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segunda-feira, 13 abril 2026
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Teatro do Paiol recebe apresentação única de dois espetáculos de dança de salão

O Teatro do Paiol recebe, neste domingo (4), às 17h, os espetáculos “Flor D’Elis” e “SerTão”, que destacam a dança de salão artística de Curitiba. Os ingressos custam R$30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada).

O espetáculo “Flor D’Elis” traz oito dançarinos interpretando as músicas mais emblemáticas da carreira de Elis Regina, abordando o empoderamento feminino nas danças a dois com a graciosidade e força da voz da eterna pimentinha. Já o espetáculo “Ser Tão” traz o tradicional forró, através da performance dos bicampeões brasileiros do gênero, Rodrigo Costa e Pamela Ribeiro. O espetáculo conta a história de duas almas que se encontram em algum sertão brasileiro, com livre inspiração na obra “Grande Sertão Veredas”, de João Guimarães Rosa.

Os espetáculos têm trilha composta por músicas nacionais que demonstram o momento importante que a dança de salão artística do Sul do País tem para o cenário nacional. O coreógrafo Luiz Dalazen, diretor e criador dos dois espetáculos, afirma que “a dança de salão de Curitiba vive o seu melhor momento, com diversas iniciativas de qualidade e premiação nacional e projeção internacional”.

Serviço:

Espetáculo “Flor D’Elis” e “Ser Tão”
Quando: 4 de dezembro de 2016, domingo, às 17h00
Local: Teatro Paiol (Praca Guido Viaro, s/nº – Prado Velho)
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
Mais informações: www.facebook.com/curitibaila

Táxi roda com Bandeira 2 até dia 2 de janeiro

Até às 6 horas do dia 2 de janeiro de 2017, os táxis de Curitiba estão autorizados a rodar em qualquer período com Bandeira 2 (3,30). A cobrança é garantida por lei municipal desde 1995, sendo permitida a partir da zero hora do dia 1º de dezembro e opcional no dia 30 de novembro, Dia do Taxista. A justificativa da Lei 8794/95 é que esta cobrança equivale ao 13º salário da categoria.

À exceção da Bandeira 2, não há qualquer outra alteração nos valores que podem ser cobrados do usuário. A tabela completa (em português e em inglês) deve estar obrigatoriamente afixada em local visível no próprio táxi e também está disponível no site da Urbs (www.urbs.curitiba.pr.gov.br) clicando em Transporte; Táxi e, em seguida, em valores cobrados – serviços de táxi.

O serviço de táxi custa atualmente R$ 2,70 na Bandeira 1 e R$ 3,30 na Bandeira 2. A bandeirada inicial é de R$ 5,40 e, em caso de chamadas pelo telefone, o taxímetro não pode estar além de R$ 8,10 no local do embarque. A hora parada custa R$ 24. O taxista é autorizado a cobrar R$ 2,70 por bagagem excedente (como mais de uma mala por passageiro).

Fora do período atual, ao longo do ano, a Bandeira 2 só vale entre 20h e 6h dos dias úteis; a partir de 13h de sábado até às 6h de segunda-feira e nos feriados.

Móbile

Além da tabela, o usuário também encontra no site da Urbs uma série de informações, incluindo a identificação do táxi e do taxista. A consulta pode ser feita também pelo celular, usando a área Móbile no site www.urbs.curitiba.pr.gov.br. No ambiente Táxi Legal, o usuário informa o número do veículo para ter acesso a informações como tipo de carro, placa, nome, número de cadastro, identificação e foto dos três taxistas autorizados pela Urbs a prestar o serviço.

Para buscar pela internet no computador, a consulta deve ser feita em “Transporte” e em seguida em “Táxi”, com número do carro na janela “Consultar Táxi”. Além disso, é possível ter informações da frota, como vida útil e tipo de combustível, legislação e localização de pontos de táxi na cidade.

Mais táxi

Em 2014, a atual gestão fez a primeira ampliação da frota em 40 anos. O número de carros pulou de 2.252 para 3.002. Também foi realizada a única licitação do serviço de táxi da cidade e implantadas medidas que acabaram com o comércio ilegal de placas e com a demora no atendimento.

