade) e o inédito Desfile de Natal da Rua XV, com uma fanfarra percorrendo o calçadão de pedestres mais famoso do país”, convidou Eduardo Pimentel.

Ações promovidas nos últimos 11 meses para tornar a região central mais segura, acolhedora e atraente

  • Domingo no Centro: famílias estão de volta ao calçadão da Rua XV, com atividades de esporte e lazer gratuitas entre a Praça Osório e o Bondinho.
  • Centro Seguro: redução de 9,26% nas ocorrências no bairro com as ações de policiamento ostensivo e preventivo de 390 agentes de segurança e 120 viaturas (GM, PM e Civil).
  • Operação Checkout: fiscalização periódica de segurança e saúde pública em hotéis, pensões e estabelecimentos do Centro.
  • Pessoas em situação de rua: viaturas e 50 servidores percorrendo diariamente o Centro, oferecendo atendimento pela rede de acolhimento e ressocialização.
  • Ruas mais iluminadas: 92 ruas receberam 1900 lâmpadas de LED melhorando a sensação de segurança.
  • Requalificação do asfalto para melhorar a mobilidade no Centro, começou pela Rua Emiliano Perneta. 
  • Novos calçadas, coo na Rua Emiliano Perneta, mais planas, amplas e acessíveis.
  • Novos comércios: 427 pedidos de abertura aprovados pela Prefeitura no Centro (jan/jun).
  • Times Square “curitibana” começa a virar realidade com os 3 primeiros painéis na Praça Zacarias.

Paraná coloca presos para reconstruir escolas e Apae de Rio Bonito do Iguaçu

O governador Carlos Massa Ratinho Junior anunciou, nesta segunda-feira (10), o uso de mão de obra carcerária na reconstrução das escolas, Apae e creches e demais estruturas de ensino atingidas pelo tornado que devastou Rio Bonito do Iguaçu, no Centro-Sul do Estado. A ação é desenvolvida em conjunto pela Secretaria de Estado da Educação, por meio do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), e Secretaria de Estado da Segurança Pública. Neste momento, 14 pessoas privadas de liberdade atuando na cidade, acompanhados por monitores da Polícia Penal.

Os detentos são oriundos de Guarapuava — quatro da Cadeia Pública de Laranjeiras do Sul e dez da Penitenciária Estadual de Guarapuava — e estão inseridos no programa Mãos Amigas, iniciativa do Governo do Estado que promove a reinserção social de pessoas privadas de liberdade por meio da prestação de serviços de manutenção, conservação e reparos em unidades escolares da rede estadual. 

O programa alia reintegração social à valorização dos espaços públicos, beneficiando tanto as escolas quanto os participantes, que desenvolvem habilidades profissionais e senso de pertencimento social. São presos do regime semi-aberto, com bom comportamento e que já cumpriram parte da pena. 

O Paraná é pioneiro no uso de trabalho prisional na manutenção dos colégios estaduais. As pessoas privadas de liberdade que atuam nesse programa, a cada três dias trabalhados têm um dia de redução de pena. Até o início deste mês, atuavam em 427 unidades escolares foram atendidas somente em 2025, realizando mais de 2 mil serviços.

“Vamos chegar a 30 detentos do Mãos Amigas para ajudar na limpeza dos entulhos. Queremos ser rápidos nisso para que em breve as crianças e adolescentes voltem para a escola”, afirmou Ratinho Junior.

“É muito importante que tenhamos a reconstrução das nossas escolas públicas estaduais, ainda mais com o trabalho dos que cumprem pena no sistema prisional. Essa ação contribui para um clima de solidariedade e ajuda mútua tanto para os estudantes quanto para os apenados”, declarou o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira.

Neste momento, o grupo atua na remoção de entulhos e limpeza do Colégio Estadual Ludovica Safraider, localizado na região central da cidade e considerado o mais afetado pela tragédia. O ginásio do Colégio foi totalmente destruído e precisará ser reconstruído.

Nesta terça-feira (11), outros 16 detentos da regional de Cascavel devem se somar ao trabalho. Eles serão divididos em quatro equipes, cada uma com um policial penal e quatro presos. Embora não participem do Mãos Amigas, todos possuem autorização da Polícia Penal para a realização de atividades externas, como em empresas ou serviços comunitários.

O Governo do Estado também destinou R$ 50 mil ao Colégio Estadual Ireno Alves dos Santos e R$ 25 mil ao Colégio Estadual Ludovica Safraider, por meio do Fundo Rotativo, para ações imediatas de recuperação. O Fundo Rotativo é um recurso financeiro repassado diretamente às escolas estaduais para obras, reparos emergenciais e aquisição de materiais de consumo, permitindo respostas rápidas às necessidades das unidades de ensino.

Engenheiros do Fundepar e técnicos do Núcleo Regional de Educação já realizam o levantamento técnico dos danos para a contratação emergencial das obras, etapa que depende da conclusão da limpeza dos locais para avaliação completa da estrutura afetada.

