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quarta-feira, 22 abril 2026
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Campanha de esterilização de animais começa nesta terça-feira

A operação do Castramóvel da Prefeitura de Curitiba começa nesta terça-feira (31), no Hospital Veterinário da Universidade Federal do Paraná (UFPR), no Juvevê. O veículo será utilizado em uma ação da Divisão de Monitoramento e Controle Animal, conhecida como Rede de Proteção Animal, em conjunto com a UFPR, para esterilização de cerca de 100 animais em 70 dias.

A medida, segundo explica a superintendente de Controle Ambiental da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Marilza do Carmo Oliveira Dias, é direcionada a uma demanda de animais cadastrados e que ainda não receberam atendimento.

“Além de dar início ao uso do castramóvel do município, com essa campanha pretendemos diminuir a fila de animais cadastrados, e ao mesmo tempo, dimensionar as condições de uso do veículo que recebemos”, explica Marilza.

A parceria com a UFPR é o início de uma determinação e um compromisso do prefeito Rafael Greca para que o poder público se associe ao meio acadêmico, lembra a superintendente.

Procedimento

A primeira etapa da campanha é voltada para animais da Cidade Industrial de Curitiba (CIC), um dos locais com a maior demanda reprimida, segundo os levantamentos da Rede. Os animais já estavam inscritos no programa de esterilização e estão com os horários agendados. Eles serão encaminhados até a unidade móvel de esterilização, onde serão atendidos pelas equipes de residentes.

Haverá profissionais responsáveis pela recepção, pelo procedimento e pelo pós-operatório dos animais. Pelo menos cinco cães ou gatos serão operados a cada dia. As equipes serão formadas por quatro pessoas.

Política permanente

Está em andamento o processo que vai permitir a licitação para contratação de clínicas veterinárias localizadas em todas as regionais da cidade para avançar no programa de esterilização. “Além das clínicas, pretendemos contar com outras duas unidades móveis particulares, que também serão contratadas via processo licitatório”, completa Marilza.

Essa estrutura vai permitir que se chegue à meta de 15 mil animais esterilizados a cada ano. As inscrições aos interessados devem ser abertas em breve.

Castramóvel

A unidade móvel chegou à Prefeitura em dezembro do ano passado e precisou de uma série de adequações para ir às ruas, como a substituição do engate e a busca pelo caminhão para fazer o transporte do veículo, que pesa quase cinco toneladas.

Durante este mês, ainda foram feitas a vistoria do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) e a aquisição de materiais para os procedimentos.

Desemprego atinge 12,3 milhões de pessoas na maior taxa desde 2012

O Brasil fechou 2016 com 12,3 milhões de pessoas desempregadas, com a taxa média móvel encerrando o 4º trimestre em 12%, mostrando estabilidade em relação aos 11,8% relativos ao 3º trimestre móvel do mesmo ano (julho, agosto e setembro), mas ainda assim tem a maior taxa da série histórica, iniciada em 2012.

Em relação ao 4º trimestre móvel de 2015 (9%), a taxa de desemprego cresceu 3,1 pontos percentuais. Os dados fazem parte da pesquisa nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnade Contínua) e foram divulgados hoje (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a publicação, a população de desocupada no Brasil cresceu 2,7% frente ao trimestre de julho a setembro, aumentando 36% (ou mais 3,3 milhões de pessoas desempregadas) em relação ao mesmo trimestre de 2015.

A população ocupada do país no fechamento de 2016 chegou a 90,3 milhões de trabalhadores, crescendo 0,5% em relação ao trimestre anterior, chegando 2,1% ( 2 milhões de pessoas) em relação ao quarto trimestre de 2015. Cerca de 34 milhões de pessoas ocupadas no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, número que ficou estável no último trimestre móvel do ano, mas recuando nos 12 meses de 2016, com 3,9% (ou menos 1,4 milhão de pessoas).

