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terça-feira, 21 abril 2026
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Curitiba começa a usar drones para o combate ao mosquito da dengue

O aumento de focos de Aedes aegypti em Curitiba fez a Prefeitura adotar uma nova estratégia para evitar a entrada da doença na cidade. Agentes de combate a endemias da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) estão usando drones para inspecionar terrenos de difícil acesso e empresas de grande extensão.

O drone é usando para vistoriar áreas de difícil acesso, como terrenos baldios cercados por muros, edificações altas e empresas com grande extensão. 

Quando o agente identifica uma área de difícil acesso ele pode agendar a inspeção com o uso dessa tecnologia. O drone faz a captura das imagens e em caso de identificação de situação risco – criadouros do mosquito – o proprietário é notificado para regularizar a situação.

O agente de combate às endemias Orlando Pereira opera o equipamento e conta os benefícios trazidos pelo uso da nova tecnologia.

“O drone nos ajuda a inspecionar terrenos que antes não conseguíamos acessar e também em situações como a fiscalização de caixas d’águas, sem que a gente precise usar escadas. Veio para facilitar, agilizar e trazer mais qualidade à rotina de trabalho” contou Pereira.

A nova ferramenta reforça as ações da Prefeitura no combate ao mosquito transmissor de doenças graves como dengue, zyka e chikungunya.

Além dos mutirões, agentes de endemias fazem inspeções de rotina ou em locais denunciados, ações educativas e de bloqueio, e monitoramentos de pontos estratégicos ou com larvitrampas e ovitrampas.  

Números de Curitiba

Até o fim de abril, os agentes de endemias da SMS encontraram na cidade 582 focos do mosquito na cidade, mais que o dobro com relação ao ano passado, quando foram encontrados 282 focos no mesmo período.

O último balanço atualizado pela vigilância epidemiológica aponta 29 casos da doença confirmados em moradores de Curitiba nesse ano, todos importados – a pessoa mora em Curitiba, mas contraiu a doença em viagem para outra cidade.

O aumento de população de Aedes gera preocupação para as autoridades de saúde, pois cresce o risco de ter a circulação da doença na cidade e a ocorrência de casos autóctones.

“Se o mosquito entra em contato com uma pessoa doente ele vai ficar contaminado e poderá transmitir a doença para outras pessoas. Temos que trabalhar em conjunto com a população para evitar que isso aconteça”, explicou a coordenadora.

Outro motivo de alerta é o curto período de reprodução do mosquito. Segundo a coordenadora, no intervalo de uma semana o ovo eclode e o mosquito já passa circular. 

“Por mais que a Prefeitura promova ações de limpeza e fiscalização, se não houver colaboração da sociedade em cuidar dos seus espaços o resultado não será tão efetivo. Não conseguimos estar em todos os imóveis da cidade 100% do tempo”, orienta.

Concentração dos focos

Segundo Tatiana, 65% dos focos positivos para o Aedes aegypti identificados em Curitiba, foram encontrados em áreas residenciais, o que comprova a necessidade de que a população mantenho o cuidado.

Desde 2017, com o fortalecimento das ações de controle do vetor, a capital paranaense vinha conseguido manter baixos índices de infestação, mas os dados desse ano demonstram crescimento, que pode estar relacionado ao ciclo de circulação do mosquito e também à mudança de perfil da população.

“Em 2015 e 2016, a cidade viveu um grande aumento de casos, inclusive com o registro de autóctones. Com todas as ações adotadas, conseguimos controlar a doença. Depois, com a escassez hídrica vivida pelo Estado, muitas pessoas adotaram o hábito de reutilizar água, mas sem os cuidados corretos. Esses estoques são hoje os principais criadouros identificados em Curitiba”, falou Tatiana.

A orientação é que esses reservatórios fiquem sempre bem vedados. Nos casos em que não é possível, a orientação da Saúde é adicionar cloro ou água sanitária para tratar a água. A dosagem vai depender do volume de água estocada.

Sintomas

A SMS também alerta para os sintomas da doeça, que são, febre, dor no corpo, dor de cabeça, dor atrás dos olhos e manchas pelo corpo. Nestes casos, é importante buscar atendimento médico.

O diretor do centro de epidemiologia da SMS, Alcides Oliveira, esclarece a importância de o paciente informar ao médico se viajou recentemente, principalmente para regiões endêmicas.

“Como os sintomas da dengue podem ser similares a outras infecções, informar a viagem pode ajudar no diagnóstico. Em caso de confirmação do caso, a vigilância é notificada para realizar uma ação de bloqueio de transmissão na região onde a pessoa mora, e, assim, conseguimos evitar o espalhamento da doença”, explicou.

