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sexta-feira, 10 abril 2026
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Eduardo Pimentel destaca a força dos engenheiros no desenvolvimento de Curitiba

O vice-prefeito de Curitiba e secretário estadual das Cidades, Eduardo Pimentel, prestigiou o aniversário de 98 anos do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), comemorado nesta terça-feira (6/2) na sede da entidade, no Centro de Curitiba.

“O Instituto de Engenharia atua no desenvolvimento do Estado e das causas paranaenses, dando suporte e trazendo novidades e tecnologias a todos os profissionais da engenharia, agronomia, arquitetura e geociências”, disse Eduardo.

Para os engenheiros, o vice-prefeito lembrou que no mês passado foi inaugurada pelo prefeito Rafael Greca a escultura em bronze da primeira mulher negra a se formar em Engenharia no Brasil, Enedina Alves Marques (1913-1981). “Ela simboliza não apenas os engenheiros, mas também a força da mulher lutadora”, completou Eduardo.

Investimentos na cidade

Eduardo Pimentel destacou ainda os investimentos que tornam Curitiba referência no cenário nacional. Pelo 12º ano consecutivo, Curitiba está no topo do Índice Ipardes de Desempenho Municipal (IPDM), elaborado e divulgado anualmente pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

O resultado é reflexo da consistência dos investimentos feitos continuamente pela Prefeitura para os avanços no desenvolvimento socioeconômico da cidade de forma sustentável.

O presidente do IEP, José Carlos Dias Conceição, destacou a importância da data. “É um momento de celebração da nossa jornada das últimas décadas”, disse. 

Planejamento urbano

A solenidade contou com o lançamento do Mural da Engenharia e com a palestra O Planejamento Urbano de Curitiba e seu futuro, do secretário do Governo Municipal e presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), Luiz Fernando Jamur. O secretário abordou plano diretor, sistema viário, meio ambiente, transporte público e os desafios da cidade, entre outras questões relativas ao tema.

“Uma entidade de grande representatividade que fortalece a engenharia da nossa cidade e do nosso Estado, porque não existe desenvolvimento sustentável sem engenharia”, afirmou Jamur. “A engenharia gera empregos, promove a infraestrutura e movimenta a economia. É também muito importante termos engenheiros no setor público para reforçar o planejamento, os projetos e promover a sustentabilidade das nossas cidades”, completou.

O presidente do Ippuc destacou o processo de planejamento de Curitiba e o pragmatismo da cidade em seguir o Plano Diretor.

“Tudo passa pelo Plano Diretor. É  a observância permanente deste plano que difere Curitiba de outras cidades. Seguimos o Plano Diretor, atualizando a cada década conforme preconiza o Estatuto da Cidade, porque não se reinventa uma cidade a cada quatro anos”, observou Jamur.

Curitiba em ordem

Jamur destacou como alicerces da gestão do prefeito Rafael Greca o ajuste fiscal, pelo Plano de Recuperação de Curitiba; o resgate do planejamento com projetos estruturantes que representam um legado para o futuro; e intervenções de manutenção urbana e cuidado com a cidade.

Ele citou a operação completa do Ligeirão Norte-Sul com recursos do Tesouro Municipal. De acordo com o presidente do Ippuc, as intervenções estruturantes em curso na cidade estão alinhadas à visão de futuro com ações pela descarbonização, eficiência nos serviços públicos de transporte, crescimento ordenado e fomento às potencialidades da cidade com foco local.

Entre os projetos estruturantes destacados estão os do Inter 2 e do Ligeirão Leste-Oeste, que integram o Programa de Mobilidade, e do Bairro Novo da Caximba, de mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.

Já os projetos apresentados ao BID, pelo prefeito Rafael Greca em sua viagem recente a Washington, foram dos Ecodistritos do Umbará e Ganchinho e do Ecodistrito Belém. O primeiro deles de estruturação urbana com preservação ambiental e o segundo de recuperação da bacia do Belém, que também contempla a implantação futura de uma linha de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) ligando o centro de Curitiba ao Aeroporto Internacional.

Presenças

Também participaram o secretário do Desenvolvimento da Região Metropolitana, Leverci Silveira Filho; e os vereadores Bruno Pessuti, Mauro Ignacio, Mauro Bobato e Amália Tortato.