Desde 2013, os táxis passaram a ter horário de pico, em que 100% da frota tem que estar em operação e o motorista titular da licença passou a ser obrigado a trabalhar com o carro pelo menos quatro horas por dia. Só esta alteração já significou uma ampliação de 30% na oferta do serviço o que, somado à ampliação da frota, resolveu um problema crônico da cidade: a falta de táxis para atender a demanda.

Seminário sobre Polícia Comunitária reúne militares e conselhos de Segurança

Militares estaduais, integrantes de outras forças da segurança pública, membros dos Conselhos de Segurança e público em geral participaram do I Seminário Internacional de Polícia Comunitária, organizado pela Polícia Militar do Paraná e realizado na quinta-feira (01.12). O evento, que aconteceu do Quartel do Comando-Geral em Curitiba, contou com palestras ministradas por integrantes da Japan International Cooperation Agency (JICA) e foi transmitido por meio de videoconferência para as sedes das mais diversas unidades da PMPR no Estado.

O seminário tratou de questões relacionadas à Polícia Comunitária no Paraná e no Japão. Dentre os palestrantes, os peritos da Polícia de Tóquio atuantes na JICA, Hisami Ohashi e Yoshiyuki Nakatani; Luciano Ribeiro, da Secretaria Nacional de Segurança Pública; capitão Jackson Aquiles Busnello e o tenente Eduardo Francisco Lewandowski, ambos da PMPR.

Na abertura, o subcomandante-geral da PM, coronel Arildo Luis Dias, destacou o trabalho da corporação, especial o Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária nas escolas. “É importante a participação da JICA neste evento, trazendo os conceitos de Polícia Comunitária empregados no Japão. Eles têm consolidado a política de polícia que fortalece a instituição e mantém os índices de criminalidade baixos. É um momento muito válido para a Polícia Militar do Paraná”, disse ele.

O evento foi organizado pela Coordenadoria de Polícia Comunitária para troca de informações entre as instituições. “Esta experiência é essencial e um ganho gigantesco para todos os militares estaduais e a sociedade como um todo. Nosso objetivo é poder aproveitar muito do conhecimento que os técnicos da JICA trouxeram e também adaptar o que for possível ao nosso contexto social”, disse o chefe da 5ª seção do Estado Maior da PM e coordenador de Polícia Comunitária da PM, tenente-coronel Vanderley Rothenburg.

DISTÂNCIA DIMINUI – Hisami Ohashi, da polícia de Tóquio, acompanhou as atividades da da Polícia Militar do Paraná e, no seminário, afirmou que a distância entre a comunidade e a corporação está diminuindo, sendo perceptível a interação entre as partes. “Ainda existe barreira, mas acreditamos que com o tempo esta relação irá melhorar. Um dos aprendizados que levaremos é que os policiais brasileiros têm facilidade de comunicação e isso ajuda muito”, ressaltou.

Moacir Marcos Pereira, Presidente do Conselho de Segurança de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, disse que o conselho tem proximidade grande com as forças de segurança do município, a Polícia Militar, a Guarda Municipal e a Polícia Civil. “Há uma interação entre os órgãos que são ligados à comunidade. Participar de um evento como este é algo importante e pretendo levar os conhecimentos para os demais moradores. É necessário que a população passe informações e mantenha o policial ciente das questões que envolvem a comunidade, para que assim possamos ajudar no seu trabalho”, disse.

“Em um momento como este temos a oportunidade de fazer um comparativo e podemos ver que a polícia do Japão é muito valorizada, porém aqui não acontece o mesmo com nossos policiais. Acredito que nosso dever é levar para a comunidade a necessidade de valorizar o profissional de segurança que atua pelo bem de todos”, acrescentou Cris Zanello, Presidente do Conselho de Segurança Rebouças.

AO VIVO – O evento foi transmitido ao vivo para Londrina na sede do 5º BPM, Maringá ( 2ª Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças), Ponta Grossa (1º BPM), Cascavel (4º Grupamento de Bombeiros), Foz do Iguaçu (14º BPM), Guarapuava (16º BPM), Pato Branco (3º BPM).

