27.3 C
Curitiba
sábado, 4 abril 2026
Início Site Página 214

Empate no primeiro confronto

Nesta quarta-feira (12), o Coritiba entrou em campo pela primeira partida da 3ª fase da Copa do Brasil. Em jogo pegado e com muitos gols, o confronto entre Coritiba x Sport terminou empatado em 3 a 3. Alef Manga marcou os três gols do Coxa no jogo.

O próximo compromisso da equipe alviverde é no domingo (16), na estreia do Brasileirão 2023. O Coritiba viaja até o Rio de Janeiro para enfrentar o Flamengo, no Maracanã, às 16h. 

O jogo

Antes da bola rolar, os mais de 30 mil torcedores presentes no Couto Pereira assistiram e participaram da inauguração da nova iluminação do estádio, com luzes de LED, de tecnologia de última geração. Nos setores, a torcida iluminou o Alto da Glória com “gelatina” verde na lanterna dos celulares e participaram de um show de luzes incrível nos quatro cantos do estádio.

Para o primeiro confronto da 3ª fase da Copa do Brasil, o técnico António Oliveira escalou a equipe coxa-branca com: Gabriel, Bruno Viana, Bruno Gomes, Andrey, Rodrigo Pinho, Alef Manga, Kuscevic, Natanael, Victor Luis, Liziero e William Pottker.

O jogo começou pegado no Alto da Glória, aos 8’ minutos o Sport abriu o placar. O Coritiba não sentiu o gol e se lançou ao ataque, apertando a zaga adversária e chegando com perigo na área.

Aos 15’ minutos, o empate coxa-branca e uma pintura no Couto Pereira! Em jogada pela esquerda, Bruno Gomes recebeu lançamento de Pottker e colocou de cabeça na área, a zaga adversária tirou. Posicionado na entrada da área, a bola parou nos pés de Alef Manga, que no rebote de primeira mandou no ângulo, balançando as redes. 1×1 no placar!

Com boas jogadas, o Coritiba trabalhava pelo meio campo buscando espaços na marcação. Aos 20’ minutos, Alef Manga virou o jogo! Rodrigo Pinho chegou pela direita e tocou para Manga. O camisa11 deixou a zaga do Sport para trás, cortou pro meio e acertou um belo chute rasteiro, marcando o segundo gol do Coxa e dele na partida. 

Ainda na primeira etapa, o Coxa chegou com perigo aos 40’ minutos. Bruno Gomes recebeu a bola pelo meio campo e avançou perto da área. O camisa 6 cortou para dentro e tentou o chute de longe, a bola desviou e foi pela linha de fundo.

Na segunda etapa, o técnico António Oliveira fez substituições na equipe: Júnior Urso, Kaio, Robson, Marcelino Moreno e Jamerson entraram nos lugares de Andrey, William Pottker, Rodrigo Pinho, Natanael e Victor Luis.

O segundo tempo continuou pegado, o Sport empatou a partida aos 05’ minutos. O Coritiba seguiu trabalhando a bola e, aos 13’ minutos após cobrança de escanteio, Andrey chutou forte de fora da área e  a bola passou raspando o travessão. Aos 15’ minutos, o Sport marcou o terceiro gol.

Avançando pelos espaços, o Coxa aproveitava os contra-ataques para chegar pelas laterais. Aos 29’ minutos, em jogada dentro da área, o árbitro foi até o VAR analisar um lance de mão do jogador do Sport. Após a verificar, pênalti para o Coxa! Alef Manga foi para a batida e mandou para o fundo da rede com segurança.

Ainda na segunda etapa, o Coxa chegou a marcar o 4º gol, mas durante a jogada o árbitro assinalou impedimento. Avançando, o Coritiba chegou com perigo aos 44’ minutos. Kaio recebeu pela direita e chutou rasteiro em direção às redes, o goleiro defendeu.

Com o apito final, o jogo terminou empatado em 3 a 3. O jogo de volta está marcado para quarta-feira (26) às 19h, na Ilha do Retiro.

Furacão sai atrás na Copa do Brasil e precisa da virada no Caldeirão

O CBR teve uma boa chance logo no primeiro minuto, com um chute perigoso de Mike. O Athletico deu a resposta e, aos 8′, Canobbio recebeu na ponta e cruzou para Terans finalizar. A bola bateu em Vitor Roque e entrou. No VAR, foi anotado impedimento de Canobbio.

