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quarta-feira, 8 abril 2026
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Vendas para o Dia dos Pais têm pior desempenho desde 2005, diz Serasa

As vendas para o Dia dos Pais deste ano tiveram o pior desempenho desde o início da série histórica, em 2005, segundo o indicador da empresa de consultoria Serasa Experian. Na semana anterior à data, as vendas caíram 8,8% em relação ao mesmo período de 2015.

No final de semana do Dia dos Pais, houve queda de 8,7% em todo o país na comparação com o final de semana equivalente do ano anterior.

Na cidade de São Paulo, as vendas na semana que antecede a data comemorativa caíram 8,1% ante a mesma semana do ano passado. No final de semana da data, as vendas tiveram queda de 7,5% em relação ao período equivalente de 2015.

De acordo com os economistas da Serasa, a queda do poder de compra dos brasileiros, tendo em vista o aumento do desemprego e a inflação ainda em patamar elevado, afetaram negativamente o comércio. “O crédito mais caro e escasso contribuiu para o desempenho negativo desta que é primeira dada comemorativa do varejo nacional do segundo semestre”, diz a nota da instituição.

UEPG vai divulgar lista de aprovados no Vestibular de Inverno nesta quarta-feira

A Coordenadoria de Processos de Seleção (CPS) da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) divulga, nesta quarta-feira (17), a relação de aprovados em primeira chamada e lista de espera do Vestibular de Inverno 2016. Os candidatos terão acesso às listas no endereço www.cps.uepg.br/vestibular, a partir das 14 horas. Na próxima semana, dia 24 de agosto, será a vez da Universidade Estadual de Maringá (UEM) divulgar os resultados do seu vestibular.

As provas do Vestibular de Inverno 2016 da UEPG ocorreram em 17 e 18 de julho, em Apucarana, Cascavel, Castro, Curitiba, Guarapuava, Irati, Jacarezinho, Maringá, Palmeira, Ponta Grossa, Rio Negro, São Mateus do Sul, Telêmaco Borba e Umuarama. Dos 12.974 inscritos, 1.545 não compareceram aos locais de provas, registrando um índice de 11,9% de ausências.

O concurso oferta 738 vagas, distribuídas em 36 cursos. Medicina apresenta o maior número de inscrições. São 4.545 candidatos concorrendo a 16 vagas (proporção de 284 candidatos por vaga). Em segundo lugar, aparece o curso de Engenharia Civil, com o registro de 740 concorrentes a 19 vagas (38,9/vaga).

MATRÍCULA – A matrícula e registro acadêmicos dos aprovados em primeira chamada ocorrerá em 2 e 3 de fevereiro de 2017. Para a lista de espera, a matrícula ocorre em 9 e 10 de fevereiro. O início do ano letivo está previsto para 2 de março. Apenas para os classificados no curso de Medicina, a matrícula se efetivará em 29 de maio de 2017 (lista de espera em 5 de junho), com início do ano letivo em 15 de agosto.

A partir do dia 23 de janeiro de 2017, o candidato deverá obrigatoriamente acessar o site www.uepg.br no item “Matrículas/Calouros 2017”, para completar os dados cadastrais de sua ficha de Registro Acadêmico e Termo de Ciência, que estarão disponíveis devidamente personalizados. Após o preenchimento, deverá confirmar os dados de sua ficha de registro no campo “Clique aqui para Gravar Dados e Imprimir”.

Em seguida, deverá imprimir duas vias, datar/assinar (no ato da realização da matrícula) e apresentar juntamente com os documentos solicitados para a matrícula, no dia, local e horário estabelecidos anteriormente. Para acessar o formulário de requerimento, deverá informa o número do CPF ou o número da inscrição e a data de nascimento.

Mais informações sobre o Vestibular de Inverno 2016 em www.cps.uepg.br/vestibular.

MARINGÁ – Na Universidade Estadual de Maringá (UEM) o resultado final será divulgado no dia 24 de agosto, às 10h, no site da instituição. Além da lista dos aprovados no limite das vagas, em primeira chamada, também haverá a publicação do listão geral com a situação de todos os que prestaram o concurso, contendo a aprovação, classificação e a reprovação. Essas listas estarão disponíveis para consulta pública em www.vestibular.uem.br e conterão o desempenho individual em cada prova. As aulas devem começar em março de 2017.