Rodoviária de Curitiba prevê 39 mil embarques no feriadão de Carnaval

Rodoviária de Curitiba prevê 39 mil embarques para o feriado de Carnaval. A previsão é de um aumento de 7% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 36.595 embarques. Ao todo, 1.190 ônibus devem deixar a capital a partir desta quinta-feira (8/2) até sábado (10/2). 

O movimento deve se concentrar na quinta-feira, com 9 mil embarques, na sexta (9/2), com 17,5 mil, e no sábado (10/2), com 12,5 mil. 

O litoral do Paraná é o destino mais procurado, com 35% dos embarques, seguido por interior do Paraná (25%), Santa Catarina (20%), São Paulo (15%), e outros (5%). 

Haverá reforço para o atendimento com operações de agentes de trânsito nas áreas internas, bem como nos acessos ao terminal rodoviário, aumento no efetivo da Guarda Municipal, principalmente nas entradas do terminal, e fiscalização de táxi. As linhas de ônibus que dão acesso ao terminal terão veículos de reserva à disposição da fiscalização em caso de necessidade.

Circuito Curitiba de Corridas de Rua: prepare-se para cinco provas emocionantes

Circuito Curitiba de Corridas de Rua, promovido pela Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude (Smelj) para difundir a prática da atividade física e favorecer o intercâmbio esportivo e cultural, já tem calendário definido para 2024.

A primeira prova será no dia 24 de março e faz parte da programação dos 331 anos da capital paranaense (celebrados em 29 de março). As inscrições começam no dia 11 de março. Podem participar corredores a partir de 18 anos e também pessoas com deficiência que se encaixam nas seguintes categorias: CAD (Cadeirantes); EV (Deficiente Visual); AMPI (Amputados de Membro Inferior); DMAI (Deficiente Andante de Membro Inferior); DI (Deficiente Intelectual); DMS (Deficiente Membro Superior); e DAU (Deficiente Auditivo); além de pessoas do espectro autista (TEA).

Em 2024 o circuito terá cinco provas. A novidade é que este ano as etapas terão apenas um percurso, de 7 quilômetros (no ano passado eram dois percursos). A quinta prova será a corrida Entre Parques, de 25 km e categorias individual, duplas e quartetos.

Neste ano, o Circuito Curitiba de Corridas de Rua 2024 tem apoio de do Ministério do Esporte, por meio da Lei de Incentivo ao Esporte do governo federal.

Premiação

Este ano, quem completar todas as provas vai poder montar uma mandala com as quatro medalhas que serão entregues em homenagem a pontos tradicionais de Curitiba e com mais uma medalha maior, premiação da Corrida entre Parques.

Confira as etapas

As etapas do circuito acontecem nas seguintes datas:

1ª Etapa – Bosque Trabalhador – 24/3
2ª Etapa – Parque Náutico – 16/6
Corrida entre Parques – 18/8
3ª Etapa – Santa Felicidade – 15/9
4ª Etapa – Bairro Novo – 3/11

Circuito Infantil

O Circuito Curitiba de Corridas também terá quatro provas do Circuito Infantil, com percursos que variam de 600 metros a 4 quilômetros, dependendo da idade. As etapas acontecem nos dias 7 de abril, 26 de maio, 1 de setembro e 20 de outubro.

Corridas Smart`s

Quem perder alguma prova em 2024 também poderá recuperar sua medalha nas corridas Smart. Serão dez oportunidades em que o participante vai definir o trecho a percorrer. O trajeto deverá ser comprovado por aplicativos de corridas.

As atividades esportivas, físicas e de lazer da Prefeitura fazem parte da política pública Curitiba Viva Bem, uma das principais agendas da gestão do prefeito Rafael Greca, assim como a mobilidade urbana, sustentabilidade, empreendedorismo de impacto, cultura da inovação como processo social e cidade educadora. A importância da saúde e bem-estar para os curitibanos motivou a Prefeitura a mobilizar todas as áreas da gestão pública, que estão ampliando as ações de forma conjunta através do Curitiba Viva Bem.

Cine Passeio de Curitiba é o primeiro cinema do País a exibir novo longa de Wim Wenders

O Cine Passeio estará aberto no feriadão de carnaval (menos na segunda-feira), oferecendo aos cinéfilos a oportunidade de desfrutar de grandes produções cinematográficas. Nas telas do cinema da Prefeitura de Curitiba o destaque é o retorno da sessão da meia-noite nesta sexta-feira (9/2), que traz com exclusividade no país a exibição do aclamado filme Dias Perfeitos, mais nova produção do cineasta alemão Wim Wenders. 