O jogo era aberto e os dois times revezavam boas oportunidades. Bento fez boas defesas em finalizações de Matheus Ribeiro, João Paulo e Mike. Do outro lado, o goleiro Diogo Silva entrou em ação em chutes de Canobbio, Fernandinho e Terans.

Já no final da primeira etapa, Vitor Roque quase marcou em jogada individual, arrancando pelo meio da defesa e batendo com muito perigo.

O ritmo seguiu o mesmo após o intervalo. Bento defendeu uma cabeçada de Anderson Conceição. Zé Ivaldo cabeceou por cima do travessão em cruzamento de Khellven.

Mas, aos 10′, Copete avançou pela esquerda e cruzou rasteiro. Anderson Leite apareceu na segunda trave e mandou para a rede, colocando o CRB na frente.

O Athletico foi em busca do empate. Terans finalizou raspando a trave. Dois chutes de Zé Ivaldo pararam em Diogo Silva. Na segunda, o goleiro do CRB rebateu e Vitor Roque quase marcou no rebote. Pablo, de cabeça, também fez o camisa 1 do time da casa trabalhar.

Já aos 50′, Romão dividiu a bola com Vitor Roque dentro da área. O árbitro viu um empurrão do zagueiro do CRB e marcou pênalti. Mas voltou atrás após rever a jogada no VAR.

Violência nas escolas: como falar com crianças e adolescentes

“Mamãe, eu vou poder ir para a escola?” “Por que há massacre?” A professora Gina Vieira, pesquisadora em educação no Distrito Federal, ficou aturdida ao ouvir do filho de 12 anos a palavra “massacre” e perguntas que exigem mais do que uma simples resposta: exigem atenção, ouvidos disponíveis, seriedade, serenidade e acolhimento. 

“Muitas vezes, as famílias se recusam a conversar [sobre atentados tornados públicos em escolas e outros ambientes] porque acreditam que isso pode traumatizar a criança. Só que as crianças estão em um mundo em que elas são expostas de maneira visceral a tudo o que acontece”, diz a pesquisadora em educação que tem projetos premiados no campo da educação e de direitos humanos. 

Ela explica que dialogar com as crianças sobre o que está acontecendo requer que os pais superem a perspectiva ingênua de acreditar que a violência na escola é algo relativo ao ambiente escolar. Gina Vieira entende que mensagens de ódio e desinformação passaram a ocupar espaço central no país.

“É necessário que os pais ouçam as crianças e estejam atentos aos sinais de que podem estar assustadas, apreensivas e com medo”, diz Gina Vieira.

Acolher esses sentimentos é a palavra adequada, segundo a professora de psicologia Belinda Mandelbaum, da Universidade de São Paulo (USP). “Em um primeiro momento, é necessário escutar o que chegou até elas. Escutar os medos e as impressões. A partir dessa escuta, os adultos podem, de alguma maneira, contribuir para uma ampliação da compreensão da criança sobre aquilo que ocorreu”. Assim, os adultos devem ficar disponíveis para poder responder às perguntas das crianças, ouvir e pensar com ela sobre as questões que elas têm.

Para a psicopedagoga Ana Paula Barbosa, que também é professora de psicologia e pesquisa o desenvolvimento infantil, é fundamental que os adultos não neguem às crianças a possibilidade de sentir e se emocionar. É preciso que as famílias estejam dispostas para essa conversa. 

“Elas vão perguntar: ‘mãe, o que está acontecendo?’, ‘morreram crianças?’” Não negue e não se afaste. Acolha a criança e pergunte em que espaço ela ouviu aquela informação. Então, traga a criança para perto. Perguntar o que ela está sentindo e explicar o que é o medo”, pondera a professora do Centro Universitário de Brasília. 

A professora recomenda que é possível explicar que o medo é um sentimento e que as famílias e as pessoas na escola estão trabalhando para cuidar da segurança dela.

Uma oportunidade, segundo Ana Paula Barbosa, para identificar que não é bom ser violento, mas que algumas pessoas utilizam a violência. “Podemos falar sobre o medo para criança externalizar esse sentimento de algum modo. Ela ainda está em processo de desenvolvimento. Deixar claro para ela que, se a criança tiver medo na escola, pode chamar a professora, pedir ajuda, falar sobre os sentimentos”.