O curso mais concorrido, como nos anos anteriores, foi medicina com 307 candidatos por vaga. Arquitetura e urbanismo vem na sequência, com 60 candidatos por vaga, seguido por odontologia, com 48. No total, o vestibular de Inverno de 2016 teve mais de 17 mil candidatos inscritos para 1470 vagas ofertadas em 69 cursos.

Câmera destinada a fazer imagens do Parque Olímpico cai e fere quatro pessoas

Uma câmera pesando mais de 100 quilos (kg), presa a um cabo de aço, despencou agora à tarde, pouco antes das 15h, de uma altura de mais de 20 metros entre as Arenas Carioca 1 e 2 no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Com a queda da câmera, o suporte do equipamento acabou ferindo quatro pessoas, sem gravidade.

A área já estava isolada por uma fita amarela, pois o Cômite Organizador foi informado que havia problemas no cabo que sustentava o equipamento e técnicos foram chamados para resolver a situação. Se a área não estivesse cercada, o acidente poderia fazer um número muito maior de vítimas, porque o local é passagem do público, equipes de competidores e técnicos das seleções que participam das competições olímpicas.

Ventania

Na hora da queda, fortes ventos atingiram a região da Barra da Tijuca, chegando a mais de 53,6 quilômetros por hora (km/h) na Marambaia. A ventania chegou a quebrar a porta de vidro da entrada do International Bradcasting Center (IBC) e jogar longe várias lixeiras instaladas na área do Parque Olímpico, além de lonas que ficam na parte externa das arenas também foram arrancadas

Em Santa Cruz, também na zona oeste, os ventos atingiram 66,6 quilômetros por hora (km/h) e, em outro extremo da cidade, no Forte de Copacabana, na zona sul, os ventos fortes atingiram 75,2 km/h, antecedendo a chegada de uma frente fria que deve atingir o Rio de Janeiro nas próximas horas.

O equipamento que se soltou do cabo de aço foi contratado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) da empresa Olympic Broadcasting Services (OBS), responsável pelas imagens da área externa das arenas do parque.

Feridos

Os quatro feridos foram atendidos rapidamente no posto médico do Parque Olímpico e dois deles, que exigiam mais cuidados, foram transferidas para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, que fica ali perto. Um delas sofreu um corte no nariz e estava sangrando muito. O outro teve um ferimento no tórax. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, as duas vítimas passam bem.

O Comitê Rio 2016 informou que vai distribuir uma nota sobre a queda da câmera no Parque Olímpico.

No mar, Poliana ganha 1ª medalha do Brasil na natação feminina em Olimpíada

A paulista Poliana Okimoto, de 33 anos, fez história na manhã de hoje (15) em Copacabana, no Rio de Janeiro, tornando-se a brasileira mais bem colocada de todos os tempos na natação brasileira em Jogos Olímpicos. Ela ganhou o bronze na maratona olímpica, prova em que as nadadoras percorrem 10 mil metros em mar aberto.

Campeã mundial em 2009 e 2013, Poliana se manteve no pelotão de liderança por toda a prova, disputando até o sprint final uma posição no pódio contra a francesa Aurelie Muller e a italiana Rachele Bruni, que cruzaram a linha de chegada respectivamente na segunda e terceira colocações. Aurelie, no entanto, acabou desqualificada por ter atingido Rachele perto da linha de chegada, o que garantiu o bronze para a brasileira.

Quem não deu chance para as adversárias em Copacabana foi a holandesa Sharon Van Rouwendaal, que – a partir da terceira volta do circuito retangular – assumiu uma estratégia arriscada de impor um ritmo mais forte, mas que deu certo. Ela liderou a prova com vantagem até o final, assegurando o ouro.

Águas calmas

A baiana Ana Marcela Cunha, de 24 anos e campeã mundial em 2015 na prova de 25 km, ficou em décimo, entre as 26 competidoras que entraram nas águas calmas e esverdeadas de Copacabana na manhã desta segunda-feira. Ela se prejudicou por não ter conseguido se alimentar durante a prova.

Durante as quatro voltas da maratona aquática, as nadadoras podem se alimentar a cada volta, pegando uma alimentação especial a partir de uma plataforma. Ana Marcela teve sua alimentação derrubada por duas vezes ao tentar pegar o alimento.

A melhor colocação anterior de uma brasileira em esportes aquáticos havia sido de Joanna Maranhão, que conquistou o quinto lugar nos 400m medley em Atenas (2004).

Pela primeira vez, a maratona foi disputada como uma categoria independente. Antes, a prova era uma categoria da natação.