Cai número de empregados no setor público

Outra constatação importante da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua diz respeito ao contingente de pessoas ocupadas por grupamentos de atividade que caiu no trimestre móvel de outubro a dezembro de 2016, em relação ao trimestre de julho a setembro do mesmo ano, em setores importantes da economia brasileira e, em geral demandadores de mão de obra.

Segundo a pesquisa, entre os dois últimos trimestres do ano passado, houve retrações em setores como o da administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde e serviços sociais, que juntos registraram queda de 1,3% na taxa média móvel de desocupação, o equivalente a 199 mil pessoas.

Houve expansão no emprego no grupamento de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, cuja taxa cresceu 3,3%, o equivalente a 559 mil pessoas; transporte, armazenamento e correio (2,5%, ou seja, mais 110 mil pessoas), alojamento e alimentação (3,1%, ou seja, mais 145 mil pessoas). Os demais grupamentos se mantiveram estáveis.

Rendimento médio

Apesar do aumento do desemprego ao longo do ano passado, que bateu recorde da série histórica iniciada em 2012, com mais de 12 milhões de pessoas sem empregos, o rendimento médio real habitualmente pago aos trabalhadores brasileiros se manteve estável entre 2015 e 2016.

Segundo a publicação do IBGE, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores ficou em R$ 2.043 ao longo de 2016, mostrando estabilidade em relação aos R$ 2.026 pagos no trimestre imediatamente anterior (junho a setembro), bem como em relação aos R$ 2.033 pagos no mesmo trimestre de 2015.

A massa de rendimento real habitual pago em 2016 ficou em R$ 180 bilhões, acusando aumento de 1,2% frente aos R$ 177,8 bilhões pagos no trimestre anterior, mas ficando estável em relação ao mesmo trimestre de 2015 (R$ 182,2 bilhões).

Taxa média de desocupação

Os dados divulgados hoje pelo IBGE relativos à Pnad Contínua indicam que a taxa de média de desocupação em 2016 foi 11,5%, ficando 3 pontos percentuais acima dos 8,5% relativos à taxa média de desocupação de 2015.

A população desocupada passou de 8,6 milhões, na média de 2015, para 11,8 milhões, em 2016, uma alta de 37%, o equivalente a uma taxa média de desocupados de 3,2 milhões de trabalhadores.

A população média ocupada caiu de 92,1 milhões de pessoas para 90,4 milhões, o equivalente a menos 1,7 milhões de trabalhares ocupados em média ao longo do ano passado.

Carteira assinada

O país perdeu em 2016,  1,4 milhões de postos de trabalho com carteira assinada no setor privado. Dados divulgados pelo IBGE indicam que o número de empregados com carteira assinada no setor privado caiu 3,9% no ano passado, passando de 35,7 milhões, em 2015, para 34,3 milhões em 2016.

Mesmo assim, o contingente de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada, estimado em 34 milhões de pessoas, apresentou estabilidade em comparação com o trimestre de julho a setembro de 2016.

Na outra ponta, no período de outubro a dezembro de 2016, as categorias dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (10,5 milhões de pessoas) apresentou elevação (2,4%) em relação ao trimestre de julho a setembro de 2016 (mais 248 mil pessoas).

A categoria dos trabalhadores por conta própria (22,1 milhões de pessoas) registrou expansão (1,3%) frente ao trimestre de julho a setembro de 2016 (mais 274 mil pessoas). Em relação ao mesmo período do ano anterior o movimento foi queda (3,4%, ou seja, – 784 mil pessoas).

O contingente de empregadores, estimado em 4,1 milhões de pessoas, apresentou estabilidade frente ao trimestre imediatamente anterior. Em relação ao mesmo período do ano anterior, esse contingente registrou elevação de 4,8% (mais 190 mil pessoas).