Até porque, segundo outra especialista, a pesquisadora Danila Zambianco, da Universidade de Campinas (Unicamp), por vezes, o adulto causa mais temor ainda na criança, uma vez que potencializa algo que até pode ter passado despercebido. “É importante que as famílias deem espaço para as crianças falarem o que percebem e que elas expressem sentimentos”. 

Ao invés de inquirir a criança se ela sabe algo sobre a violência, questionar se algo de diferente chamou atenção. “Isso quer dizer que é necessário que o adulto tome cuidado para não julgar o que a criança trouxe”.

Inclusive, as especialistas ouvidas avaliam que é importante, tanto quanto a informação, respeitar quando crianças manifestarem desconforto em ir para a escola. Em continuidade a uma eventual falta, é importante que os adultos responsáveis indiquem que estão atentos a todas as providências de segurança tomadas. 

Segundo as pesquisadoras, os adultos também transmitem ansiedade e preocupação. E esses sinais são captados pelas antenas da sensibilidade das crianças.

Adolescentes

Embora consigam refletir sobre as crises de uma forma mais elaborada, adolescentes requerem também atenção bastante especial em relação ao que ouvem e recebem do mundo. “A gente ainda acha que o adolescente tem algumas capacidades a mais do que a criança, mas o cérebro do adolescente também está em desenvolvimento”, pontua a professora Ana Paula Barbosa. 

Adolescentes vivem em meio a descobertas, e chegam a registrar alguns episódios de maneira também distorcida, idealizada ou até romântica. “Para lidar com o adolescente, não se costuma utilizar componentes lúdicos. A gente vai ter que encarar uma conversa que traga alertas e possibilidades de riscos para que a pessoa compreenda melhor o que se passa”. 

Outra providência que adultos podem tomar é chamar atenção para que adolescentes não satirizem os eventos, chamando-os à responsabilidade moral diante das notícias de tragédia. “Que tipo de humor é esse que se faz por cima do sofrimento de algumas pessoas?”

 Uso contínuo de celular com  a cabeça inclinada para baixo pode gerar problemas na cervical.
Arquivo/Rovena Rosa/Agência Brasil

Abandono digital

A exposição chega à sala de casa a partir da TV ligada ou do celular que alguém traz sempre à mão. Paralelo ao momento terrível de violência, Gina Vieira aponta que as crianças estão expostas a uma espécie de “abandono digital”. “Os pais estão soterrados de trabalho. As famílias sobrecarregadas e as crianças muitas vezes estão entregues a dispositivos móveis”. 

A psicopedagoga Ana Paula Barbosa orienta que os responsáveis se aproximem das crianças e observem para saber o que elas estão olhando ou ouvindo.

“As notícias mais fortes devem ser evitadas”. Mas ela enfatiza que isso não deve ser motivo para evitar o assunto porque as informações podem chegar distorcidas de outro lugar. 

Essas distorções via redes sociais são perigosas, diz a professora Belinda Mandelbaum, pesquisadora do Laboratório de Estudos da Família, da USP.

“É preciso entender o que toda essa tecnologia significa para elas e poder mostrar também os riscos que estão envolvidos. Tudo aquilo que as crianças não tenham ainda condições de enxergar”.

Essa aproximação em relação aos meios digitais é papel da família e da escola, cada um em suas características e responsabilidades. “As crianças podem receber informações que podem ser muito perigosas. Elas precisam de adultos”.

O papel das escolas

São Paulo (SP), 29/03/2023 - Professores de São Paulo protestam contra a violência nas escolas em frente à Secretaria de Educação, na Praça da República, após o ataque na escola Thomazia Montoro.  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
São Paulo (SP), 29/03/2023 – Professores de São Paulo protestam contra a violência nas escolas em frente à Secretaria de Educação, na Praça da República, após o ataque na escola Thomazia Montoro. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

As pesquisadoras veem que os profissionais da escola devem ser participantes ativos para que crianças e suas famílias sintam que o espaço educacional é acolhedor. “É importante que, como parte do diálogo com as crianças, as escolas estabeleçam diálogos. As famílias precisam se sentir parte da construção da cultura de paz no espaço escolar”, diz Gina Vieira.

A professora Ana Paula Barbosa defende que um momento como esse impõe que as unidades de ensino entendam que é preciso investir mais em programas de saúde mental para todos.

“É hora de a escola rever alguns papéis. Não pode mais ser apenas um espaço conteudista de matemática, português, geografia”.