Usain Bolt: a história do tricampeão olímpico em números

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Depois de chegar ao bicampeonato olímpico nos 100m, 200m e no revezamento 4x100m, como integrante do time da Jamaica, Usain Bolt concluiu que tinha se tornado uma lenda do atletismo. Quatro anos depois, ele chega ao Rio de Janeiro para, como definiu, tornar-se imortal. O primeiro passo para se firmar, definitivamente, como o maior de todos os tempos foi dado na noite de ontem (14), quando acelerou na reta final para cruzar a linha de chegada da prova mais nobre do atletismo em 9s81. “Foi isso que eu vim fazer aqui. Isso prova ao mundo que eu sou o melhor novamente. É um bom começo”. O “Raio” segue assombrando o mundo, atropelando adversários e reescrevendo a história da modalidade. E ele avisa: “estou em melhor forma do que no ano passado”. Confira os números por trás do feito do jamaicano:

37%

Sete das 19 medalhas de ouro da Jamaica em Jogos Olímpicos pertencem ao tricampeão olímpico dos 100m. Ou seja, Bolt colabora com 37% do desempenho histórico de seu país natal.

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Bolt aparece agora como o terceiro maior vencedor da história do atletismo, com sete medalhas de ouro, sendo cinco em provas individuais. Foi o primeiro atleta, entre homens e mulheres, a chegar ao tricampeonato olímpico – e de forma consecutiva. Só existe um lugar para Bolt no pódio: o primeiro. Em três Olimpíadas, nunca ganhou uma medalha de outra cor se não a dourada.

9

Caso confirme a expectativa de vencer as três provas em que corre pela terceira vez consecutiva, Usain Bolt chegará às nove medalhas de ouro, igualando-se ao norte-americano Carl Lewis e o finlandês Paavo Nurmi como recordista em número de vitórias no atletismo olímpico. “Eu vim para esta Olimpíada para ganhar três ouros e me afirmar como um dos maiores de todos os tempos. Estou focado nisso. Se, por acaso, eu não conseguir, não vou me sentir realizado”.

1-2-3

A ordem do pódio da final olímpica foi quase uma repetição do que se viu no último campeonato mundial, disputado no ano passado, em Pequim. A diferença é que, naquela ocasião, o canadense Andre de Grasse dividiu a medalha de ouro com o norte-americano Trayvon Bromell, que apareceu em último lugar na corrida do Engenhão.

9s86

Este foi o tempo com que Bolt venceu a segunda semifinal dos 100m, avançando para a grande decisão com o melhor tempo entre todos os competidores. Com a marca, o “Raio” pulverizou seu melhor tempo do ano, que, até então, era de 9s88. E ele ainda chegaria cinco centésimos mais rápido na final. “Eu sabia que seria uma corrida difícil, como sempre é, mas meu tempo na semifinal me deu confiança. Eu me senti muito bem depois do que fiz na semifinal”.

9s81

Se tivesse sido alguns centésimos mais rápido, Bolt poderia estabelecer o melhor tempo do ano. O vice-campeão Justin Gatlin ainda sustenta a marca de 9s80, alcançada na seletiva norte-americana para os 100m. Este foi o pior tempo de Bolt em finais dos Jogos – em Pequim, cravou 9s69 e em Londres, 9s63. E ele acredita que poderia ter voado ainda mais baixo: “Foi complicado correr mais rápido porque o tempo de recuperação foi muito, muito, muito curto. Na minha opinião, isso foi ridículo”.

9s58

Há sete anos, Bolt correu para 9s58 e estabeleceu o recorde mundial que vigora até hoje. E ele afirma que só há uma pessoa capaz de quebrá-lo: ele mesmo. “Depois da semifinal, eu me senti muito bem e pensei que poderia quebrar o recorde ou chegar perto disso se tivesse tido um bom intervalo de descanso. Provavelmente eu poderia, mas fui lá e deixei tudo o que eu podia na pista”.

1h18

Foi o intervalo entre a bateria semifinal disputada por Bolt e a largada para a final. O curto tempo de recuperação entre as duas provas foi extremamente criticado pelo campeão. “Me afetou um pouco. Todos os anos, sempre tivemos duas horas ou mais entre a semifinal e a final. Pessoalmente, acho que se tivéssemos mais tempo, teríamos uma corrida ainda mais rápida. Eu esperava correr mais rápido na final, mas o intervalo entre as provas foi péssimo para qualquer atleta. Eu fiquei cansado depois dos 100m porque não tive tempo suficiente. E eu nunca fico cansado”.