Dez passos para afastar o Aedes aegypti

1 – Mantenha bem tampados: caixas, tonéis e barris de água.
2 – Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira sempre bem fechada.
3 – Não jogue lixo em terrenos baldios.
4 – Se guardar garrafas de vidro ou plástico, mantenha sempre a boca para baixo.
5 – Não deixe a água da chuva acumular sobre a laje.
6 – Encha os pratinhos ou vasos de planta com areia até a borda.
7 – Se guardar pneus velhos, retire toda a água e mantenha-os em locais cobertos, protegidos da chuva.
8 – Limpe as calhas com frequência, evitando que galhos e folhas possam impedir a passagem da água.
9 – Lave com frequência, com água e sabão, os recipientes usados para guardar água, pelo menos uma vez por semana.
10 – Os vasos de plantas aquáticas devem ser lavados com água e sabão, toda semana. É importante trocar a água desses vasos com frequência.

Muitos juízes, poucos médicos

O que é mais fácil, julgar ou tratar? A resposta é simples: JULGAR! Porque não dá trabalho. Claro que não me refiro aos prezados juízes que possuem pilhas de processos em suas mesas, e que mesmo cercados de auxiliares, após horas de estudo sobre cada caso, ainda assim emitem sentenças que nem sempre condizem com a verdade, e inocentes são condenados. Refiro-me a nós, leigos da justiça, prontos a apontar dedos, a encontrar motivos, justificativas, a condenar o outro com avidez, com ira, sem compaixão.

Todavia essa disposição para acusar o outro e nos livrarmos das nossas culpas nos leva ao início de tudo quando Adão acusou Eva de dar-lhe do fruto proibido o qual Deus, o Criador, dissera para que não comesse, “E Deus perguntou: “Quem lhe disse que você estava nu? Você comeu do fruto da árvore da qual lhe proibi comer? ” Disse o homem: “Foi a mulher que me deste por companheira que me deu do fruto da árvore, e eu comi.” (Gênesis 3:11,12). Podemos ver aqui, há milhares de anos, como o homem julga tão facilmente o outro, tirando de cima de si a responsabilidade pelos seus maus atos. E antes de culparmos Adão, olhemos para nós, não é assim que nos comportamos diante de situações que poderão apontar para nossos erros, nossas falhas de caráter, nossos desvios de conduta? Destacar, salientar, realçar o erro do outro, muitas vezes, é motivo para encobrir a nossa culpa, a nossa falta de responsabilidade; mostra a nossa inclemência e intolerância.

Quando Jesus diz: “E o segundo é semelhante a ele: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’.” (Mateus 22:39), quer Ele dizer que é necessário que nós queiramos fazer ao próximo aquilo que gostaríamos que fizessem conosco, porque nenhum de nós queremos ser julgados, mas compreendidos e aceitos; nenhum de nós queremos que as pessoas façam mau juízo de nós, mas que ouçam as nossas explicações, entendam que podemos errar, pois somos humanos. Pensando assim, todos precisamos mais de médicos do que de juízes, visto que as nossas fraquezas, nossa fragilidade, nossa brevidade não nos dá o direito de nos posicionarmos acima dos outros e sentenciá-los, mas sim de nos compadecermos dos nossos semelhantes e agir com eles como Cristo falou em Mateus 7:12: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles façam a vocês; pois esta é a Lei e os Profetas.” (Mateus 7:12), todavia nem sempre nos atemos a esse princípio.

Por fim, o médico, ao receber um paciente, age conforme seu juramento, cuidar do ser humano, não de classes sociais, etnias ou credo. Precisamos de mais “médicos”, pessoas que olhem para o próximo com olhar do Médico dos médicos, olhar compassivo, perdoador, amoroso. Que não aponte dedos, contudo caminhos sãos a seguir. Que o ombro seja amigo, que a palavra seja bálsamo. Precisamos trocar a toga pelo jaleco para que tenhamos uma sociedade menos agressiva e mais saudável!

Você sabe o que é o fundo de conservação de imóvel?

Este mês, diante de uma situação atípica em nosso escritório, optei em abordar com vocês, acerca do FCI, ou seja, o Fundo de Conservação de Imóvel que vem acoplado no aluguel residencial.

Basicamente significa dizer que o percentual de cerca de 3% a 8% do valor mensal do aluguel fica guardado pela imobiliária ou pelo proprietário do imóvel, com o intuito de formar uma reserva financeira para assegurar que o imóvel passara por todos os reparos necessários na devolução. Ou seja, este valor fica destino aos eventuais reparos que se fizerem necessários, quando o inquilino entrega o bem.