A categoria dos trabalhadores domésticos, estimada em 6,1 milhões de pessoas, se manteve estável tanto em relação ao trimestre de julho a setembro de 2016 quanto frente ao trimestre de outubro a dezembro de 2015.

Termina hoje prazo para estudantes pedirem dispensa do Enade

Termina hoje (31) o prazo para que os alunos habilitados a fazer o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2016, que não compareceram às provas no dia 20 de novembro do ano passado, solicitem dispensa da avaliação e regularizem sua situação. O pedido deve ser apresentado, com a justificativa da ausência, à instituição de educação superior na qual o estudante está matriculado. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), dos 216.044 estudantes habilitados a fazer o Enade 2016 no ano passado, 20.150 (9,33%) não compareceram à prova.

Em 2016, as provas foram aplicadas para concluintes de cursos de graduação nas áreas de conhecimento de agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social e zootecnia. Também foram avaliados os concluintes de cursos superiores de tecnologia nas áreas de agronegócio, estética e cosmética, gestão ambiental, gestão hospitalar e radiologia.

Em caso de aprovação da justificativa, o coordenador do curso registrará a situação no sistema, no portal do Inep. Quem tiver o pedido indeferido pela instituição, pode pedir a dispensa diretamente ao Inep, de 8 a 22 de fevereiro de 2017. Nesse caso, o estudante terá de apresentar original ou cópia autenticada do documento comprobatório do impedimento para a participação.

Aqueles que não preencheram o Questionário do Estudante estão em situação irregular com o Enade 2016, mesmo que tenham feito a prova. O questionário estará disponível para preenchimento até 22 de fevereiro de 2017, no portal do Inep.

Avaliação

O Enade é o principal componente para o cálculo dos indicadores de qualidade dos cursos e das instituições de ensino superior do país. Caso tenham avaliações consideradas insuficientes, as instituições de ensino sofrem penalidades e podem inclusive ser fechadas. Os estudantes são obrigados a fazer o Enade para receber o diploma, mas não há desempenho mínimo obrigatório.

A cada ano, o exame avalia um grupo diferente de cursos superiores, ciclo que se repete a cada três anos.

Abandonado, Restaurante do Viaduto do Capanema passará por transformação

As manilhas que literalmente “emparedam” o Restaurante Popular do Viaduto do Capanema, o primeiro de Curitiba e pioneiro no País, estão com os dias contados. A Secretaria Municipal de Abastecimento, o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) e a Fundação de Ação Social (FAS), por determinação do prefeito Rafael Greca, uniram esforços para devolver à população este emblemático espaço, que prioritariamente atenderá pessoas em situação de vulnerabilidade.

O clima atual de desolação vai dar lugar a um espaço humanizado, garantiu o secretário municipal de Abastecimento e Agricultura, Luiz Gusi, em visita ao local. Impressiona o abandono do restaurante e os sinais de vandalismo saltam aos olhos. Dos banheiros, por exemplo, só sobrou a alvenaria. Fezes e sujeira se espalham por todo o antigo piso e as antigas (e amplas) paredes de vidro deram lugar a grades.

O projeto executivo do novo restaurante popular está sendo feito pelo Ippuc e caberá à Secretaria do Abastecimento equipar o local e garantir que as refeições tenham a mesma qualidade das oferecidas nas demais unidades da Prefeitura. “Assim como nos outros restaurantes populares, o do Viaduto do Capanema terá uma preocupação em oferecer um cardápio balanceado”, salientou Luiz Gusi, secretário municipal de Abastecimento e Agricultura.

Segundo Gusi, o futuro restaurante deverá ter uma área de 385 metros quadrados e, nas 40 mesas previstas, serem servidas mil refeições por dia. “Ainda não há uma data para a inauguração, mas todo o projeto do restaurante (incluindo o elétrico e o hidráulico) deve estar finalizado até o fim de março”, prevê.