Elas defendem que a escola é um espaço humano de desenvolvimento, de uma aprendizagem que não cai na prova.

Além disso, as professoras acrescentam que o momento proporciona a reflexão para a necessidade de que a reunião de escola seja mais do que para tratar das notas dos filhos, mas também que o diálogo e programas sobre diversidade, bullying e sentimentos sejam parte da rotina escolar, e não apenas em momentos de crises. 

“Não se faz milagre nas escolas. É necessário equipá-las com mais profissionais de saúde mental. Isso que está acontecendo mostra essa necessidade”, diz a professora Ana Paula Barbosa. 

Adversária ao papel humano das escolas, há, no entender das pesquisadoras, parcela da sociedade que espetaculariza e monetiza a violência. “A gente fica chocado quando violência se apresenta na escola, mas está espelhando o que está acontecendo na sociedade”, diz Gina Vieira. Por esse motivo, ela defende que a escola tenha espaços garantidos de escuta e de discussão. 

“A escola não pode abrir mão da sua dimensão educativa em uma perspectiva de educação integral, humana e crítica que celebre a diversidade e a cultura de paz”, diz Gina Vieira. 

Para a professora Belinda Mandelbaum, é necessário aproveitar o momento também para fazer uma reflexão muito ampla sobre acontecimentos dentro das escolas. “Tem muita violência, maus tratos, comunicações violentas verbais, e até agressões”.

Na escola, diferente da intimidade do lar, a experiência é coletiva, conforme ressalta Danila Zambianco, da Unicamp. “Na escola, é também preciso ressaltar os espíritos de cooperação e de solidariedade”. Diferente do medo, conforme as especialistas, generosidade e respeito são aulas simples de entender para as crianças e que os adultos podem ficar mais atentos.


🔎 Em resumo, pais e professores devem ouvir para poder orientar.

Crianças e adolescentes precisam se sentir acolhidos, dizem especialistas

1 – É importante preservar as crianças, mas não esconder, mentir ou fugir de temas como a violência nas escolas

2 – Crianças devem ser informadas que os adultos estão atentos à segurança delas

3 – Fundamental que o adulto mostre-se disponível para conversar

4 – Adultos não devem julgar os sentimentos dos pequenos (nem dos adolescentes)

5 – Observar e se aproximar das crianças para identificar o que estão recebendo via redes sociais

6 – Importante não potencializar um evento

7 – Explicar que o medo faz parte da vida de todo ser humano e que as crianças são protegidas pelos adultos

8 – Pais e profissionais da educação devem estar mais próximos para garantir a serenidade diante do momento

9 – Adultos devem orientar adolescentes contra a satirização ou distorção dos eventos

10 – Crianças devem ser incentivadas a se expressar, mas não forçadas

Denúncias

Denúncias sobre ameaças de ataques podem ser feitas ao canal Escola Segura, criado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, em parceria com SaferNet Brasil. As informações enviadas ao canal serão mantidas sob sigilo e não há identificação do denunciante.

Acesse o site para fazer uma denúncia.

Em caso de emergência, a orientação é ligar para o 190 ou para a delegacia de polícia mais próxima.

Boletim semanal da dengue confirma 3.660 novos casos no Paraná

O Paraná registra mais 3.660 casos de dengue, segundo dados do boletim semanal divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), nesta terça-feira (11). O Estado apresenta o total de 17.692 casos confirmados da doença, 26% a mais que o boletim anterior, que trazia como total 14.032 confirmações.

Todas as 22 Regionais de Saúde possuem casos confirmados. No total, 242 municípios registraram pessoas com a doença, o que representa 60% dos municípios paranaenses.

Até o momento, o Estado possui 12 mortes por dengue. Não houve confirmação de novos óbitos neste último informe.

CHIKUNGUNYA – O novo boletim confirmou, ainda, 37 novos casos de chikungunya, somando 144 confirmações da doença no Estado. Do total de casos, 74 são autóctones (quando a doença é contraída no município de residência) e 44 são considerados importados. Há ainda, 775 casos em investigação.

“O Governo do Estado mantém o alerta e a vigilância apoiando as ações de combate e controle da dengue e chikungunya em todas as regiões e municípios. Precisamos unir forças com a população para a eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, que, em sua maioria, estão nos quintais das casas. Por isso, inspeções diárias nos quintais em busca de criadouros é fundamental para evitar a proliferação do vetor”, disse o secretário da Saúde, César Neves.