A ideia que tanto o proprietário quanto inquilino sejam beneficiados com o FCI, ao passo que, quando da entrega do imóvel, este seja devolvido nas mesmas condições que fora alugado, sem que o inquilino tenha a necessidade de desembolsar mais valores quando sair do imóvel alugar. FCI é uma segurança para ambas as partes. Pagando esse valor mensalmente, incluso no boleto do aluguel, o inquilino cria uma reserva para arcar com as despesas de reparos no imóvel quando for desocupá-lo. Isso porque é normal alguns imprevistos acontecerem durante a locação do imóvel. Entre os danos mais comuns estão vidros quebrados, desgaste da pintura, problemas hidráulicos e deterioração de pisos e azulejos. Esse tipo de avaria é identificado na vistoria final, realizada no momento da entrega das chaves. Sendo assim, o FCI pode ser cobrado legalmente por imobiliárias e proprietários, desde que haja um acordo entre as partes. A cobrança deve ainda estar especificada no contrato de aluguel e ser incluída no comprovante de pagamento mensal. O valor da rescisão contratual é composto por pequenos serviços de reparos e pintura e saldos do aluguel e de contas como energia elétrica, água e condomínio.

No caso de os valores da manutenção excederem o saldo do FCI, o inquilino que está entregando o imóvel deverá apenas complementar a quantia.

Por fim, é importante destacar que caso não haja necessidade de manutenção no momento da entrega das chaves, o dinheiro deve ser devolvido ao inquilino, atualizado e corrigido. Fique atento aos seus direitos e sempre esteja instruído por profissional da advocacia habilitado e de sua confiança!

Aniversário do Calçadão tem boa música, lazer e serviços

Ao som do caprichado e aplaudido repertório da Banda Lyra Curitibana, a Prefeitura deu início às comemorações dos 50 anos do Calçadão da Rua XV de Novembro. O aniversário do primeiro calçadão exclusivo para pedestres do Brasil acontece nesta quinta-feira (19/5), até as 15h30, com a participação de um convidado especial: o público acostumado a trafegar por ela e os turistas que vêm visitá-la.

A famosa pintura no chão, originalmente proposta para garantir lazer e estimular a criatividade infantil, foi uma das atrações mais procuradas da manhã desta quinta-feira. Se atraiu o interesse de pequenas turistas como a catarinense Valentina Cardoso Huppes, de 10 anos, e a bebê Helena Gallego Alves, de 1 ano e 7 meses, que veio da Espanha com os pais, também chamou a atenção dos adultos.

Adultos viram criança

Foi o caso do técnico em nutrição Rafael Marçal. A caminho do trabalho, na Santa Casa, decidiu parar e pintar uma paisagem ensolarada. Natural de Manaus, de onde veio há seis anos, ele mora na CIC e não pretende deixar a cidade. “Vim para conhecer, gostei e acabei ficando. Já sou quase curitibano”, contou.

Até o vice-prefeito Eduardo Pimentel matou a saudade da infância e deixou, no chão, uma mensagem pelo aniversário do Calçadão. “Eu vinha muito aqui com meus pais e já trouxe meus filhos. É uma memória muito gostosa”, disse.

“A cidade está de parabéns, tanto pelo seu Calçadão inovador quanto pela organização e limpeza. Curitiba é linda”, destacou o coordenador da Administração Regional Centro Sul de Belo Horizonte, Álvaro Goulart. Ele está em visita técnica à cidade e foi convidado para o evento pela administradora regional da Matriz, Rafaela Lupion Cantergiani.

Embalando lembranças e responsabilidade

Aloah França Domanski, que mora no Rebouças, estava passando quando ouviu a banda, resolveu arriscar um pedido e foi atendida. Ganhou de presente o clássico da música internacional New York, New York, que ouviu embalando o corpo. “Essa música me lembra tanta coisa boa!”, justificou a aposentada, que tem 79 anos e já se apresentou na Boca Maldita com o grupo da Terceira Idade da Praça Ouvidor Pardinho.

De Maringá, o carrinheiro Marquinho parou o carrinho de coleta de recicláveis, caprichosamente decorado com tule e bichos de brinquedo, perto da maquete da Secretaria Municipal da Saúde. Estava interessado em aprender sobre as doenças causadas por animais, as zoonoses, e em especial a dengue.

Ao lado de outras pessoas, Marquinho ouviu com atenção o técnico Orlando José Blanc Pereira, da equipe do programa de controle do mosquito vetor da doença. “Não quero esse bicho no meu carrinho, que dá o meu sustento”, contou o coletor, que entrega seu material na cooperativa da Vila Capanema.

Inovação

Novidade na frota da Guarda Municipal, o carro elétrico e automático Twizy, da Renault, também marcou presença do Calçadão e virou cenário para disputadas fotos com adultos e crianças. “Ele é pequeno, silencioso, mas chama a atenção. É ideal para o nosso trabalho de observação em locais como aqui”, explicou o guarda Lucas Magno, que há dois dias trabalha com a ajuda do veículo. Em teste, outro igual circula pelo Parque Barigui.

O evento comemorativo pelos 50 anos do Calçadão de Curitiba também conta com os Jogos Gigantes da Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude (Smelj), informações sobre canais de denúncia e prevenção do abuso sexual infantil e a apresentação do trabalho da Assessoria de Direitos Humanos para mulheres, igualdade racial e diversidade sexual.