Dias Perfeitos, uma coprodução entre Japão e Alemanha, narra a história de Hirayama, um zelador de banheiros públicos em Tóquio, cuja rotina é interrompida por encontros inesperados que o reconectam com o passado.

Esta obra-prima, indicada ao Oscar de Melhor Filme Internacional, terá sua pré-estreia nacional exibida em duas salas do Cine Passeio, sala Luz e Ritz, exclusivamente nesta sexta (9/2), na sessão da meia-noite. Nas demais salas do país, a estreia está prevista para 29 de fevereiro. 

“Conseguimos antecipar a exibição aqui no Cine Passeio, que será o primeiro cinema do país a rodar o longa, excepcionalmente nesta sexta-feira, na sessão da meia-noite”, diz a gestora do Cine Passeio, Juliana Pedrozo.

Aberto no Carnaval

Entre os destaques da programação também está o drama Zona de Interesse, indicado ao Oscar, que estreia nesta quinta-feira (8/2). O filme aborda a história de Rudolf Höss e sua esposa Hedwig, uma família nazista que vive próxima ao campo de concentração de Auschwitz.

Produções nacionais também têm espaço garantido na programação do Cine Passeio, como o documentário “Servidão”, dirigido por Renato Barbieri. Este filme expõe os casos de trabalho escravo contemporâneo na Amazônia, trazendo à tona uma realidade social pouco discutida.

Serviço: Cine Passeio no carnaval

Sexta-feira – 9/2
0h – Dias Perfeitos
Classificação: 12 anos
*Ingressos esgotados

De 8/2 a 14/2
10h30 – Segredos de um Escândalo
Classificação: 16 anos

13h30 – Servidão
Classificação: 12 anos

13h40 – Os Rejeitados
Classificação:16 anos

15h10 – Monster
Classificação: 12 anos

16h20 – Anatomia De Uma Queda
Classificação: 14 anos

17h40 – Vidas Passadas
Classificação: 12 anos

19h20- Pobres Criaturas
Classificação: 18 anos 

19h50 – Zona de Interesse
Classificação: 14 anos

Local: Cine Passeio (Rua Riachuelo, 410 – Centro)
Ingressos direto na bilheteria ou AQUI

Saiba tudo sobre a dengue e como afastar o risco de contaminação em Curitiba

Com as altas temperaturas do verão, cresce também a preocupação com a dengue, doença que vem registrando aumento de casos em todo o país.

De acordo com o último boletim do município, foram registrados 208 casos de dengue em janeiro de 2024 em Curitiba. Do total, 23 são autóctones, ou seja, a contaminação ocorreu na cidade. Os outros 185 foram importados.

O número é oito vezes maior na comparação com janeiro de 2023, quando foram registrados 25 casos, todos importados. O ano passado inteiro teve 35 casos autóctones. Agora, em apenas um mês, o município contabiliza mais da metade das contaminações locais do ano anterior.

A Prefeitura de Curitiba mantém alerta constante, durante todo o ano, para evitar a circulação do mosquito Aedes aegypti e realiza diversas ações e mutirões. Manter o mosquito longe dos quintais e evitar a dengue, porém, requer também a responsabilidade e contribuição de toda a população.

Tudo o que você precisa saber sobre a dengue para ficar protegido

1 – O que é a dengue?

2 – Como identificar o mosquito da dengue?

3 – Quantos dias após a picada do mosquito a dengue se manifesta?

4. A dengue é contagiosa? Pode ser transmitida de pessoa a pessoa?

5 – Quais os sintomas da dengue?

6 – Há grupos de risco para a dengue?

7 – Tem exame para detectar dengue?

8 – Estou com sintomas de dengue. E agora, o que fazer?

9 – Quanto tempo dura a dengue no corpo de uma pessoa?

10 – Quem já teve dengue uma vez pode ser contaminado de novo?

11 – O que é uma ação de bloqueio, após a confirmação de um caso?

12 – Como proteger a minha casa contra a dengue?

13 – Além de cuidar do quintal, há outras medidas de prevenção?

14 – Há vacina disponível contra a dengue em Curitiba no SUS?

15 – Quais ações da Prefeitura para evitar a proliferação de mosquito da dengue?

16 – Curitiba vive uma epidemia de dengue atualmente?

1 – O que é a dengue?