Aproveite o último mês da temporada 2016 do Domingo tem Teatro

O projeto Domingo tem Teatro chega ao último mês de apresentações da temporada 2016. Ainda dá tempo de aproveitar os espetáculos que serão encenados em 4, 11 e 18 de dezembro, sempre às 11h, no Teatro José Maria Santos, em Curitiba. O projeto foi criado para valorizar e incentivar a produção cultural dos grupos teatrais paranaenses e ofertar opções de lazer e entretenimento de qualidade para crianças e adolescentes.

O ingresso para assistir às peças é um brinquedo novo ou em bom estado, que será repassado para o Programa do Voluntariado Paranaense – Provopar Estadual, para alegrar o Natal de centenas de crianças. Esta edição do projeto tem o apoio do Criança na Plateia.

PROGRAMAÇÃO

04/12 | 11h

O BOTO – Amor de ROSAmar | Mataveri Cultural

Festa e música conduzem essa lenda brasileira em que tantas moças em beiras de rios e mares se apaixonaram. Segundo a lenda, o Boto Rosa emerge das águas do rio à noite em forma de um belo rapaz. Gentil e cavalheiro, todas as moças ficam encantadas por ele. A peça apresenta, de forma poética, uma dessas vezes em que ele apareceu para enamorar.

11/12 | 11h

O Caminho dos Girassóis | Companhia Pé no Palco

A peça aborda a beleza do crescimento das crianças, a descoberta lúdica do mundo, das relações na família, na escola e também o confronto com as realidades do mundo e com o progresso. No enredo, a coruja, senhora dos sonhos, e o beija-flor, mensageiro das inspirações, celebram o dia a dia das crianças. Em uma cidade que cresce engolindo paisagens, casarões e jardins, Flora e Gabriel se esforçam para preservar o caminho dos girassóis.

18/12 | 11h

Colecionador de Histórias | Di Trento Produções

Poesia e diversão estão juntas neste espetáculo, apresentado por um viajante, colecionador de histórias, que acaba de chegar de uma longa viagem. Ele começa a contar suas aventuras revelando objetos, bonecos e vários outros elementos que vão surgindo de dentro de uma mala. Suas aventuras são apresentadas de forma cronológica, desde muito antigamente até as suas últimas viagens, quando a tecnologia já se fazia presente. Ao final, ele vai embarcar em novas viagens.

Serviço

Domingo tem Teatro

Data: 04, 11 e 18 de dezembro de 2016 (domingo)

Horário: 11h

Ingresso: um brinquedo novo ou em bom estado

Local: Teatro José Jośe Maria Santos – Rua Treze de Maio, 655 – São Francisco – Curitiba

Paraná conquista 366 medalhas em competição nacional de matemática

Os estudantes da rede estadual de ensino conquistaram 366 medalhas na 12° edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), que reúne alunos de todo país. O resultado foi divulgado na quarta-feira (30) pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA). A premiação será feita no ano que vem.

Nesta edição, os estudantes da rede estadual do Paraná obtiveram 30 medalhas de ouro, 88 de prata e 248 de bronze. Além dos medalhistas, cerca de três mil alunos receberam menções honrosas pela participação.

O resultado é superior à edição anterior na qual os paranaenses conquistaram 246 medalhas e 1,4 mil menções honrosas. Os prêmios da edição 2015 foram entregues em novembro de 2016.

DISCIPLINA E PESQUISA – “Os estudantes estão de parabéns pelo bom desempenho e resultado conquistado nessa 12ª edicação da Obmep”, disse Fabiana Campos, superintendente da Educação de Secretaria Estadual da Educação. “A Obmep é uma grande oportunidade para despertar o interesse pela disciplina e por pesquisas de iniciação científica, além de aprimorar práticas pedagógicas que contribuem com o processo de ensino e aprendizagem”, afirmou ela.

DEDICAÇÃO – A estudante do 6° ano do ensino fundamental, Cecília Mileski de Paula, 12 anos, é uma das premiadas com a medalha de ouro. Segundo ela, a conquista é resultado da rotina de estudo diário da disciplina. “Para obter sucesso em tudo na vida é preciso dedicação e esforço que a recompensa vem”, disse.