Praça Carlos Gomes está em obras para ficar mais acessível ao pedestre

Ponto de referência de Curitiba, a Praça Carlos Gomes, no coração da Regional Matriz, está em obras para facilitar e tornar mais seguro o deslocamento de quem caminha por ela. A intervenção está sendo coordenada pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMMA) da Prefeitura e deverá estar pronta antes do fim do ano.

“A ideia é facilitar o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção, como cadeirantes e cegos, e também da população em geral, mantendo as características originais do local”, explica o diretor do Departamento de Parques e Praças da SMMA, Giovando Amorim Romanine. Para isso, não só o piso passará por modificações.

Rota acessível e mais

Entre as principais benfeitorias a serem implantadas está uma rota acessível em volta da praça. Ela será feita de lajota vermelha e sinalizada, substituindo o antigo piso de petit-pavê, e terá piso texturizado no entorno. Até as duas palmeiras situadas junto à estação-tubo, na Rua Pedro Ivo, vão mudar de lugar e serem transplantadas para um canteiro mais à frente. A mudança deve ocorrer no fim do semestre.

Atualmente, o trabalho se concentra na altura da esquina das ruas Pedro Ivo e Monsenhor Celso. A obra acontecerá por setores, para diminuir o transtorno para pedestres e usuários do transporte coletivo, e abrangerá 2.698 metros quadrados dos cerca de 7 mil metros quadrados da praça. O investimento é de R$ 1,3 milhão.

Também serão adequadas as rampas de acessibilidade situadas nas esquinas da praça e das ruas limítrofes. As duas bancas de revista existentes mudarão de lugar e uma delas – a que fica próxima à esquina das ruas José Loureiro e Monsenhor Celso – será remodelada. 

As mudanças incluirão ainda as floreiras e as lixeiras, que serão iguais às instaladas na Rua XV e colocadas em pontos diferentes da praça. Postes de sinalização e bancos, assim como os guarda-corpos situados junto à estação-tubo, também serão reposicionados. Os canteiros serão mantidos e, alguns, sofrerão pequenas modificações de tamanho. A araucária situada no canteiro de frente para a Rua Marechal Floriano Peixoto não será afetada.

No Centro e nos bairros

A praça homenageia o compositor erudito e maestro brasileiro Antônio Carlos Gomes com a réplica da escultura em bronze talhada pelo escultor paranaense João Turin e, no piso, pedras decoradas com desenhos de harpas. Ambos serão mantidos. A escultura original com a figura do artista pode ser apreciada na exposição permanente instalada no térreo do Memorial de Curitiba, no Centro Histórico.

O local, no entanto, não é o único ponto da cidade a receber intervenções para melhorar a acessibilidade de pedestres na Regional Matriz. Também coordenadas pela SMMA, estão em andamento as obras no Jardim Botânico.

Rosto da Cidade e Caminhar Melhor

Planejadas pelo Ippuc (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba) e sob coordenação da Smop (Secretaria Municipal de Obras Públicas), estão sendo refeitas as calçadas da Rua Kellers, no Alto do São Francisco. A intervenção completa a obra iniciada logo abaixo, no Centro Histórico, a partir da Rua Claudino dos Santos, e que também chegou à Rua Voluntários da Pátria, entre a Praça Rui Barbosa e a Avenida Luiz Xavier.

As melhorias fazem parte do projeto Rosto da Cidade e do programa Caminhar Melhor. O primeiro abrange intervenções nos setores da região central de importância histórica, incluindo calçadas e fachadas de prédios. O segundo é dirigido também às demais regiões da cidade por meio da execução de calçadas e ciclovias, a fim de privilegiar a mobilidade ativa, ou seja, formas de deslocamento que não demandem queima de combustíveis. A Rua Bley Zornig, no Boqueirão, é um exemplo de obra já concluída.

Juntos, os investimentos na área somam R$ 180 milhões, entre obras em andamento e a executar.

Cinema diversidade, música, teatro e exposições na programação do fim de semana

Cinema, literatura, artes visuais e música ocuparão os espaços da Fundação Cultural de Curitiba no fim de semana. Os destaques são para os últimos dias da exposições Traços Curitibanos 4 e da artista Denise Roman, a mostra de cinema Diversidade Sexual e o espetáculo teatral People vs. People.

O fim de semana marca ainda a volta dos shows presenciais da Orquestra à Base de Corda, para o lançamento do novo álbum, que celebra compositores curitibanos de várias épocas. A programação é quase toda gratuita e alguns eventos precisam de inscrição antecipada (confirma no fim do texto).

Sexta-feira (20)

Os destaques do fim de semana começam pela música. Na sexta-feira, no Teatro da Vila, o concerto didático da Camerata Antiqua de Curitiba apresenta de forma lúdica ao público o que são e como atuam um coro e uma orquestra de cordas, reunindo a música de concerto, do cinema e do teatro. A programação acontece às 10h30 e às 14h, é livre e gratuita.