A dengue é uma doença infecciosa causada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. Ela causa sintomas como febre alta, dores no corpo e pode até ser fatal. Ainda não existe um tratamento específico, por isso a melhor proteção é evitar o foco do mosquito.


2 – Como identificar o mosquito da dengue?

O pernilongo comum (Culex quinquefasciatus) possui tom monocromático marrom, já o mosquito da dengue, o Aedes aegypti, possui o corpo preto com listras brancas. A coloração “zebrada” do mosquito da dengue facilita a sua identificação.

Outra característica é que o mosquito da dengue é menor que os mosquitos comuns e tem hábitos diurnos.

Não é possível distinguir a picada do Aedes aegypti da picada do mosquito comum, porém. A sensação de eventual coceira ou incômodo é igual a picada de qualquer outro mosquito

Em geral, o mosquito da dengue costuma picar nas regiões dos pés, tornozelos e pernas. Mas a picada pode acontecer em outras áreas expostas do corpo.


3 – Quantos dias após a picada do mosquito a dengue se manifesta?

De dois a dez dias, podendo chegar a 12 dias. Esse é o chamado período de incubação.


4. A dengue é contagiosa? Pode ser transmitida de pessoa a pessoa?

A dengue é contagiosa, mas não entre pessoas. A contaminação só é possível a partir da picada de uma fêmea de Aedes aegypti que esteja carregando o vírus.

Quando o mosquito pica uma pessoa infectada, o vírus se aloja e se multiplica no intestino do inseto, espalhando-se por outras áreas, inclusive as glândulas salivares. A partir desse momento, o mosquito pode transmitir a doença nas próximas picadas.


5 – Quais os sintomas da dengue?

Febre alta (usualmente entre 2 e 7 dias) associada a dois ou mais dos seguintes itens:

– Náuseas ou vômitos

– Manchas vermelhas no corpo

– Dor no corpo e articulações

– Dor de cabeça ou dor atrás dos olhos

– Mal-estar

– Falta de apetite

Todo caso suspeito deve ser notificado pelo serviço de saúde à Secretaria Municipal da Saúde, acompanhado e orientado para usar repelentes durante o período agudo de sintomas (primeiros 7 dias). O uso de repelentes nesse período visa afastar o risco de contaminação de mosquitos e retransmissão da doença na região.


6 – Há grupos de risco para a dengue?

A dengue pode evoluir para a forma grave principalmente em pessoas mais vulneráveis, como idosos, crianças, gestantes, pessoas com doenças crônicas e imunossuprimidos.

7 – Tem exame para detectar dengue?

Sim, a rede municipal de Curitiba oferece exame laboratorial de confirmação para casos suspeitos.

Para casos leves, o exame de sangue é processado pelo Laboratório Municipal de Curitiba e avalia se há infecção recente (NS1, até 6 dias) ou se já há anticorpos para a doença (IGM, após 6 dias).

Casos graves, pacientes hospitalizados e gestantes têm a amostra enviada ao Laboratório Central do Estado do Paraná (Lacen-PR) para a realização de exame de biologia molecular que permite, além de analisar se há infecção pelo vírus da dengue, qual é o subtipo. Este exame também analisa se há infecção por outras três arboviroses (doenças causadas por vírus transmitidos principalmente por mosquitos), que têm sintomas semelhantes ao da dengue: zika, febre amarela e oropouche.

O paciente com suspeita de dengue deve procurar atendimento pela Central Saúde Já 3350-9000, unidade de saúde ou UPA. Em caso de necessidade, ele será encaminhado para a realização de exame.


8 – Estou com sintomas de dengue. E agora, o que fazer?

Caso os sintomas sejam leves, o curitibano pode procurar atendimento pela Central Saúde Já, pelo telefone 3350-9000. A Central Saúde Já oferece, quando necessário, teleconsulta e videoconsulta médica por meio do aplicativo Saúde Já Curitiba. Já em situações mais complexas, o paciente pode procurar sua unidade de referência ou uma UPA da cidade.

A hidratação intensa é o principal tratamento para a dengue, mas é preciso atenção para o agravamento do quadro. No quinto dia de sintomas, se houver algum sinal de alarme, como náuseas ou vômito, além da febre persistente e dor intensa de cabeça, é preciso buscar um serviço de saúde.

Em caso de suspeita de dengue, não se deve utilizar medicamentos à base de ácido acetilsalicílico, pois eles podem agravar os riscos de hemorragia que a doença provoca.