Gusi salientou ainda que o público frequentador, muitas vezes, somente conta com o almoço como refeição diária. “Nos restaurantes populares, eles recebem o aporte calórico, alimentação balanceada e o resultado é a melhora na saúde”, acrescenta. Vale lembrar que, além de pessoas em situação de vulnerabilidade social, os restaurantes populares são procurados por trabalhadores, aposentados e desempregados.

Pioneiro

Inaugurado em novembro de 1993, durante a primeira gestão do prefeito Rafael Greca, o Restaurante Popular do Viaduto do Capanema conquistou o Brasil pela proposta pioneira de oferecer refeições de qualidade, na época, a R$ 1.

Logo após a abertura, o sociólogo Herbert José de Sousa (1935-1997), o Betinho, criador do projeto Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida, enviou a Greca uma carta agradecendo pela criação de um equipamento singular e, então, único no Brasil.

A construção foi fechada no começo de 2000. De lá para cá, o imóvel vem sendo usado como abrigo para pessoas em situação de risco e usuários de drogas.

Programa

Além do futuro Restaurante Popular do Viaduto do Capanema, a Secretaria Municipal de Abastecimento e Agricultura é responsável pelas quatro unidades do programa Restaurante Popular. Diariamente, os locais atendem 4,2 mil pessoas, que têm acesso a um cardápio balanceado, a R$ 2, incluindo sobremesa. “Qualquer pessoa tem acesso a essa boa alimentação, que conta com acompanhamento nutricional”, salienta a nutricionista Morgiana Maria Kormann, coordenadora da rede de restaurantes da Prefeitura da capital.

Para garantir a qualidade das refeições, cozinheiros, auxiliares, nutricionistas e técnicos em nutrição elaboram os cardápios nas cozinhas dos restaurantes, localizados no Centro (Rua da Cidadania da Matriz), no Sítio Cercado, no CIC/Fazendinha e no Pinheirinho. Os locais ficam abertos para almoço de segunda à sexta-feira, das 11h às 14h, e são fornecidas 1,8 mil refeições por dia na unidade da Matriz e 800 refeições em cada um dos três outros espaços.

 

Os restaurantes populares da Prefeitura de Curitiba:

Restaurante Popular Matriz

Rua da Cidadania Matriz – Praça Rui Barbosa

Telefone: 3322-3574

 

Restaurante Popular Sitio Cercado

Rua Mercúrio, 420 – Sitio Cercado

Telefone: 3286-3118

 

Restaurante Popular CIC/Fazendinha

Rua Raul Pompéia, 190 – Fazendinha

Telefone: 3229-2555

 

Restaurante Popular Pinheirinho

Rua Marechal Rondon, 40 – Capão Raso

Telefone: 3248-6251

Secretaria da Cultura abre as inscrições para o Salão Paranaense

A 66ª edição do Salão Paranaense está com inscrições abertas até 30 de março. Serão selecionados 25 artistas para exporem suas obras durante o Salão Paranaense, considerado um dos principais eventos de artes plásticas do país. A exposição será de 8 de junho a 10 de setembro, no Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR).

Podem participar artistas brasileiros e estrangeiros que residam legalmente no Brasil, com idade igual ou superior a 18 anos. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site www.cultura.pr.gov.br.

Cada artista selecionado recebe um prêmio de participação no valor de R$ 7 mil. Serão contemplados dois participantes com o prêmio aquisição, no valor de R$ 20 mil reais, cujas obras passam a integrar o acervo permanente do MAC-PR.

“O principal objetivo do evento é mostrar a produção, fomentar a discussão, promover o conhecimento e a valorização da arte contemporânea, selecionando, convidando e premiando 25 artistas visuais”, explica a diretora Lenora Pedroso.

O comitê curatorial será constituído por três membros de reconhecida atuação na área das artes visuais.