Mais tarde, a mostra Diversidade Sexual movimenta a noite na Cinemateca. A partir das 19h, serão exibidos sete filmes relacionados com o tema, na ocasião do mês de combate à LGBTIfobia. O evento é para maiores de 12 anos e gratuito.

Sábado (21)

Também no sábado, das 10h30 às 12h, acontece no Teatro Cleon Jacques, do Memorial Paranista, a masterclass com a escultora Lígia Borba, abordando poéticas, técnicas e bastidores da sua produção artística tridimensional. 

Domingo (22)

Domingo também é o último dia para a visitação da exposição Denise Roman – Retrospectiva dos 40 anos de carreira, no Museu Municipal de Arte – MuMA, e da Mostra Traços Curitibanos 4, na Gibiteca.

Também no domingo, o espetáculo teatral People vs. People / Ruma da Cultura movimenta o Teatro Novelas Curitibanas. Na cena, uma entrevista aparentemente comum aos poucos se transforma em julgamento – os atores explicitam a manipulação de discursos que, retirados de seus contextos, podem incriminar e condenar. A apresentação acontece de sexta a domingo, às 20h, com ingressos gratuitos distribuídos 1 hora antes de cada sessão.

O que ver, ouvir e fazer no fim de semana

MÚSICA

CONCERTO DIDÁTICO DA CAMERATA ANTÍQUA
Dia 20 (sexta) – 10h30 e 14h
Teatro da Vila – Rua Davi Xavier da Silva, 451 – CIC
Livre 
Grátis

ORQUESTRA À BASE DE CORDA INTERPRETA COMPOSITORES DE CURITIBA
Dia 20 (sexta) – 20h
Dia 21 (sábado) – 18h30
Capela Santa Maria (R. Conselheiro Laurindo, 273 – Centro)
Livre
Ingressos 
R$ 35 (inteira) R$ 17,50 (meia)


CIRCO

O BAÚ DO PIRATA
Dia 21 (sábado) – 16h
Circo da Cidade (Rua Benedicto Siqueira Branco, S/N – Alto Boqueirão)
Grátis
Ingressos


LITERATURA

RODA DE LEITURA – DIAS GOMES NOS PALCOS E NAS TELAS
Dia 20 (sexta) – 10h e 15h
Casa da Leitura Miguel de Cervantes ( Praça da Espanha, s/n, R. Cel. Dulcídio – Bigorrilho)
Classificação: 14 anos
Grátis

CONTAÇÃO DE HISTÓRIA – AQUI TEM HISTÓRIA O ANO TODO
Dia 20 (sexta) – 15h 
Casa da Leitura Hilda Hilst (Avenida Prefeito Maurício Fruet, 2.150 – Cajuru)
Livre
Grátis

CLUBE DE LEITURAS URGENTES
NIKETCHE: UMA HISTÓRIA DA POLIGAMIA, DE PAULINA CHIZIANE
Dia 21 (sábado) – 16h
Casa da Leitura Wilson Bueno (Avenida República Argentina, 3.430 – Portão Cultural)
Classificação: 16 anos
Grátis


TEATRO

PEOPLE VS. PEOPLE / RUMO DE CULTURA
Dias 20, 21 e 22 (sexta, sábado e domingo) – 20h
Teatro Novelas Curitibanas (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1.222 – São Francisco)
Grátis
Ingressos distribuídos 1 hora antes de cada sessão. Sujeito à lotação.


ARTES VISUAIS

CURSO LIVRE: INTRODUÇÃO ÀS TÉCNICAS DE CERÂMICA
Dia 20 (sexta) – 19h às 22h
Memorial Paranista (R. Mateus Leme, 4700 – São Lourenço, Curitiba)
A partir de 15 anos
Vagas: 30
Inscrições

MASTERCLASS COM A ESCULTORA LÍGIA BORBA
Dia 21 (sábado) – 10h30 às 12h
Teatro Cleon Jacques/Memorial Paranista (R. Mateus Leme, 4700 – São Lourenço, Curitiba)
16 anos
Inscrições

OFICINA MEMÓRIAS AFETIVAS
Dia 21 (sábado) – 14h30 às 16h
Liceu das Artes/Memorial Paranista (R. Mateus Leme, 4700 – São Lourenço, Curitiba)

EXPOSIÇÃO NATUREZA, DE MARIANA CANET
Dia 20 (sexta) – 9h às 12h e das 13h às 18h; 
Dias 21 e 22 (sábado e domingo) – 12h às 18h
Museu da Fotografia, Solar do Barão (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 – Centro)

DENISE ROMAN – RETROSPECTIVA DOS 40 ANOS DE CARREIRA
Dias 20, 21 e 22 (sexta, sábado e domingo) – 10h às 19h
Museu Municipal de Arte – MuMA (Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão – Portão)
Grátis