50m

Justamente na metade da prova é que Usain Bolt sentiu que poderia ser o primeiro mais uma vez. “Não foi a melhor largada. Eu sabia que Justin (Gatlin, segundo colocado) começaria bem, mas disse a mim para não me preocupar e fazer o meu tempo para assumir a liderança. Nos 50m eu senti que poderia vencê-lo”.

200m

Apesar de se manter como o homem mais rápido do planeta há oito anos, Bolt elege a prova dos 200m como sua favorita. “Estou sempre confiante para os 200m. A prova dos 100m é sempre a mais difícil para mim”. Ele é campeão olímpico e mundial e recordista olímpico (19s30) e mundial (19s19) nesta distância. As primeiras semifinais começam a ser disputadas amanhã (16).

400m

Depois de acompanhar o sul-africano Wayde van Niekerk quebrar o recorde mundial dos 400m, Bolt revelou que seu técnico (Glen Mills) deseja ver o velocista na prova mais longa. “Meu técnico quer que eu corra os 400m. Se dependesse dele, eu disputaria os 400m neste momento. Ele sempre me diz que, se eu fosse correr esta prova, eu poderia quebrar o recorde dos 400m, porque tenho velocidade e energia para isso”.

Estudante desenvolve projeto para ajudar quem tem intolerância à lactose

Pensando em facilitar a vida de milhares de pessoas que têm intolerância à lactose, substância presente no leite e derivados, a estudante Maria Vitória Valoto, de 16 anos, desenvolveu cápsulas reutilizáveis que tornam o produto bom para aqueles para os quais o consumo é contraindicado. Com o projeto, Maria Vitória  tornou-se, aos 16 anos, uma das 16 finalistas da Google Science Fair 2016, que teve inscritos de todo o mundo

Aluna do ensino médio na cidade paranaense de Londrina. ela será a primeira estudante brasileira a participar da cerimônia entrega de prêmios aos vencedores da competição, que busca ideias para tornar o mundo melhor por meio da ciência e engenharia.

A cápsula desenvolvida por Maria Vitória tem a enzima lactase, responsável pela “quebra” da lactose. As cápsulas devem ser colocadas em um recipiente com leite e, de quatro a cinco horas depois, o leite está próprio para o consumo de quem tem intolerância à lactose.

O interesse da estudante pela ciência foi estimulado pela escola, que tem iniciação científica como disciplina. A sugestão para a pesquisa veio da Universidade Norte do Paraná (Unopar), e Maria Vitória não teve dúvidas em trabalhar com o tema da intolerância à lactose, problema que acompanha de perto com o pai. Durante seis meses, ela trabalhou no projeto até chegar ao resultado.

“Quando comecei a desenvolver o projeto científico queria algo que tivesse impacto social legal, que fizesse a diferença. Eu via meu pai dentro de casa e fui pesquisar quantas pessoas têm intolerância. Vi que o problema existe na casa de milhares de pessoas e que eu poderia ajudar a muita gente”, conta a estudante do 2° ano do ensino médio do Colégio Interativa.

Segundo Maria Vitória, a ideia é inovadora, porque atualmente existem poucos medicamentos para uso direito no leite e, ao ter a possibilidade de reutilizar a cápsula, o custo fica menor.

Maria Vitória disse que, com o auxílio de professores, continua trabalhando no aperfeiçoamento da pesquisa. Para a estudante, a experiência tem trazido amadurecimento e a ajudou a definir o futuro profissional.

“Com o projeto, amadureci bastante, não tinha noção do que queria fazer na faculdade e agora tenho noção de que quero trabalhar na área da saúde, quero fazer farmácia. E aprendi a lidar com frustrações – isso a gente aprende com a iniciação científica”, afirmou.

Para a estudante, seria ótimo que o incentivo à iniciação científica nas escolas fosse comum em todo o país. “É muito bom ver o brilho nos olhos dos jovens querendo fazer a diferença. Seria um incentivo para fazer um Brasil melhor.”

A final do Google Science está marcada para setembro, nos Estados Unidos. Maria Vitória concorre com estudantes dos Estados Unidos, da África do Sul, da Índia, de Singapura, da Zâmbia, da Malásia, de Bangladesh e da Arábia Saudita. Entre os finalistas, há projetos de combate à seca, detecção de câncer e desenvolvimento da memória com uso de logarítimos.