SALÃO PARANAENSE – O Salão Paranaense foi criado em 1944 e passou a ser promovido pelo Museu de Arte Contemporânea, unidade da Secretaria estadual da Cultura, desde 1970. Em 2005 o evento se tornou bienal, ampliou a área de abrangência e instituiu prêmios a todos os artistas selecionados e convidados. Desde sua concepção original, o Salão acolhe propostas que apontam novos caminhos para as artes visuais.

SERVIÇO: Inscrições abertas para o 66º Salão Paranaense.

Prazo: 30 de janeiro a 30 de março de 2017.

Salão: 8 de junho a 10 de setembro de 2017.

Regulamento e ficha de inscrição: www.cultura.pr.gov.br.

Museu de Arte Contemporânea do Paraná

Rua Desembargador Westphalen, 16. Curitiba – PR.

Visitação: terça a sexta-feira, das 10h às 19h.

Sábado e domingo, das 10h às 16h.

www.mac.pr.gov.br

Artilharia pesada

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O Paraná Clube estrou com uma goleada histórica – 5×0, sobre o Foz – a sua caminhada no Campeonato Paranaense. Quem foi à Vila Capanema, viu uma equipe segura, precisa nas bolas paradas e mortal nas finalizações. E, mais do que isso, seguindo à risca o seu planejamento, o técnico Wagner Lopes colocou em campo um time bem diferente do visto na largada da Primeira Liga, na quarta-feira passada.

O Tricolor iniciou a partida com sete “caras novas” em relação ao jogo anterior. “Ainda estamos procurando o melhor modelo de jogo. Ouvimos os médicos, os fisiologistas. A partir dessas informações, procuramos poupar alguns atletas e, ao mesmo tempo, observar outros que vêm treinando muito bem”, analisou Wagner Lopes. O treinador gostou do bom aproveitamento da equipe nas bolas paradas, um ponto treinado exaustivamente.

“Mais de 78% dos jogos são decididos assim”, lembrou. E, na bola parada, o Paraná precisou de apenas 3 minutos para abrir o placar. Na cobrança de escanteio de Zezinho, Igor cabeceou forte para vencer o goleiro Juninho. Com a vantagem e sendo pouco ameaçado, o Tricolor cadenciou o jogo e não conseguiu encaixar a velocidade no seu ataque. Mas, mesmo assim, ampliou o marcador ainda no primeiro tempo.

Aos 36 minutos, Guga foi agarrado na área por Lucas Garcia: pênalti. Zezinho foi para a cobrança. Juninho defendeu, mas no rebote o próprio Zezinho conferiu. Pressionando no final, o Paraná fez mais um. Na cobrança de escanteio de Zezinho, aos 42 minutos, Igor cabeceou e Alex Santana conferiu: 3×0.

Sobrando em campo, o Paraná arrancou aplausos de seu torcedor com algumas jogadas de efeito. A mais bonita delas, aos 15 minutos, quando Ítalo meteu uma “lambreta” no seu marcador. Na sequência, houve falta para Tricolor e, na cobrança precisa de Renatinho, Rayan cabeceou no canto esquerdo, 4×0. Mesmo com o desgaste de alguns jogadores, a goleada foi fechada nos acréscimos. Aos 46 minutos, Jhony fez ótima assistência para Bruno Cantanhede, que na saída do goleiro mandou no canto direito: 5×0.

Fonte: site oficial do Paraná Clube

Tropeço na estreia

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O Coritiba foi ao interior do estado na sua estreia no Campeonato Paranaense 2017, neste domingo (29), enfrentar o Cianorte. E o resultado não foi o que a torcida coxa-branca esperava para o primeiro jogo, já que a equipe do Albino Turbay venceu por 1 a 0.

“Fizemos um primeiro tempo razoável, faltou aproveitar o volume e dar aquele acabamento no final da jogada. No segundo tempo, a equipe sentiu bastante, além do adversário, e até mesmo pelo gramado que não é dos melhores. Nós temos obrigação de vencer o próximo jogo”, analisou o treinador alviverde, Paulo César Carpegiani.