“Estudei bastante e me preparei bem para responder as questões, então foi tranquilo”, completou a estudante do Colégio Estadual Mathias Jacomel, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Este é o terceiro ano consecutivo que a estudante Andressa Blum Peres, 13 anos, do 8° ano, conquista medalhas na Obmep, sendo uma de bronze (2014) e duas de ouro (2015 e 16). Ela conta que o bom desempenho é fruto do trabalho desenvolvido no curso de iniciação científica – no qual estuda novas metodologias de ensino matemático. “O programa me ajudou bastante porque, além de resolver matematicamente os cálculos, a competição exige a explicação discursiva de como chegamos ao resultado”, disse a aluna do Colégio Estadual Padre Claudio Morelli, em Curitiba.

INICIAÇÃO CIENTÍFICA – Os alunos medalhistas ganham o direito de participar do Programa de Iniciação Científica, que tem como objetivo despertar nos estudantes o gosto pela matemática e pela ciência em geral e motivá-los na escolha profissional pelas carreiras científicas e tecnológicas.

“O curso deu o suporte para a interpretação lógica das questões, por isso estava bem tranquila no dia da prova porque. Estudei bastante e se não conseguisse a medalha, mesmo assim estaria feliz porque fiz o meu melhor”, disse Andressa.

OBMEP – A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas é realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), com o objetivo de incentivar o estudo da matemática e revelar talentos na área. A partir do ano que vem, a Obmap será realizada em conjunto com a Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), conforme anúncio feito pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada na última cerimônia de premiação.

IBGE: negros são 17% dos mais ricos e três quartos da população mais pobre

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Entre 2005 e 2015, aumentou o número de negros entre os brasileiros mais ricos, de 11,4% para 17,8%. Apesar disso, a população branca ainda é maioria – oito em cada dez – entre o 1% mais rico da população. Entre os mais pobres, por outro lado, três em cada quatro são pessoas negras, segundo informou hoje (2) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mais da metade da população brasileira (54%) é de pretos ou pardos (grupos agregados na definição de negros), sendo que a cada dez pessoas, três são mulheres negras.

De acordo com a Síntese de Indicadores Sociais – Uma análise das condições de vida da população brasileira, o rendimento está relacionado à escolaridade, de difícil acesso à população negra. Em 2015, apesar de o número de negros cursando o ensino superior ter dobrado, influenciado por políticas de ações afirmativas, somente 12,8% dessa população chegou ao nível superior, enquanto os brancos de nível superior eram que 26,5% do total no mesmo ano.

A dificuldade de os negros conseguirem entrar em uma faculdade reflete altas taxas de evasão escolar ainda no ensino fundamental, por causa das altas taxas de repetência ao longo da vida. Porém, as condições em que vivem também dificultam a escolarização.

A pesquisa do IBGE revela que pessoas pretas e pardas têm mais probabilidade de viver em lares em condições precárias, sem acesso simultâneo a água, esgoto e coleta de lixo, em relação à população que se declara branca. Em mais da metade das casas, negros também não têm máquinas de lavar roupa, presente em três a cada dez lares de pessoas brancas.

Apesar das desigualdades, o IBGE revela que essas condições melhoraram nos últimos anos. No caso do saneamento, o percentual lares negros atendidos subiu de 44,2% para 55,3%, enquanto o atendimento em lares brancos aumentou de 64,8% para 71,9%.

O IBGE destacou também que o serviço de iluminação está universalizado, cobrindo 99,96% do país. Em 2015, a cobertura chegava a 83,5% das casas, principalmente em áreas urbanas.

De acordo com o especialista do IBGE, André Simões, as desigualdades no acesso a serviços e ao ensino de qualidade – como a educação privada, onde a repetência é menor – espelham questões estruturais do país que datam da colonização. Para que a qualidade de vida do brasileiro melhore como um todo, ele defende políticas públicas focadas nos grupos desfavorecidos.

“A população preta ou parda vem ampliando o acesso à educação e saúde, mas há uma herança histórica muito grande e isso indica que as políticas públicas devem continuar a focar, principalmente, nesse grupo”, disse o pesquisador. “Um país como o Brasil necessita de medidas específicas para corrigir essa desigualdade, esse é um ponto que deve ser frisado”.