Receita libera pagamento de restituições do terceiro lote do IR 2016

A Receita Federal libera hoje (15) o crédito bancário relativo ao terceiro lote de restituição do Imposto Renda Pessoa Física 2016. Estão sendo liberadas também restituições dos exercícios de 2008 a 2015, que deixaram a malha fina. A consulta ao lote está disponível deste o último dia 6 na página da Receita na internet.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página ou ligar para o Receitafone 146. A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smartphones que facilita a consulta às declarações e à situação cadastral no CPF.

Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá entrar em contato pessoalmente com qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Diego Hypólito e Nory ganham prata e bronze para o Brasil na ginástica artística

O Brasil se saiu bem na final da ginástica artística masculina e ganhou duas medalhas na final do solo com Diego Hipolyto e Arthur Nory Mariano que foram respectivamente prata e bronze.

O ouro ficou com o britânico Max Whitlock.

Os brasileiros estrearam bem no solo e se mantiveram ao longo da competição com a segunda e a terceira maiores notas.

Diego atingiu 15.533 pontos e Arthur 15.433. Já Whitlock marcou 15633 pontos.

Morre militar da Força Nacional baleado por traficantes no Rio

O soldado da Força Nacional Hélio Vieira Andrade morreu no Hospital Salgado Filho, no Méier, bairro da zona norte do Rio, onde estava internado desde a última quarta-feira (10), depois de ser baleado por homens armados, na Vila do João, no Complexo de Favelas da Maré.

Oriundo do estado de Roraima, ele foi atingido na cabeça por um tiro quando, junto com mais dois colegas de farda, entrou por engano na comunidade. A informação da morte do militar foi confirmada pelo Ministério da Justiça.

Pelas redes sociais, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, lamentou a morte do militar. “Quero expressar meus sentimentos aos familiares do soldado Hélio Vieira, que sofreu um ataque covarde e, infelizmente, morreu hoje em decorrência dos ferimentos”, disse.

“Soldado Vieira é um verdadeiro herói do nosso país. O presidente da República, Michel Temer, decretará luto oficial pela morte de nosso herói. Honra e dignidade aos nossos policiais”, acrescentou.

Orçamento previsto para universidade federais pode ser reduzido em 31%

Os recursos destinados às universidades federais previstos na Lei Anual Orçamentária (LOA) de 2017 devem ser cerca de 31% inferiores ao previsto este ano. A estimativa é que haja uma redução na previsão de investimentos em 45% e de 20% para o custeio, que é a quantia destinada para pagar salários e manutenção do Ensino Superior.

A informação foi divulgada nessa semana no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Quem tem acesso ao sistema são os gestores da educação. A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) teve conhecimento dos dados nesta terça-feira, dia 9. A entidade defende um aumento de recursos de 2,5% acima da inflação.

A presidente da Andifes, Angela Paiva Cruz, que é reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, ressalta que programas das universidades podem ser prejudicados. “O impacto vai ser muito negativo, muitas obras serão descontinuadas ou paradas ou não iniciadas e poderemos ter problemas com contas que são ultra-necessárias. Considero, por exemplo, o pagamento das bolsas dos estudantes, que tem prioridade, se não a universidade não funciona”.

Contingenciamentos

O membro da Comissão do Orçamento da Andifes, reitor da Universidade Federal de Alfenas, em Minas Gerais, Paulo Márcio de Faria e Silva, lamenta a redução na previsão para o orçamento do ensino superior e teme que, mesmo com a promessa de gastar todo o valor previsto para 2017, o governo seja obrigado a novos contingenciamentos por causa de uma possível queda na arrecadação.

“O que preocupa é você trabalhar com o orçamento menor. A gente entende a situação econômica do país, mas se não puder aumentar, deve ao menos continuar com o valor do orçamento que já era mantida pelas universidades. O que não era uma situação confortável, uma vez que a gente já vinha sofrendo com contigenciamentos”, diz Faria e Silva. Para o reitor, o investimento no ensino superior pode ajudar o país a retomar o crescimento econômico.

O Ministério da Educação (MEC), em nota, informou que a previsão do orçamento para o ensino superior do próximo ano é igual ao valor que será gasto neste ano, ou seja, cerca de R$ 6,7 bilhões. A diferença, segundo o MEC, é que parte dos recursos para as universidades federais foi contingenciada pelo governo nos primeiros meses do ano e cerca de 30% do previsto para 2016 não deve ser gasto. O ministério informou ainda que vai gastar todo o valor destinado para 2017.

A Andifes, associação que reúne os reitores dos Institutos de Ensino Superior do Brasil, diz que vai trabalhar para tentar reverter a previsão do orçamento para a área em 2017, inclusive atuando no Congresso Nacional.