Confira o boletim da dengue AQUI.

Programa Nota Paraná libera R$ 22,6 milhões em créditos a consumidores nesta quarta-feira

O programa Nota Paraná, vinculado à Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), libera nesta quarta-feira (12) R$ 22,6 milhões em créditos do ICMS aos consumidores. R$ 10 milhões serão destinados aos contribuintes que cadastraram o CPF na nota fiscal gerada por abastecimentos em postos de combustíveis de todo o Estado durante o mês de janeiro. 

Deste valor, são R$ 2,8 milhões para instituições sociais e R$ 19,8 milhões para 8,4 milhões de pessoas que incluíram o CPF durante as compras referentes ao mês de janeiro de 2023. Ao todo, foram emitidas aproximadamente 57 milhões de notas fiscais. 

O cálculo do crédito de cada nota fiscal é feito sempre no terceiro mês após a compra. Esse é o prazo de chegada das informações à Secretaria da Fazenda para o cálculo dos percentuais, tais como o recolhimento do imposto pelo estabelecimento comercial, as notas fiscais com o CPF ou as doadas para as instituições sociais.  

Para acumular créditos basta o consumidor exigir nos estabelecimentos comerciais o documento fiscal no ato da compra, informando seu CPF ou CNPJ. O crédito é devolvido de acordo com o faturamento das empresas, ou seja, não há um valor específico e ele aumenta conforme o consumo.

Após o cálculo e liberação dos créditos, o consumidor poderá selecionar uma das opções de utilização dos créditos disponíveis no sistema: abatimento no IPVA ou transferência para a conta corrente. Para o resgate é necessário ter o cadastro no portal do Programa Nota Paraná.  

BILHETE EM DOBRO – O consumidor que coloca o CPF na nota fiscal em compras nos postos de combustíveis e distribuidoras de gás recebe também bilhetes em dobro para concorrer nos sorteios mensais, que dão prêmios individuais de até R$ 1 milhão.  

A cada R$ 200 em notas fiscais geradas nos postos de combustíveis e compra de gás de cozinha, o contribuinte tem direito a dois bilhetes. Nos demais estabelecimentos vinculados ao programa, cada R$ 200 em notas fiscais com CPF identificado continuam gerando um bilhete.  

CADASTRO – Para se cadastrar no Nota Paraná é só acessar o site www.notaparana.pr.gov.br, clicar na opção “cadastre-se” e preencher ou atualizar os dados pessoais, como CPF, data de nascimento, nome completo, CEP e endereço para criação da senha pessoal.

Em parceria com a FAS, rede de supermercados oferta 100 vagas de emprego

Fundação de Ação Social (FAS) e a rede de Supermercados Muffato farão nesta sexta-feira (14/4) um processo seletivo com oferta de 100 vagas de emprego no Sine da Rua da Cidadania Boa Vista (Avenida Paraná, 3.600). As entrevistas ocorrerão das 9h às 12h e das 13h às 16h. As senhas serão entregues até 14h.

O Muffato busca trabalhadores para as funções de operador de caixa, repositor de mercadorias, auxiliar de cozinha, auxiliar de padaria, zelador, balconista, açougueiro, padeiro e cozinheiro.

Os candidatos precisam ter experiência para trabalhar como açougueiro, padeiro e cozinheiro. Para preencher as demais vagas não é preciso experiência, mas o interessado deve ter, no mínimo, o ensino fundamental completo.

Documentos

Interessados devem comparecer aos locais das entrevistas com documentos pessoais como RG e CPF e a carteira de trabalho, que pode ser física ou digital. Não é obrigatório levar currículo.

Parcerias

Empresas interessadas em ofertar vagas de emprego e usar gratuitamente os espaços públicos do município para seleção de trabalhadores devem enviar e-mail para vagas@curitiba.pr.gov.br ou entrar em contato com a Central de Vagas do Sine, pelo telefone (41) 3250-7436.

No Armário Não Cabe Ninguém: peça infantil traz história sobre diferença e tolerância

Pi e Tatá são dois monstros que vivem uma tediosa rotina até que a chegada de uma nova criatura vem para quebrar a tranquilidade. Esse é o enredo da peça de teatro de bonecos No Armário Não Cabe Ninguém, que será apresentada no Teatro do Piá, aos domingos, às 11h, até 7 de maio. 