Primeiro tempo sem gols

Na primeira rodada do Campeonato Paranaense, o Coritiba iniciou jogando com duas estreias, de Filigrana e Werley, e uma reestreia em campo, de Henrique Almeida, voltando ao Coxa. Paulo César Carpegiani escalou o Verdão com Wilson, Thiago Lopes, Werley, Juninho, Carlinhos, Edinho, Alan Santos, Yan Sasse, Iago, Henrique Almeida e Filigrana.

No início da partida, o Coxa foi para cima, buscando pressionar e criar situações agudas de ataque. Com seis minutos de jogo, já haviam sido marcados quatro escanteios para o time alviverde.  Mas a primeira chance clara de gol foi aos 14’, depois de nova cobrança de escanteio, com Werley, mas a bola foi para fora.

Aos 24’, Filigrana foi derrubado perto da área e a arbitragem assinalou a falta. Carlinhos foi para cobrança e a bola foi por cima do gol. Com dificuldades para armar jogadas de perigo, o Coxa ia tentando achar espaço e segurar a equipe da casa.

Filigrana arriscou de longe para tentar abrir o placar, mas sem sucesso. Aos 39’, o Cianorte assustou com Pelézinho, mas o tiro foi pela linha de fundo. Apesar de as duas equipes buscarem armar jogadas ofensivas, a primeira etapa terminou com o placar zerado no Albino Turbay.

Coxa não aproveita chance e sofre gol de contra-ataque

No segundo tempo, o Coritiba voltou sem modificações na equipe. A equipe do Cianorte voltou com um maior ímpeto e passou a complicar a vida do Coxa. No entanto, foi novamente o Glorioso que teve boa chance aos 12’, quando Alan Santos passou para Yan, que observou Henrique Almeida. O atacante arriscou o chute e o goleiro defendeu.

Então, Carpegiani promoveu a entrada de Ruy no lugar de Yan. Já em sua primeira participação Ruy fez boa jogada, passou para Iago e a zaga tirou o perigo. Na resposta, aos 20’, Vinícius aproveitou o contra-ataque e abriu o placar do jogo.

No Verdão, ainda entrou outro estreante. Léo Santos substituiu Iago. Além disso, João Paulo entrou no jogo no lugar de Alan Santos. O Coxa ainda tentou o empate com Filigrana, mas o goleiro intercedeu. Fim de jogo, o Coritiba sofreu um revés em sua estreia no Campeonato Paranaense.

Próximo compromisso

O Coritiba já segue viagem para Cascavel. Lá, o time alviverde enfrentará a equipe da cidade na próxima quarta-feira (01), a partir das 20h, no estádio Arnaldo Busatto. Será na própria cidade do oeste paranaense a preparação do Coxa para a segunda rodada do estadual.

Fonte: site oficial do Coritiba.

Atlético Paranaense empata com o Rio Branco na estreia do Estadual 2017

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Com um time formado em grande parte por atletas das Categorias de Formação, o Furacão estreou no Campeonato Estadual com empate. Na tarde deste domingo (29), sob o forte calor de Paranaguá, o Rubro-Negro ficou no 1 a 1 com o Leão da Estradinha. Matheus Anjos marcou o gol atleticano.

O próximo compromisso do Atlético Paranaense na temporada é pela Conmebol Libertadores Bridgestone. Na quarta-feira (1º), o Furacão encara o Millonarios, da Colômbia, às 21h45 [horário de Brasília], no estádio atleticano.

Pelo Estadual, a bola volta a rolar no sábado (4), pela terceira rodada. O Rubro-Negro enfrenta o PSTC, às 17h, também no estádio rubro-negro.

Em início de jogo fulminante, Furacão abre o placar

Na primeira partida do Estadual 2017, o técnico Paulo Autuori optou por uma equipe formada, em grande parte, por atletas das Categorias de Formação. O 11 inicial foi completado pelo goleiro Weverton e pelo lateral-direito Léo.