9 – Quanto tempo dura a dengue no corpo de uma pessoa?

Varia de 3 a 15 dias, sendo, em média, de 5 a 6 dias. 

10 – Quem já teve dengue uma vez pode ser contaminado de novo?

Uma pessoa pode ser infectada por dengue até quatro vezes, por quatro sorotipos diferentes da doença. Após infectado, o paciente adquire imunidade apenas àquele sorotipo, podendo contrair os demais. A cada reinfecção, o risco de complicações pode aumentar.

11 – O que é uma ação de bloqueio, após a confirmação de um caso?

As equipes de vigilância ambiental da Secretaria Municipal da Saúde realizam uma vistoria na região onde a pessoa mora para verificar se há focos do mosquito transmissor e se há mais casos suspeitos de dengue.

É importante que quem contraiu a doença, seja em viagem ou na cidade, use repelentes durante os primeiros sete dias de sintomas, período agudo da dengue. O uso de repelentes nesse período visa afastar o risco de contaminação dos mosquitos e retransmissão da dengue na região onde a pessoa vive.

12 – Como proteger a minha casa contra a dengue?

A vistoria semanal das casas, quintais e locais de trabalho são medidas efetivas para eliminar possíveis criadouros do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Isso é necessário porque o ciclo de reprodução do Aedes, entre ovo, larva e mosquito adulto, é de apenas uma semana. Eliminando a água parada, esse ciclo é interrompido.

Semanalmente é preciso vistoriar a residência e o quintal em busca de recipientes que acumulam água, desde uma pequena tampinha esquecida no jardim, aos tonéis de captação de água de chuva.

A orientação é que esses reservatórios de água sejam mantidos tampados, inclusive com o uso de telas para impedir a entrada da fêmea do Aedes, que procura o local ideal para depositar seus ovos.

13 – Além de cuidar do quintal, há outras medidas de prevenção?

Quem viaja para regiões onde há epidemia de dengue, mora ou visita áreas de grande infestação, precisa se prevenir fazendo uso de repelente.

A proteção contra picadas do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya é necessária principalmente ao longo do dia, pois o Aedes aegypti tem hábitos diurnos e geralmente se esconde embaixo de mesas e camas. O repelente deve ser reaplicado periodicamente, tendo em vista que com o suor ele pode perder o efeito.

Em áreas de grande infestação, outra orientação importante é o uso de mosquiteiros sobre a cama, uso de telas em portas e janelas e, quando disponível, ar-condicionado para manter os ambientes fechados e evitar a entrada dos mosquitos.

14 – Há vacina disponível contra a dengue em Curitiba no SUS?

O Ministério da Saúde só está enviando vacinas para os municípios que enfrentam epidemias sucessivas de dengue e Curitiba não se enquadra nesse critério, pois nunca enfrentou epidemia da dengue. Por isso, Curitiba não terá vacinação contra a dengue pelo SUS.

Atualmente, o público-alvo para a vacinação contra a dengue no país, nos municípios em que o imunizante estará disponível pelo SUS, é de crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos.

15 – Quais ações da Prefeitura para evitar a proliferação de mosquito da dengue?

Curitiba mantém alerta constante, durante todo o ano, para evitar a circulação do mosquito Aedes aegypti. Para isso, o Programa Municipal de Controle do Aedes aegypti da Secretaria Municipal da Saúde realiza vistorias (inclusive com o uso de drones), faz monitoramento com armadilhas para o inseto (ovitrampas e mosquitraps) e realiza identificação laboratorial de larvas e mosquitos.

Há, ainda, ações pedagógicas, delimitações de focos do mosquito, bloqueios epidemiológicos em áreas com focos positivos e casos da doença, LIRAa (Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti), conforme diretriz do Ministério da Saúde, e, ainda, um extenso cronograma de mutirões de limpeza do Curitiba sem Mosquito.

A Central 156 recebe solicitações de pedidos de fiscalização em locais com suspeita de água acumulada. E a Central 3350-9000 tira dúvidas e faz orientações em casos de suspeita de dengue, assim como disponibiliza tele e vídeo consulta médica, em caso de necessidade. Além disso, toda a rede municipal de saúde, com suas unidades básicas, UPAs 24 horas e hospitais estão capacitados e prontos para atender.


16 – Curitiba vive uma epidemia de dengue atualmente?

A situação da dengue em Curitiba não caracteriza epidemia, ao contrário da situação vivida em vários municípios de outros estados do Brasil e interior e litoral do estado do Paraná.