Os ingressos gratuitos serão distribuídos 1 hora antes da apresentação na bilheteria do teatro. Confira a programação AQUI.

Com dramaturgia assinada por Gabriela Valcanaia, Lucas Buzato e Vinícius Précoma, a peça infantil conta com diálogos e reflexões sobre tolerância, a família, a identidade e a convivência com a diferença. 

Indicado para crianças de 6 a 10 anos, o espetáculo é embalado com música e brincadeira. Objetos animados e personagens com corpos diferentes compõem a apresentação.
 

Serviço: No Armário Não Cabe Ninguém

Teatro de bonecos
Domingos (16/4, 23/4, 30/4 e 7/5), às 11h 
Local: Teatro do Piá (Praça Garibaldi, 7, São Francisco) 
Entrada grátis

Curso gratuito de desenvolvimento de software tem inscrições abertas em Curitiba

Fundação de Ação Social (FAS) está com as inscrições abertas para o curso on-line de desenvolvimento de software do programa 1º Empregotech. O curso é gratuito.

As inscrições vão até 2 de maio e devem ser feitas no Portal Aprendere. São ofertadas 500 vagas.

Podem participar pessoas de 16 a 29 anos de idade que estejam cursando ou tenham concluído o Ensino Médio e que morem em Curitiba.

Como o curso será on-line, o candidato precisa ter computador com acesso à internet. As aulas são gravadas, o que permite que o aluno estude nos dias e horários que preferir, desde que conclua todo o conteúdo no prazo de 120 dias.

A aula inaugural do programa será presencial em 3 de maio, às 14h, no Salão de Atos do Parque Barigui.

Aprendizado

Durante o curso, os jovens aprenderão sobre desenvolvimento de software, incluindo conhecimentos de linguagens HTML, CSS e JavaScript. 

Esta será a quarta turma do programa que foi lançado pela Prefeitura em 2020 para suprir a necessidade de profissionais capacitados para o setor da Tecnologia da Informação e Comunicação em Curitiba.

Empregabilidade

O 1º Empregotech é uma iniciativa da Prefeitura de Curitiba coordenada pela FAS e pela Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação e tem como parceira a Digital Innovation One (DIO), uma comunidade com milhares de desenvolvedores de software que oferece gratuitamente cursos e bootcamps (treinamento intensivo que faz com que os estudantes absorvam o conhecimento teórico de maneira conjunta com a prática).

Mais informações sobre o programa podem ser obtidas pelo telefone (41) 3250-7459 ou pelo e-mail empregotech@curitiba.pr.gov.br.

Pessoas com comorbidades são chamadas para vacinação contra gripe e covid em Curitiba

A Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba convoca a partir desta segunda-feira (10/4), as pessoas com comorbidades para receber a vacina bivalente anticovid (reforço) e também a vacina contra a gripe

São aguardados os 76 mil convocados deste grupo: pessoas com comorbidades de 6 a 59 anos para a vacinação contra a gripe e pessoas de 12 a 59 anos com comorbidades para a vacina bivalente contra a covid-19.

Com essa nova convocação, Curitiba conclui o chamamento para a vacina bivalente anticovid de todo o público prioritário definido pelo Ministério da Saúde.  

As duas vacinas (contra a gripe e contra a covid-19) podem ser aplicadas juntas. Não há necessidade de intervalo entre elas.

Os imunizantes estarão disponíveis em 107 unidades de saúde. Confira os horários de funcionamento e endereços no site Imuniza Já Curitiba.

Nesta próxima semana, dez unidades farão horário estendido de vacinação até 20h.

Como se vacinar

Pessoas com comorbidade já acompanhadas pelo SUS Curitibano ou vacinadas anteriormente como parte deste grupo não precisarão apresentar comprovação da condição.

Pacientes que ainda não tenham sido vacinados como parte do grupo de pessoas com comorbidade devem apresentar alguma documentação que comprove a condição (veja mais detalhes abaixo).

Para se vacinar, além de ser morador de Curitiba, é preciso apresentar documento de identificação com foto.