O IBGE também perguntou sobre a situação do domicílio, se próprio ou alugado e, apesar da pequena a diferença, maior proporção de negros que brancos vive de aluguel, em imóveis cedidos ou em outra condição. Os donos do próprio imóvel são quase o mesmo tanto.

Mais crianças na extrema pobreza

Entre os mais jovens, a Síntese de indicadores também destaca que, por conta da piora no cenário econômico entre 2014 e 2015, aumentou o percentual de crianças de 0 a 4 anos vivendo com até um quarto do valor do salário mínimo, de 15,2% para 17,6%. Mesmo assim, a situação é melhor que em 2005, quando quase quatro em cada dez crianças nessa idade vivam com cerca de R$ 200. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) classifica famílias que vivem com até um quarto de salário mínimo per capita como famílias de extrema pobreza.

Na década, a melhoria das condições de vida dessas crianças, cuja maioria é de pretas ou pardas, está relacionada ao aumento real dos salários e programas sociais de transferência de renda, de acordo com relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), citado pelo IBGE.

Brasileiros feridos em acidente aéreo vão para mesmo hospital

O Ministério das Relações Exteriores informou que os quatro brasileiros que estão internados em Medellín, vítimas do acidente com o voo da Chapecoense, serão transferidos hoje (2) para o mesmo hospital, a clínica San Vicente. O estado de saúde dos jogadores Allan Ruschel, Jackson Follmann e Hélio Zampier Neto e do jornalista Rafael Henzel é crítico, mas estável. Nenhum paciente apresenta risco de morte.

Segundo a Chapecoense, o lateral Allan Ruschel foi submetido a uma cirurgia na coluna vertebral e inspira cuidados. Ele está com movimentos normais em membros superiores e inferiores e múltiplas escoriações. O zagueiro Neto, o último dos resgatados, também apresenta boas perspectivas de melhora.

O goleiro Follmann é o que se encontra em estado mais grave. Ele teve uma das pernas amputadas, está entubado e requer mais cuidados. O jornalista Rafael Henzel sofreu um trauma no tórax e uma fratura de perna, mas o pulmão já apresentou melhoras.

O acidente aéreo matou 71 pessoas, entre jogadores e dirigentes da Chapecoense e jornalistas. O avião com o grupo caiu próximo a Medellín na última terça-feira (29), após ficar sem combustível.

Coritiba fará homenagem à Chape dia 7

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Depois da tragédia ocorrida na Colômbia, envolvendo jornalistas, tripulantes e a delegação da Chapecoense, o mundo inteiro está se mobilizando para prestar as mais diversas homenagens. O time catarinense jogaria no Couto Pereira, no próximo dia 7 de dezembro, na grande final da Copa Sul-Americana e o Coritiba realizará um culto ecumênico neste dia.

A homenagem será no estádio coxa-branca, em horário a ser confirmado, mas desde já o clube convida torcedores dos mais diversos clubes e a sociedade em geral para participar deste momento.

Em breve mais informações.

Fonte: Site oficial do Coritiba

MIS-PR recebe exposição do fotojornalista italiano Valerio Bispuri

O Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR) recebe na próxima quinta-feira (08/12), às 19h, a exposição fotográfica Mirada Interior, do fotojornalista italiano Valerio Bispuri. A exposição mostra os últimos 15 anos do percurso fotográfico de Bispuri, um relato antropológico e jornalístico sobre alguns dos aspectos mais escondidos e desconhecidos da experiência humana. A entrada é gratuita.

Bispuri tem como marca a intensidade narrativa e o olhar sensível sobre temas sociais complexos e situações de segregação, conferindo valor antropológico e jornalístico à sua produção. Composta por 41 fotografias, a mostra inclui uma seleção de seis de seus mais importantes trabalhos – Encerrados, Paco, Ciganos, Filipinas, Índia e Cuba.

A exposição é promovida pelo Consulado Geral da Itália em Curitiba e o MIS-PR, com apoio do Instituto Italiano de Cultura de São Paulo.