Mas a proximidade destes locais e o fluxo constante de viajantes podem contribuir para um aumento de casos de dengue aqui. O viajante pode se infectar em outra cidade e, ao retornar à Curitiba, ser picado pela fêmea do Aedes aegypti, capaz de carregar o vírus e infectar outras pessoas. Por isso, é importante eliminar os criadouros do mosquito em Curitiba e, ao mesmo tempo, realizar os bloqueios nos locais em que há casos.

40 anos da Central 156 de Curitiba: do telefone discado ao tráfego de dados e voz digital

Ao longo dos últimos 40 anos, a Central 156 de Atendimento ao Cidadão percorreu um longo caminho até se tornar um moderno e eficiente call center público.

Na época em que foi criada, a internet ainda estava longe de se tornar uma realidade comercial acessível para todas as pessoas, o que só começou a acontecer no Brasil a partir de 1995.

Criado em 1984 na gestão do então prefeito Maurício Fruet, o 156 começou com o nome de Tele-Documentos, sob responsabilidade do antigo Departamento de Fazenda (atualmente Secretaria Municipal de Finanças).

De acordo com o superintendente executivo da Secretaria de Governo Municipal (SGM), Airton Sozzi Júnior, o serviço informava por telefone sobre alvarás de funcionamento e outros serviços, bem como encaminhava via correio certidões negativas de débitos fiscais solicitadas pelos contribuintes de Curitiba.

Secretária eletrônica

Em um segundo momento, a Central 156 evoluiu para receber solicitações de serviços da Prefeitura pelos curitibanos.

“No início, eram apenas seis atendentes que se revezavam em três turnos. Havia uma secretária eletrônica (gravador de fita cassete) para registrar os recados do turno. No dia seguinte, os cidadãos eram contatados pelos nossos auxiliares a fim de registrar os serviços solicitados e proceder os devidos encaminhamentos”, relembra Sozzi, que acompanhou a criação da Central 156.


Trabalho braçal

O trabalho também era mais “braçal”. Tudo era feito manualmente. Os aparelhos de telefonia usados para atendimento eram os comuns com ganchos (fones).

“Foram adquiridos seis aparelhos auriculares, em São Paulo, mas como a tecnologia da época era precária, eles estragavam facilmente e não havia conserto em Curitiba, além do reparo ser muito caro”, contou Sozzi.

Papel carbono

Os atendentes recebiam as ligações e faziam as anotações em formulários de papel, como os dados pessoais, nome, telefone, endereço e o assunto abordado.

No fim do turno, os monitores faziam algumas correções ortográficas e codificavam os pedidos por assuntos e repassavam a dois digitadores, que se utilizavam de dois terminais “IBM” para que fossem cadastrados no sistema.

“As fichas eram copiadas com papel carbono (duas vias) e encaminhadas aos diversos setores da Prefeitura com o objetivo de solicitar as providências necessárias para cada caso, bem como gerar relatórios gerenciais e de acompanhamento. Quando retornavam à Central, cadastrava-se a resposta que seria encaminhada, via correio, ao interessado, para conhecimento das providências a serem adotadas”, explicou Sozzi.

Grande salto

A prestação de serviços da Central 156 nunca deixou de evoluir, mas o grande salto em inovação foi dado a partir de 1998, quando foi criado o Instituto Cidades Inteligentes (ICI).

Para o gerente de operações do ICI, Ozires de Oliveira, a grande virada do serviço veio nessa época com a adoção do sistema digital.

“Aconteceram duas coisas que alavancaram o serviço para o grande público. A primeira delas foi que a Central 156 passou a atender 24 horas. E a segunda foi a migração do sistema de telefonia para o ambiente digital. Foram abolidos os aparelhos e o tráfego de voz e dados passou a ser digital. Fomos o primeiro call center público com atendimento 100% digital” citou Ozires. 

Chat

Como reflexo dessas mudanças, veio a implantação do chat pela internet, permitindo que cidadão pudesse interagir em tempo real com atendente.

“É uma diferença brutal com os primeiros tempos de funcionamento, quando muitas das solicitações eram recebidas por telefone e encaminhadas pelo malote para as secretarias. Havia um “gap” muito grande entre a entrada do pedido e a resposta”, comparou Ozires.