Comorbidades

São consideradas comorbidades, de acordo com Programa Nacional de Imunização (PNI), pessoas com:

  •  Diabetes
  •  Pneumopatias crônicas graves
  •  Hipertensão Arterial Resistente (HAR)
  •  Hipertensão arterial estágio 3
  •  Hipertensão arterial estágios 1 e 2, com lesão em órgão-alvo
  •  Insuficiência cardíaca
  •  Cor-pulmonal e hipertensão pulmonar
  •  Cardiopatia hipertensiva
  •  Síndromes coronarianas
  •  Valvopatias
  •  Miocardiopatias e pericardiopatias
  •  Doenças da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas
  •  Arritmias cardíacas
  •  Cardiopatias congênita no adulto
  •  Próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados
  •  Doenças neurológicas crônicas e distrofias musculares
  •  Doença renal crônica
  •  Hemoglobinopatias e disfunções esplênicas graves
  •  Obesidade mórbida
  •  Síndrome de down e outras síndromes genéticas
  •  Doença hepática crônica

Vacina contra a gripe

A vacina contra a gripe oferecida pelo SUS é trivalente e protege contra a cepa da influenza B, influenza A H1N1 e influenza A H3N2 (que causou o surto mais recente de gripe no último ano). A vacina é contraindicada para menores de 6 meses e para pessoas que tiveram reação anafilática grave em doses anteriores.

Vacina anticovid bivalente

Para receber a vacina bivalente anticovid é necessário, além de se enquadrar nos critérios de convocação do público, ter tomado ao menos duas doses da vacina anticovid anteriormente e ter no mínimo 120 dias de intervalo desde a última aplicação.

A vacina bivalente é a segunda geração do imunizante, porque possui em sua composição a cepa original e subvariantes da Ômicron, que têm registrado maior circulação nos últimos meses. Assim, a nova dose de reforço traz mais uma camada de proteção para a população vulnerável.

“Essas vacinas são consideradas mais atualizadas e, por isso, mais eficazes. Elas reduzem a probabilidade de quadros graves e mortes porque protegem contra a Ômicron e suas subvariantes, que estão circulando no momento”, explica o diretor de Epidemiologia da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba, Alcides Oliveira.

Pessoas que tiveram covid-19 devem aguardar pelo menos quatro semanas após o início dos sintomas para se vacinar. No caso de pessoas que tiveram outras doenças, a orientação é que aguardem a ausência de sintomas.

Público já convocado para se vacinar contra a gripe

  •  Pessoas com 60 anos ou mais
  •  Crianças com 6 meses a menores de 6 anos
  •  Trabalhadores de saúde
  •  Acamados (aplicação na residência)
  •  Indígenas (pelo Distrito Sanitário Tatuquara e equipes do Consultório na Rua)
  •  Moradores e trabalhadores de instituições de longa permanência (aplicação na residência)

A partir de 10/4:

  •  Gestantes e puérperas (mulheres que passaram por parto há até 45 dias)
  •  Pessoas com comorbidades
  •  Profissionais da educação
  •  Pessoas com deficiência permanente
  •  Caminhoneiros
  •  Trabalhadores do transporte coletivo
  •  Forças armadas, de segurança e salvamento  
  •  

Público já convocado para a vacina bivalente anticovid em Curitiba

  •  Pessoas com 60 anos completos ou mais
  •  Imunossuprimidos com 12 anos ou mais
  •  Gestantes e puérperas com 12 anos ou mais
  •  Pessoas com deficiência permanente com 12 anos ou mais
  •  Acamados com 12 anos ou mais (aplicação na residência)
  •  Moradores e trabalhadores de instituições de longa permanência (aplicação na residência)
  •  Indígenas (pelo Distrito Sanitário Tatuquara e equipes do Consultório na Rua)

A partir de 10/4:

  •  Pessoas com comorbidades

Saúde em Casa amplia especialidades para atender a casos mais complexos em Curitiba

O programa de atenção domiciliar Saúde em Casa completou 11 anos com 64,5 mil pacientes atendidos desde a sua criação. Referência no atendimento humanizado e no processo de desospitalização, a meta para 2023 é atender a mais casos complexos, principalmente de crianças.

“O programa é importante dentro da nossa estratégia de assistência, da unidade de saúde à atenção domiciliar, e se consolidou pela qualidade do serviço e pelo compromisso de suas equipes”, disse a secretária municipal da Saúde, Beatriz Battistella.

Estudos apontam vantagens para o paciente no atendimento em casa. Estar em casa, próximo da família, humaniza o tratamento e impacta positivamente no tempo de recuperação, além de diminuir o risco de infecções hospitalares e reduzir a chance de reinternação hospitalar.