Mutirão de Empregos reúne 20 empresas e oferta mais de 1.000 vagas em Curitiba na quarta

O Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Qualificação e Renda, realiza nesta quarta-feira (12) o Mutirão Geral de Empregos, em Curitiba. A ação reunirá mais de 20 empresas de diferentes segmentos, oferecendo mais de 1.000 vagas de emprego para trabalhadores da Capital e Região Metropolitana, de todos os perfis. Será na Agência do Trabalhador de Curitiba, na Rua Pedro Ivo, 503, Centro da Capital, das 9h às 16h, com entrega de senhas até as 12h.

Os candidatos poderão participar de entrevistas de emprego, fazer o cadastro no sistema de intermediação de vagas e, também, receber orientações sobre cursos de qualificação e programas estaduais de inserção profissional.

O mutirão faz parte de uma série de iniciativas promovidas pela Secretaria do Trabalho para estimular a colocação de trabalhadores no mercado, em todas as regiões do Estado, fortalecendo a parceria entre o Poder Público e o setor produtivo. 

O secretário do Trabalho, Qualificação e Renda do Paraná, Do Carmo, ressalta a importância da ação para quem busca uma oportunidade profissional e para as empresas que precisam preencher suas equipes.

“Nosso papel é ser um elo entre o trabalhador e o empregador. Em um único espaço, reunimos empresas que estão contratando e pessoas que querem recomeçar ou dar um novo rumo à carreira. Essas ações têm um impacto direto na economia e ajudam milhares de famílias paranaenses a melhorar de vida”, destacou o secretário.

Para participar do mutirão de empregos, basta comparecer na Agência do Trabalhador de Curitiba, com documentos pessoais com fotos e, se possível, currículo atualizado.

Serviço:

Mutirão Geral de Empregos

Data: 12/11, quarta-feira

Horário: das 9h às 16h

Entrega de senhas até 12h

Local: Agência do Trabalhador de Curitiba – Rua Pedro Ivo, 503, Centro – Curitiba

Câmara de Curitiba arrecada doações para vítimas do tornado no Paraná

A partir deste sábado (8), a Câmara Municipal de Curitiba (CMC) será um dos pontos de arrecadação da campanha da Prefeitura de Curitiba e da Fundação de Ação Social (FAS) em apoio à população de Rio Bonito do Iguaçu, no Centro-Sul do Paraná. O município foi devastado por um tornado na noite de sexta-feira (7). As doações podem ser entregues na portaria da Praça Eufrásio Correia (entrada do Anexo 1), das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira.

A campanha recebe roupas, água mineral, alimentos e produtos de higiene pessoal. O material arrecadado será encaminhado à FAS, que fará o transporte e a distribuição dos donativos às famílias atingidas. De acordo com a Defesa Civil, 90% da área urbana de Rio Bonito do Iguaçu foi afetada, com seis mortes confirmadas, duas pessoas desaparecidas e 432 feridas. O tornado foi classificado como de categoria F3, com ventos que chegaram a 250 km/h, segundo o Simepar.

“Quero deixar aqui minha solidariedade ao povo de Rio Bonito do Iguaçu, cidade no Centro-Sul do Paraná, que foi atingida por um tornado que afetou cerca de 90% das residências e prédios comerciais do município, provocando seis mortes até o momento. Conversei com o prefeito Eduardo Pimentel e Curitiba está mobilizada para receber doações através da FAS. Estaremos fazendo também aqui na Câmara Municipal um posto de arrecadação para ajudar nossos irmãos do Paraná”, afirmou o presidente da CMC, Tico Kuzma (PSD).

O governador Ratinho Junior decretou estado de calamidade pública e acompanha, na cidade, o trabalho da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e de equipes estaduais que prestam atendimento à população e avaliam os danos à infraestrutura.

Veja quais são os bloqueios de trânsito para o show do Linkin Park em Curitiba

Nesta quarta-feira (5/11), a banda Linkin Park vai apresentar o show da turnê From Zero – World Tour no Estádio Major Couto Pereira (Rua Ubaldino do Amaral, 63, Alto da Glória). 

Para garantir a segurança, a Superintendência de Trânsito da Secretaria Municipal de Defesa Social e Trânsito (SMDT) fará bloqueios na região conforme a chegada do público. O desbloqueio está previsto para acontecer às 5h de quinta-feira (6/11).

Moradores da região poderão ter acesso à área mediante documento que comprove vínculo com o perímetro.

Os portões do Couto Pereira serão abertos às 16h, com início do show principal marcado para as 21h e previsão de término as 23h30. Monitores do evento e agentes de trânsito irão organizar o tráfego na região. 