Chat e qualidade no atendimento

Com o aumento da capacidade em absorver as solicitações, em 2005, o 156 se tornou mais abrangente. Até então, integrava apenas seis secretarias e a partir dessa época passou a reunir todos os órgãos das prefeituras e também as demandas dos vereadores através do SPL – Sistema de Proposição Legislativa.

Com o suporte tecnológico evoluindo rapidamente, o olhar da gestão da Central 156 passou a focar a qualidade do atendimento
“Passamos a trabalhar a qualidade do atendimento que não era tão estruturada. Nessa época, já contávamos com 25 atendentes. Depois, começamos ampliar o quadro e alcançamos a marca de 81 operadores. Com a digitalização dos serviços estabilizamos em 94 colaboradores”, explicou Ozires.

156 na palma da mão

Atualmente, o 156 registra o pedido pelo aplicativo (app) no telefone celular ou portal e já encaminhado para o setor responsável. Este pedido é avaliado, recebe uma tratativa e gera uma resposta no próprio sistema.

“Se o cidadão não considerar a resposta satisfatória, ele pode recusar e ela é devolvida para avaliação do órgão. Essa informação é usada pela Prefeitura para melhorar o serviço e o modelo de atuação da Prefeitura e até influir no planejamento da gestão”, explicou.


12,9 milhões de atendimentos

A Central 156 de Atendimento ao Cidadão fechou o ano de 2023 com 12.922.531 atendimentos, o maior número já atingido desde a criação do serviço. A marca é 33% superior ao volume de interações verificadas durante todo o ano de 2022, que chegou aos 9,7 milhões.

Em 2023, a Central 156 atingiu índice de satisfação de 95,07% com os serviços prestados. A avaliação é resultado de pesquisa dos atendimentos realizados ao longo do ano, feita com base no indicador NPS (Net Promoter Score), métrica utilizada para medir aprovação dos clientes a partir de nota de 1 a 5.

“Hoje nós podemos dizer que o 156 caiu na boca do povo, muito em parte pela eficiência do serviço, e se tornou o principal canal de atendimento. O trabalho é tão reconhecido que a gente recebe solicitações dos governos estadual e federal. Mesmo não estando em nossa área de abrangência, nunca deixamos de passar a orientação para o cidadão”, finalizou Ozires.

Candidatos têm última semana para se inscrever no concurso unificado

Termina no dia 9 de fevereiro o prazo para inscrição no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU). Interessados em participar do certame devem acessar o site da Fundação Cesgranrio e pagar a taxa de R$ 60, para os cargos de nível médio e R$ 90 para os de nível superior. É necessário ao candidato estar inscrito na plataforma Gov.br.

Os organizadores já contabilizam mais de 1 milhão de inscrições para concorrerem às 6,6 mil vagas no serviço público. Dessas, 5.948 são para cargos de nível superior e 692, nível médio. As provas serão aplicadas no dia 5 de maio, em 220 cidades distribuídas por todas as unidades federativas.

Para se inscrever, o candidato precisa, primeiro, escolher um entre os oito blocos temáticos do concurso. Na sequência, escolhe os cargos de seu interesse, dentro do mesmo bloco temático, e coloca na ordem de preferência – primeiro entre os cargos e, na sequência, entre as especialidades.

Os editais dos oito blocos temáticos, com todos os requisitos necessários, estão disponíveis em site específico do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.

O telefone de suporte para esclarecimento de dúvidas sobre os editais, disponibilizado pela banca examinadora, a Fundação Cesgranrio, é 0800 701 2028. O funcionamento é das 9h às 17h, todos os dias da semana, inclusive fins de semana e feriados.

arte concurso unificado

Edição: Graça Adjuto

Saiba os temas que devem ser votados pelo Congresso em 2024

Em sessão solene marcada para esta segunda-feira (5), o Legislativo abre oficialmente as atividades de 2024. Na cerimônia, marcada para começar às 15h, estão previstas as leituras das mensagens dos Poderes Executivo e Judiciário enviadas ao Congresso Nacional. A mensagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve detalhar as prioridades do governo no parlamento.

Entre os projetos que devem ser discutidos neste ano no Congresso Nacional destacam-se as medidas de regulamentação da reforma tributária aprovada no ano passado. Isso porque a Emenda Constitucional 132, que instituiu a reforma tributária, ainda precisa de regulamentação via leis complementares para as principais mudanças começarem a valer.