VALERIO BISPURI – Fotojornalista desde 2001, Valerio Bispuri colabora com várias revistas italianas e internacionais. Fez reportagens fotográficas na África, Ásia e Oriente Médio, mas é na América Latina que trabalhou por mais tempo, morando por 11 anos em Buenos Aires. Recebeu vários prêmios internacionais.

Serviço

Exposição Mirada Interior no MIS-PR

Abertura: 8 de dezembro, às 19h

Período expositivo: até 13 de março de 2017

Entrada gratuita

Museu da Imagem e do Som do Paraná

Rua Barão do Rio Branco, 395 – Centro – Curitiba

Visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 17h

Sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h

41 3232-9113

www.mis.pr.gov.br

Homenagens a vítimas de acidente comovem atletas e população de Chapecó

Dezenas de milhares de pessoas lotaram a Arena Condá, estádio da Chapecoense, na noite de ontem (30) para homenagear as vítimas do acidente aéreo na Colômbia. O avião que caiu levava a delegação do clube catarinense e jornalistas para Medellín, na Colômbia, onde seria disputada a primeira partida da final da Copa Sul-americana contra o Atlético Nacional. A homenagem aconteceu na mesma noite em que estava previsto o jogo entre as duas equipes.

A emoção tomou conta da multidão desde a chegada ao estádio. Nas ruas de Chapecó, parecia não haver outro destino possível que não fosse a Arena Condá: grupos de amigos e famílias inteiras caminhavam rumo ao estádio vestindo as cores da Chapecoense e carregando faixas e bandeiras do clube.

As homenagens aconteceram simultaneamente na Arena Condá e no estádio Atanasio Girardot, em Medellín, na Colômbia, no horário em que seria disputada a partida.

As arquibancadas ficaram completamente lotadas. Os torcedores passaram a noite entoando cantos de apoio, em um esforço para mostrar ao mundo que o Verdão do Oeste não vai morrer com a tragédia que levou grande parte de seus jogadores, dirigentes e comissão técnica.

Com a presença no gramado de parentes das vítimas e de atletas que não foram relacionados para a viagem, a homenagem teve uma celebração religiosa em nome dos mortos. Em seguida, no auge da cerimônia, o telão da Arena Condá exibiu os nomes e as fotos de todas as 71 pessoas que morreram no acidente, momento que levou a multidão às lágrimas.

Homenagem emociona atletas

“Eu estava na lista do voo e não fui de última hora. Acho que isso, talvez, seja um aviso que era pra eu ficar aqui. Por isso, não posso me negar a nada. O que precisar fazer por esse clube, eu estou disposto”, afirmou o goleiro Nivaldo. Ele havia anunciado, após o acidente, que iria se aposentar dos gramados, mas agora disse não descartar uma sequência na carreira para ajudar a Chapecoense.

O atleta, um dos mais antigos no clube, falou sobre a torcida que lotou a Arena Condá para homenagear as vítimas da tragédia. “O torcedor tem a mesma dor que nós temos. Acho que eles fizeram hoje aquilo que não puderam fazer na final [da Copa Sul-americana]. Eles acreditavam que poderíamos ganhar o título, e acho que hoje foi uma válvula de escape. A gente se sente confortável de ter o apoio do torcedor nesse momento”, concluiu Nivaldo.

Outro goleiro da Chapecoense que não viajou com a delegação, Marcelo Boeck, disse que pretende preservar a memória dos colegas que morreram no acidente. “A minha lembrança, aquilo que eu vou tentar passar, é de alegria. É de um grupo feliz de homens que faziam tudo por suas famílias, para que os filhos deles, quando crescerem, possam ter orgulho e lembrar deles com carinho e alegria”, ressaltou.

Boeck contou, ainda, que fez aniversário na segunda-feira (28), véspera da tragédia. Ele pediu para não viajar para poder aproveitar a data com a família. “A gente tem um grupo no WhatsApp só dos jogadores. Todos eles me felicitaram, então eu vou guardar esse grupo para sempre. Não vou apagar, não vou sair, porque essa é a última lembrança que eu tenho deles. Um grupo parceiro, um grupo amigo”, relatou o atleta.