O deputado federal Jean Wyllys (PSOL), eleito, no ano passado, pela terceira vez consecutiva, decidiu abrir mão do novo mandato. Por meio de um post no Twitter, o parlamentar afirmou que “preservar a vida ameaçada” também é uma “estratégia da luta por dias melhores”.

Na rede social, Jean Wyllys disse: “Fizemos muito pelo bem comum. E faremos muito mais quando chegar o novo tempo, não importa que façamos por outros meios! Obrigado a todas e todos vocês, de todo coração. Axé!”

[themoneytizer id=”21651-2″]

 

Abaixo desta frase, Jean Wyllys colocou o link de uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo, onde ele explica que decidiu abandonar a vida política, uma vez que, nos últimos meses, tem sofrido ameaças de forma cada vez mais recorrente.

Na entrevista, ele conta que está fora do Brasil, de férias, mas que não pretende voltar para o país e que, agora, vai se dedicar a carreira acadêmica.

Segundo Jean Wyllys, outro motivo que o fez tomar a decisão, foi o fato de que familiares de um ex-policial militar suspeito de chefiar a milícia investigada pela morte da vereadora Marielle Franco trabalharam para o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), durante o seu mandato como deputado estadual, no Rio de Janeiro.