EXPOSIÇÃO TECNOGÊNESE (1)
Dias 20, 21 e 22 (sexta, sábado e domingo) – 10h às 19h
Museu Municipal de Arte – MuMA (Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão – Portão)
Grátis

EXPOSIÇÃO UNIVERS9
Dias 20, 21 e 22 (sexta, sábado e domingo) – 10h às 19h
Museu Municipal de Arte – MuMA (Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão – Portão)
Grátis

EXPOSIÇÃO OXIGÊNIO
Dias 20, 21 e 22 (sexta, sábado e domingo) – 10h às 19h
Museu Municipal de Arte – MuMA (Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão – Portão)
Grátis

EXPOSIÇÃO ONÇAS, ÁGUIAS E LOBOS SOBRE TELA A PARTIR DE TURIN – MELO VIANA
Dia 20 (sexta) – 9h às 17h; dias 21 e 22 (sábado e domingo) – 9h às 14h 
Solar da Cultura – Sede da Presidência da Fundação Cultural de Curitiba (R. Claudino dos Santos, 142)
Grátis

EXPOSIÇÃO UNDERGROUND ILUSTRADO 3
Dia 20 (sexta) – 9h às 18h
Dias 21 e 22 (sábado e domingo) – 12h às 18h 
Gibiteca de Curitiba (Rua Pres Carlos Cavalcanti, 533 – Centro)
Grátis

EXPOSIÇÃO TRAÇOS CURITIBANOS 4
Dia 20 (sexta) – 9h às 18h
Dia 21 (sábado e domingo) – 12h às 18h 
Gibiteca de Curitiba (Rua Pres Carlos Cavalcanti, 533 – Centro)
Grátis


CINEMA

MOSTRA DIVERSIDADE SEXUAL
Dia 20 (sexta) – 19h
Cinemateca (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 – São Francisco)
A partir de 12 anos
Grátis

CINECLUBE DA ALIANÇA FRANCESA – AYA DE YOPOUGON
Dia 21 (sábado) – 16h
Cinemateca (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 – São Francisco)
Grátis


DANÇA

OFICINA: IMPROVISAÇÃO EM DANÇA – PROJETO: 5 PEÇAS, 5 DANÇARINAS
Dia 21 (sábado) – 9h às 13h
Casa Hoffmann (R. Dr. Claudino dos Santos, 58 – São Francisco)
Vagas: 25 vagas
A partir de 16 anos
Inscrição

OFICINA: MONSTRUOSIDADES PARTICULARES
Dia 20 (sexta) – 15h às 18h
Casa Hoffmann (R. Dr. Claudino dos Santos, 58 – São Francisco)
Vagas: 20
Grátis
Acima de 18 anos
Inscrições

PROJETO DANÇA CURITIBA CIRCUITO 2022
Dia 22 (domingo) – 10h às 13h
Memorial de Curitiba – Praça Iguaçu  (Rua Claudino dos Santos, 79)
Grátis 

Rede quer reforço de clínicas veterinárias no combate ao abandono

A Rede de Proteção Animal da Prefeitura de Curitiba está cadastrando consultórios e clínicas veterinárias que disponham de serviços de identificação de animais – leitores de microchip. A medida tem como objetivo tornar mais efetiva a rede de informações sobre os pets da cidade. Os interessados em colaborar podem fazer o cadastro por meio pelo formulário on-line.

De acordo com o diretor de Pesquisa e Conservação da Fauna, Edson Evaristo, quanto maior o número de credenciados que possam fazer essa identificação, mais fácil será encontrar tutores de animais perdidos ou abandonados. 

Os microchips – implantados gratuitamente pela Rede de Proteção para animais de beneficiários das políticas públicas municipais de proteção animal e em alguns eventos ligados à causa – contêm informações do Sistema de Identificação Animal (SIA), que tem o cadastro dos pets da cidade. Hoje são 191,2 mil cães cadastrados no SIA. 

“Incentivamos que médicos e empreendimentos veterinários também façam uso da plataforma e identifiquem animais e seus responsáveis, contribuindo com a estratégia de monitoramento das populações animais em Curitiba”, explica Evaristo. 

Esse tipo de informação contribui para as políticas de Proteção Animal da cidade, que visam a guarda-responsável, fim do abandono e dos maus-tratos de animais. Quando consolidada, a lista poderá ser consultada no site da Rede de Proteção Animal e, ao encontrar um animal perdido, o cidadão poderá ter acesso ao local mais próximo para leitura do microchip do animal.

Achados e perdidos

No site também é possível anunciar pets encontrados e perdidos na cidade. Todo cidadão cadastrado no e-cidadão pode incluir as informações e facilitar que os animais sejam localizados pelos seus tutores.