O encaminhamento do paciente para tratamento em casa, com toda a assistência necessária, permite o redirecionamento do leito ocupado por ele para casos mais graves. Hoje, cerca de 70% dos pacientes acolhidos pelo Saúde em Casa são encaminhados pelos hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

A desospitalização representa até 3 mil leitos liberados para o Sistema Único de Saúde (SUS) por ano. “Em 2022, passamos a receber mais crianças e adultos de alta complexidade, em ventilação mecânica, por exemplo”, relata Mariana Lous, gerente do Saúde em Casa.

“Também temos recebido mais pacientes com doenças degenerativas neuromusculares, além de pacientes em cuidados paliativos”, acrescenta Mariana. Para atender a casos mais complexos, o programa investe na logística de suas equipes, na ampliação de profissionais e na criação de equipes especializadas.

“Pacientes mais complexos demandam maiores cuidados e maior frequência de visitas, além de permanecerem no programa por mais tempo”, observa Mariana. Para dar agilidade aos deslocamentos, o Saúde em Casa tem descentralizado as equipes. Antes, a única base era a sede administrativa do programa, no Pinheirinho.

Nos últimos anos, para se aproximar dos pacientes com maior rapidez, o programa instalou bases nas Upas Boa Vista, Cajuru, Campo Comprido, Tatuquara, Boqueirão, Sítio Cercado, além dos hospitais Evangélico Mackenzie e Cajuru.

Infantil

Outra ampliação do serviço foi a implantação, em 2022, da equipe especializada em ventilação mecânica na pediatria. Ela dá suporte à equipe pediátrica, criada em 2020. Desde o início já foram atendidos 967 pacientes, média de 30 por mês.

Segundo a gerente do Saúde em Casa, o perfil clínico é de pacientes com alta e média complexidade, com predomínio de paralisia cerebral, síndromes genéticas e sequelas de prematuridade. A faixa etária atendida é de 2 meses a 15 anos.

Em março, o programa contabilizava 33 crianças, 11 delas com menos de um ano. Outros dez pacientes estão em ventilação mecânica.

Terapia ocupacional

Em 2022, as equipes do Saúde em Casa passaram a contar com um profissional de terapia ocupacional. “É para atender especialmente pacientes com lesões neurológicas e doenças neurodegenerativas, com demência em fase inicial, em cuidados paliativos e em ventilação mecânica”, detalha Mariana.

O terapeuta ocupacional atua principalmente no planejamento, na organização e na adaptação das condições ambientais (residência do paciente) para as atividades básicas do dia a dia, melhorando a qualidade de vida do paciente.

Ortopedia

Pacientes ortopédicos precisam de maior tempo de recuperação. O objetivo da nova equipe é reduzir as complicações pós-operatórias e a necessidade de reinternação desses pacientes.

O atendimento também é direcionado àqueles que passaram por cirurgias, sofreram fraturas, amputações ou com necessidade de preparação para uso de próteses.

Pessoal

O Saúde em Casa conta com 18 equipes: 15 multiprofissionais e 3 de apoio. São cerca de 150 profissionais entre médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas e, nas equipes de apoio, nutricionistas, fonoaudiólogos, psicólogos, farmacêuticos, assistentes sociais e terapeuta ocupacional.

Integralidade

O acompanhamento do caso clínico do paciente que será inserido no programa começa antes mesmo da alta hospitalar. Uma equipe visita a unidade hospitalar ou UPA de origem do paciente, permitindo a troca de informação entre as equipes

A conversa com a família ou cuidador responsável também é fundamental. Ela é feita previamente para entender a rotina e a estrutura da residência, para casos que o paciente necessite de equipamentos como de ventilação mecânica.

Reconhecimento

Em dezembro, o Saúde em Casa Curitiba foi um dos cinco vencedores do Prêmio de Boas Práticas promovido pelo Ministério da Saúde. O programa concorreu por meio de um vídeo, com duração de cinco minutos, produzido pela Feas em parceria com a Secretaria Municipal de Comunicação Social (SMCS).

 “Sopro de Vida – A ventilação mecânica aplicada à atenção domiciliar de Curitiba” mostrou exemplos de desospitalização de pacientes com tecnologia de baixo custo, uma das linhas temáticas do concurso.

O programa é administrado pela Fundação Estatal de Atenção à Saúde (Feas), vinculada à Secretaria Municipal da Saúde (SMS).