E foi com a força dos jovens talentos do CAT do Caju que o Furacão quase marcou, logo aos cinco minutos. Yago cobrou falta da direita. Rossetto desviou na área e obrigou o goleiro Dalton a praticar grande defesa, evitando o primeiro do Rubro-Negro.

Dois minutos depois, o arqueiro não conseguiu evitar a bola na rede. Bruno Rodrigues recebeu pela esquerda e tocou para Matheus Anjos na entrada da área. O camisa 55 girou e, com uma finalização certeira, colocou a bola no canto esquerdo do goleiro! 1 a 0!

O Atlético Paranaense seguiu no campo de ataque e quase ampliou aos 15 minutos. Matheus Anjos cobrou escanteio. A zaga falhou e Marcão quase conseguiu concluir no gol.

Bem postado na defesa, o Furacão sofria poucos lances perigosos. E criava. Aos 22 minutos, Murillo tocou de cabeça após cruzamento da direita e quase marcou o segundo. O goleiro Dalton salvou o Leão da Estradinha.

Seis minutos depois, o Rio Branco criou sua melhor chance até então na partida. Livre na pequena área, Lúcio Curió finalizou por cima do gol de Weverton.

Com o forte calor, o ritmo da partida caiu na parte final do primeiro tempo. O Rubro-Negro seguiu com o controle do jogo até o intervalo.

Rio Branco deixa tudo igual no início da etapa final

Logo no primeiro minuto da segunda etapa, o Rio Branco conseguiu chegar ao empate na Estradinha. Darlan desviou de cabeça após cruzamento da direita e deixou tudo igual. 1×1.

Depois do ímpeto inicial dos donos da casa, o Furacão reequilibrou as ações. Aos 10 minutos, Matheus Anjos cobrou falta da direita. Bruno Rodrigues tentou tocar de cabeça, mas a bola passou por toda a área.

Sete minutos depois, mais uma oportunidade. Matheus Anjos recebeu em profundidade e tocou na saída do goleiro. A bola passou por cima do gol!

O Furacão seguiu em busca do segundo gol. Aos 35 minutos, após cruzamento da direita, Nicolas apareceu na segunda trave para desviar para fora, por cima do gol.

Dois minutos depois, foi a vez de Crysan chegar com perigo. Ele finalizou de fora da área, mas o goleiro Dalton defendeu no canto direito.

Aos 41 minutos, Rossetto carimbou o travessão. Ele chutou de longe e o goleiro ainda tocou na bola antes dela explodir no travessão.

No último minuto de jogo, aos 50’, Luis Henrique foi expulso após confusão com Vinícius, que recebeu apenas cartão amarelo.

Fonte: site oficial do Atlético Paranaense

Avião que trouxe o empresário Eike Batista chega ao Rio

O avião que trouxe o empresário Eike Batista de Nova York para o Rio de Janeiro pousou às 9h54 no Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão.

O empresário embarcou no domingo (29), no Aeroporto John F. Kennedy, em Nova York, em um voo da American Airlines.

Eike, proprietário do grupo EBX, é suspeito de lavagem de dinheiro em um esquema de corrupção que também atinge o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, que está preso.

Eike e o executivo Flávio Godinho, seu braço direito no grupo EBX e vice-presidente do Flamengo, são acusados de terem pago US$ 16,5 milhões a Cabral em troca de benefícios em obras e negócios do grupo, usando uma conta fora do país. Os três também são suspeitos de terem obstruído as investigações.

Na quinta-feira (26), a Polícia Federal tentou deter o empresário em sua casa, no Rio de Janeiro, mas ele não estava lá. Os advogados informaram que Eike havia viajado a trabalho para Nova York e que voltaria ao Brasil para se entregar. A Polícia Federal o considerou foragido e pediu a inclusão de seu nome na lista de procurados da Interpol, a polícia internacional.