É necessária a atualização cadastral dos usuários e o recadastramento de ONGs e comerciantes, devido à integração dos dados com o portal e-cidadão, uma vez que a atualização já contempla as adequações exigidas pela Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

Paraná registra temperaturas mais baixas do ano em 90% das cidades nesta terça-feira

As temperaturas mais baixas do ano foram registradas nesta terça-feira (17) no Paraná, antes do início do inverno, que começa apenas no dia 21 de junho. Os dados são do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).

A causa da queda das temperaturas, que chegaram a 0,5ºC no Centro-Sul do Estado (General Carneiro), é uma massa de ar polar que atua sobre o Paraná. De acordo com os registros do Simepar, mais de 90% das cidades paranaenses registraram as menores temperaturas do ano. Alguns exemplos foram Telêmaco Borba (1,6ºC), Palmas e Ponta Grossa (1,8ºC), Campo Mourão (1,9°C), Jaguariaíva (2,2ºC), Cerro Azul (2,7°C) e Fazenda Rio Grande (3,1°C).

Até então, as temperaturas mínimas tinham sido registradas nos dias 15 e 16 de abril. Em Telêmaco Borba foi de 6,6ºC; em Palmas, de 3,8ºC, em Campo Mourão, 8,5ºC, em Jaguariaíva, 6,1ºC; e em Fazenda Rio Grande, 7ºC. Em Cerro Azul e Ponta Grossa as mínimas registradas durante o ano foram de 8,2ºC e 7,4ºC em 07/05 e 12/05.

A previsão indica que a sensação de frio intenso permanece para os próximos dias, ganhando mais intensidade nesta quarta-feira (18). “Venta bastante no Paraná durante o dia, aumentando a sensação de frio. A previsão não indica que o período da tarde desta terça-feira pode esquentar”, destaca o meteorologista do Simepar, Samuel Braun.

De acordo com ele, não foram identificados fenômenos de geada no Estado nesta terça. “Por conta da ação dos ventos, dificilmente ocorre formação de gelo em áreas mais abrangentes, apenas bem pontuais”, afirmou. Outra característica comum da massa de ar polar é a sensação térmica mais baixa do que os registros indicados nos termômetros.

Também não foi registrada neve nesta terça. Ela pode ser confundida com a chuva congelada. “Chuva congelada envolve minúsculos cristais de gelo, que ao tocar o chão, tem a característica de quicar, diferente da neve que se deposita no chão ao cair”, destacou o meteorologista Reinaldo Kneib, também do Simepar. O instituto segue monitorando a possibilidade de ocorrência de neve no Paraná, mas até o momento não identificou essa possibilidade.

CICLONE – O Simepar também monitora o fenômeno registrado no Rio Grande do Sul, uma tempestade que resultou em ventos de 110 km/h. Segundo o meteorologista Lizandro Jacóbsen, ele atua mais afastado do litoral, mas as projeções indicam que os ventos fortes atingem também Santa Cataria. “Aqui no Paraná o impacto previsto é de sensação de ventos mais constantes, um frio mais rigoroso”, disse. “A previsão é de que as rajadas de vento não passem de 60 km/h, com mais concentração na região Sul, na divisa com Santa Catarina”.

Temperaturas mínimas desta terça-feira:

Paraná registra temperaturas mais baixas do ano nesta terça-feira

Secretaria da Saúde reforça alerta para cuidados contra a dengue e tira dúvidas sobre a doença

Eliminar o mosquito da dengue é fundamental, assim como informações sobre a doença – como ela é adquirida e a forma de transmissão – para conter novos casos. Mesmo com ações da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) em inúmeras frentes, a participação da população é essencial para a eliminação dos criadouros do Aedes aegypti, já que a maioria está localizada em terrenos e residências.

De acordo com o boletim semanal divulgado nesta terça-feira (17) pela Sesa, são mais nove óbitos no Estado e 12.440 novos casos, um aumento de 28,43% em relação aos números do informe anterior. O Paraná contabiliza 21 mortes e 150.752 casos notificados, com 56.191 confirmações, desde o início do atual período sazonal da doença, em agosto de 2021.

Dos 380 municípios que registraram notificações de dengue, 328 confirmaram a doença, sendo que em 286 deles há casos autóctones, ou seja, a dengue foi contraída no município de residência dos pacientes.

Com o objetivo de orientar e engajar a população nesse combate, a Sesa esclarece as principais dúvidas sobre a doença:

Como a pessoa reconhece o mosquito Aedes aegypti?

Ele apresenta corpo escuro, com listras brancas no tronco, cabeça e pernas, e tem o hábito de picar, principalmente durante o dia.

Como a população pode ajudar?

Evitando a presença de criadouros, tanto em casa como no local de trabalho e estudo, dando destinação adequada ao lixo, inservíveis e recicláveis. Eliminar qualquer recipiente que possa acumular água, por menor que seja, é a chave para evitar a proliferação do mosquito.

Quais os criadouros mais comuns do mosquito da dengue?