Ruas que serão afetadas

Pré-bloqueios

  • Rua Itupava com Mauá
  • Rua Agostinho Leão Júnior com Padre Camargo

Demais bloqueios

  • Rua Amâncio Moro com Ubaldino do Amaral
  • Rua Ubaldino do Amaral com Floriano Essenfelder
  • Rua Mauá com Floriano Essenfelder
  • Rua Floriano Essenfelder com 21 de Abril
  • Rua Pedro Rolim de Moura com Mauá
  • Rua Barão de Guaraúna com Mauá
  • Rua Maria Clara com Amâncio Moro
  • Rua Tertuliano Muller com Amâncio Moro
  • Rua Ivo Leão com Amâncio Moro

Nota Paraná sorteia mais de 43 mil prêmios nesta quinta-feira; veja como acompanhar ao vivo

O mês de novembro chegou com boas notícias para os participantes do Nota Paraná. O programa de cidadania fiscal da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) promove nesta quinta-feira (6) mais um sorteio para entrega de 43 mil prêmios a 3,29 milhões de consumidores que pediram CPF em suas notas fiscais. Ao todo, foram gerados mais de 32 milhões de bilhetes eletrônicos referentes às notas emitidas com CPF em julho.

Os valores sorteados nesta quinta-feira variam de R$ 50 a R$ 100 mil, e o sorteio poderá ser acompanhado ao vivo, a partir das 9h30, pelo canal da Sefa no YouTube. Durante a transmissão, o público verá em tempo real a revelação dos ganhadores e entenderá como funciona o processo de sorteio, com procedimentos que garantem total transparência.

Além dos consumidores, o sorteio também beneficia 1.551 entidades sociais cadastradas no programa. Essas instituições concorrem a 40 prêmios de R$ 5 mil e 20 mil prêmios de R$ 100, somando R$ 2,2 milhões. Os bilhetes das entidades somam mais de 4,1 milhões e são gerados a partir das doações feitas pelos consumidores, reforçando o caráter solidário do Nota Paraná.

COMO PARTICIPAR – Ao fazer compras em estabelecimentos comerciais do Estado, os consumidores cadastrados devem solicitar a inclusão do CPF na nota fiscal. Isso permite acumular créditos de ICMS, que podem ser transferidos para a conta bancária do participante.

Para isso, os consumidores devem acessar o site do Nota Paraná ou baixar o aplicativo em dispositivos Android e iOS. Basta fazer o cadastro para receber os bilhetes e concorrer aos sorteios mensais. Além disso, o programa de consciência fiscal também devolve créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em valores que podem ser transferidos diretamente para a conta-corrente do cidadão.

Governador sanciona lei que prevê CNH gratuita para pessoas em vulnerabilidade social

O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou nesta terça-feira (4), a lei 22.763/2025 , que cria o programa CNH Social. A iniciativa, coordenada pelo Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR), vai permitir que pessoas em situação de vulnerabilidade tenham acesso gratuito à formação e à obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), além da inclusão ou mudança de categoria. O objetivo é reduzir desigualdades sociais e econômicas e ampliar as oportunidades de ingresso e retorno ao mercado de trabalho.

A partir da sanção do governador, a lei será regulamentada pelo Detran-PR, com diretrizes para os próximos passos, contratação dos centros de formação de condutores participantes e orientações para os beneficiários. A expectativa é de que o primeiro edital com 5 mil vagas seja publicado ainda em 2025, para início de aulas em 2026. 

O programa isenta os beneficiários de todas as taxas relacionadas a exames médicos, cursos teóricos e práticos, provas e demais procedimentos necessários para a habilitação. Também será gratuita a inclusão da observação sobre Exercício de Atividade Remunerada (EAR) no documento. O investimento anual será de R$ 2,8 milhões. Os custos de implementação e operacionalização do programa serão custeados pelo Detran-PR.

“Uma medida que se soma a redução da alíquota do IPVA pela metade para os paranaenses a partir de 2026, e que vai garantir primeira habilitação para o jovem de baixa renda, para quem quer se profissionalizar e para mulheres que desejam mudar de categoria na habilitação”, diz o diretor-presidente do Detran-PR, Santin Roveda.

O CNH Social será dividido em quatro modalidades. A primeira, Habilita, destina-se à obtenção da primeira CNH nas categorias A e B. A segunda, Profissionaliza, atenderá motoristas que já possuem habilitação e desejam acrescentar as categorias C, D ou E, ampliando as possibilidades de trabalho, especialmente no transporte de cargas e passageiros. Nesta modalidade, a lei prevê ainda a realização dos cursos especializados para transporte de passageiros escolares, emergência e outros serviços.

Já a CNH nas Escolas garantirá 10% das vagas da primeira habilitação para estudantes ou recém-formados que tenham cursado todo o ensino médio na rede pública estadual. E o Mais Mulheres na Direção destina 10% das vagas para mulheres que buscam a primeira habilitação e pelo menos 50% das vagas para aquelas que pretendem mudar para as categorias C, D ou E. Além disso, 5% das vagas totais do programa serão destinadas a pessoas com deficiência (PCD).

Para participar será preciso comprovar renda familiar de até três salários mínimos, residir no Paraná há pelo menos 12 meses e no município onde o benefício será concedido. Além disso, a pessoa precisa estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Não poderão participar pessoas que tenham algum tipo de restrição do direito de dirigir (habilitação suspensa ou cassada).

O Detran-PR também ficará responsável por publicar relatórios periódicos com a distribuição das vagas e o número de beneficiários atendidos em cada modalidade, garantindo transparência e acompanhamento das ações.