Eike, 60 anos, foi considerado o homem mais rico do Brasil e, em 2012, o sétimo mais rico do mundo pela revista Forbes, com uma fortuna estimada em US$ 30 bilhões. As empresas do grupo EBX atuam na área de mineração, petróleo, gás, logística, energia e indústria naval. Em 2013, entretanto, os negócios entraram em crise e Eike começou a deixar o controle de suas companhias e vender seu patrimônio.

O nome de Eike Batista apareceu na semana passada no âmbito da Operação Eficiência, um desdobramento da Operação Calicute, fase da Lava Jato, sobre propinas pagas por grandes empreiteiras a partidos e políticos para obter contratos da Petrobras.

Cármen Lúcia homologa delações da Odebrecht na Lava Jato

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, homologou as delações de 77 executivos e ex-funcionários da empresa Odebrecht, nos quais eles detalham o esquema de corrupção na Petrobras investigado na Operação Lava Jato.

Com isso, os mais de 800 depoimentos prestados pelos executivos e ex-funcionários da Odebrecht ao Ministério Público Federal (MPF) se tornaram válidos juridicamente, isto é, podem ser utilizados como prova.

A expectativa agora é saber se Cármen Lúcia irá retirar o sigilo das delações, nas quais os ex-executivos citam dezenas de políticos com mandato em curso como envolvidos no pagamento de propinas. Entre os delatores está o ex-presidente do grupo Marcelo Odebrecht, que encontra-se preso desde 2015 em Curitiba e já foi condenado a 19 anos de prisão pela primeira instância da Justiça Federal.

A homologação ocorre após a morte do relator da Lava Jato no STF, ministro Teori Zavascki, na semana passada, na queda de um avião no mar próximo a Paraty (RJ). Ele trabalhava durante o recesso do Judiciário para conseguir homologar rapidamente as delações.

Após a morte de Teori, restou à ministra Cármen Lúcia a prerrogativa de poder homologar as delações durante o recesso do Judiciário, por ser presidente do Supremo.

Após o recesso, que termina amanhã (31), Cármen Lúcia não mais poderá tomar decisões ligadas à Lava Jato, que ficarão a cargo do próximo relator da operação no Supremo.

A definição do próximo relator ainda é tema de especulação no STF, uma vez que o regimento interno prevê diferentes saídas. Não se sabe, por exemplo, se o próximo ministro responsável pela Lava Jato será sorteado entre todos que compõem o pleno ou somente entre os que integram a segunda turma, colegiado do qual Teori fazia parte.

Departamento da propina

Segundo investigações da Polícia Federal (PF), autorizadas pelo juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba, a Odebrecht mantinha dentro de seu organograma um departamento oculto destinado somente ao pagamento de propinas, chamado Setor de Operações Estruturadas.

De acordo com a força-tarefa da Lava Jato, havia funcionários exclusivamente dedicados a processar os pagamentos, que eram autorizados diretamente pela cúpula da empresa.

Tudo era registrado por meio de um sofisticado sistema de computadores, com servidores na Suíça, e cujo conteúdo o Ministério Público Federal ainda se esforça para ter acesso, devido ao rígidos protocolos de segurança do sistema.

Em março do ano passado, na 23ª fase da Lava Jato, denominada Operação Acarajé, a PF apreendeu na casa do ex-executivo da Odebrecht Benedicto Barbosa da Silva Júnior uma planilha na qual estão listados pagamentos a mais de 200 políticos. A lista encontra-se sob sigilo.

Os esquemas ilícitos da empresa se espalham além das fronteiras brasileiras. A Odebrecht é investigada pelo menos em mais três países da América Latina: Peru, Venezuela e Equador. Em um acordo de leniência firmado com os Estados Unidos no final de dezembro, a empresa admitiu o pagamento de R$ 3,3 bilhões em propinas para funcionários de governos de 12 países.