Pneus, calhas, vasos, pratos de vasos, garrafas, caixas d’água sem tampa ou com a tampa quebrada, latas, lonas ou plásticos, ralos, bromélias, piscinas sem tratamento, banheiros em desuso, cisternas sem vedação adequada e recipientes que possam acumular água.

Uma pessoa infectada pode passar a doença para outra?

Não há transmissão por contato direto de um doente ou de suas secreções. A pessoa também não se contamina por meio de fontes de água, alimento ou uso de objetos pessoais do doente de dengue. A transmissão ocorre apenas através da picada do mosquito infectado.

Quais são os principais sintomas da dengue?

Febre alta (acima de 38,5ºC), dores musculares intensas, dor ao movimentar os olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo. Outros sintomas mais graves como dor abdominal intensa, vômito persistente, tontura (hipotensão), diminuição do volume urinário e muito cansaço também podem ocorrer.  

Em quanto tempo os sintomas aparecem?

De 3 a 15 dias após a picada do mosquito infectado.

Como distinguir a dengue de outras doenças febris como a gripe?

As duas condições são parecidas porque ambas têm entre os possíveis sintomas febre, dores de cabeça e no resto do corpo, cansaço e mal-estar. Entretanto, a dengue não apresenta sintomas respiratórios como coriza (nariz escorrendo), obstrução nasal (nariz entupido) ou tosse. O paciente deve evitar a banalização de casos febris e logo que iniciem os sintomas, procurar o serviço médico.

A partir de que momento deve-se procurar um médico?

É necessário buscar atendimento médico sempre que houver qualquer manifestação de algum tipo de sinal ou sintomas.

Por que alguns medicamentos são contra indicados em caso de dengue?

Medicamentos derivados de ácido acetilsalicílico (AAS) são totalmente contraindicados em todos os casos de dengue ou suspeita porque interferem na função plaquetária e, assim, aumentam o risco de sangramentos e hemorragias. Os anti-inflamatórios podem produzir sangramento digestivo em pacientes predispostos. Pessoas que fazem uso crônico de medicamentos devem informar esta situação na consulta médica para readequação conforme o caso (AAS infantil, anticoagulantes, entre outros). É essencial evitar a automedicação.

Por que algumas pessoas desenvolvem a forma grave da dengue e outras não?

A dengue não é uma doença banal e incapacita o paciente por vários dias. A maioria dos casos evolui para a cura, mas em algumas pessoas pode evoluir para as formas graves. Isso pode ocorrer pela predisposição individual, principalmente nos portadores de outras comorbidades, crianças, idosos e gestantes. E, ainda, se a pessoa contrair ou infectar-se por outro sorotipo.

Podem ocorrer casos de dengue nos meses de inverno?

Sim, desde que sejam mantidas as condições que propiciam a proliferação do vetor. Mesmo com baixas temperaturas, os ovos do mosquito se mantêm viáveis nos criadouros por aproximadamente um ano, vindo a eclodir assim que as condições ambientais estejam favoráveis. Por isso, é importante fazer um trabalho de remoção de todo e qualquer recipiente que possa acumular água, mesmo durante o inverno.

Colocar água sanitária na água ajuda a evitar as larvas?

Não. A única maneira de evitar a proliferação do mosquito é a eliminação e remoção de depósitos de água.

Como é feito o diagnóstico de dengue?

O diagnóstico é através da avaliação médica, baseada em exame clínico do paciente e vínculo epidemiológico. Poderão ser feitos exames complementares, como hemograma, para identificar a gravidade da doença e realizar o estadiamento da dengue. Os testes são indicados para monitorar a situação epidemiológica no Paraná e realizados em pacientes classificados com sinais de alarme e dengue grave. Enviados pelo Ministério da Saúde, também estão disponíveis para gestantes e para os óbitos suspeitos por dengue – nestes casos, 100% dos exames são garantidos para critério de Vigilância da doença no Estado.

Em que casos é feito o chamado “fumacê”?

A utilização do fumacê ocorre como último recurso para o combate ao vetor e possui caráter complementar às demais ações de controle, em virtude do alcance limitado e do grande impacto ambiental. Deve ser utilizado apenas em operações emergenciais na tentativa de contenção de surtos ou epidemias.

Armazéns da Família têm mudança de horário de atendimento a partir de junho

As unidades do programa Armazém de Família em Curitiba terão mudança no horário a partir do dia 1 de junho. As 35 lojas espalhadas pelos bairros passam a funcionar de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, 9h às 14h. Atualmente funcionam de terça a sexta, das 8h45 às 17h15, e aos sábados, das 8h30 às 13h.

Os Armazéns da Família comercializam 355 produtos, entre gêneros alimentícios e itens de higiene e limpeza. Podem fazer compras nas unidades de Curitiba famílias com renda máxima de cinco salários-mínimos, que morem na capital e sejam cadastradas no programa.

Hoje, são mais de 408,5 mil famílias atendidas nas 35 unidades de Curitiba e nas dez da Região Metropolitana.