Os projetos devem ser enviados pelo Executivo e vão tratar sobre a forma de cobrança do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS); o funcionamento do comitê gestor dos recursos do IBS; a compensação de eventuais perdas de receita para estados, Distrito Federal e municípios; e sobre os regimes diferenciados e reembolsos de créditos previstos na reforma.

Outros temas que devem ocupar os deputados federais e senadores neste início de ano são a reoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia, instituída pela Medida Provisória (MP) 1.202, e os vetos presidenciais ao orçamento, que cortaram R$ 5,6 bilhões de emendas parlamentares.

Também devem entrar na pauta de votações neste ano no Congresso Nacional a reforma do Código Civil, a regulação da Inteligência Artificial (IA), a chamada minirreforma eleitoral e medidas para a transição ecológica, como o projeto para o mercado regulado de carbono e a regulação do mercado do hidrogênio verde.

A reforma tributária sobre a renda prometida pelo governo também pode ser discutida neste ano. Além disso, a Câmara e o Senado devem analisar 20 Medidas Provisórias (MP) já editadas pelo Executivo.  

Por ser um ano eleitoral, existe também a expectativa de que temas importantes se concentrem no primeiro semestre do ano, já que o segundo semestre será marcado pelas eleições de prefeitos e vereadores, o que costuma reduzir o nível de votações na Câmara e no Senado. 

O presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que vai priorizar neste ano a alteração do Código Civil. No ano passado, o Senado instalou uma comissão de juristas para sugerir mudanças na legislação em vigor. A expectativa é que o anteprojeto seja entregue aos parlamentares em abril.

IA e Fake News

Outro tema prioritário para Pacheco e para o governo é a regulação do uso da inteligência artificial. A medida aguarda relatório do senador Eduardo Gomes (PL-TO) na Comissão na Comissão Temporária sobre Inteligência Artificial (CTIA). Na semana passada, a União Europeia deu aval as primeiras regras do mundo para inteligência artificial.

Outro tema que tem ganhado a atenção do governo federal e de parlamentares e pode ser aprovado neste ano é o projeto de lei 2630, chamado de “PL das Fakes News”, que prevê regular as redes sociais para combater a desinformação. Um texto sobre o tema chegou a tramitar no ano passado, mas teve a votação suspensa após pressão das empresas de tecnologia.

Edição: Sabrina Craide

SISU: selecionados têm até quarta-feira para fazer matrícula

Estudantes selecionados na primeira chamada do processo seletivo de 2024 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) têm até quarta-feira (7) para fazer a matrícula ou o registro acadêmico na instituição para a qual foram admitidos.

O Ministério da Educação (MEC) alerta que cabe ao candidato “observar as condições, os procedimentos e os documentos para a matrícula, bem como se atentar para os dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição, em edital próprio.”

Quem não for selecionado nesta etapa pode manifestar interesse pela lista de espera por vagas vindas da desistência dos selecionados na primeira chamada, até o dia 7 de fevereiro. A participação na lista de espera deve ser feita por meio da página do Sisu no portal Acesso Único.

“A lista de espera poderá ser utilizada durante todo o ano de 2024 pelas instituições públicas de educação superior participantes para preenchimento das vagas eventualmente não ocupadas na chamada regular”, informa o ministério.

Chamada

A convocação dos candidatos em lista de espera pelas instituições de ensino superior ocorrerá em 16 de fevereiro.

O Sisu 2024 teve única etapa de inscrição para todo ano e ofertou 264.181 vagas, em 6.827 cursos de graduação de 127 instituições públicas de ensino superior de todo o Brasil. A seleção do candidato assegura apenas a expectativa de direito à vaga para a qual se inscreveu, explica o MEC. Além disso, a matrícula ou seu registro acadêmico estão condicionados à comprovação na instituição para a qual foi selecionado.

A universidade ou faculdade deve oferecer acesso gratuito à internet para a inscrição, nos dias e horários de funcionamento regular da instituição, não podendo ser cobradas quaisquer taxas relativas ao processo seletivo.

Ministério define esta semana calendário de vacinação contra dengue

O Ministério da Saúde definirá esta semana o calendário de vacinação contra a dengue, segundo informou a ministra Nísia Trindade, em visita ao Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (5). O governo já havia divulgado que a imunização, inicialmente de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, começa neste mês nos municípios selecionados. 

“Hoje, nós vamos trabalhar com a faixa de 10 a 14 anos de idade naqueles municípios que apresentaram, nos últimos anos, o quadro mais intenso de dengue e também onde circula mais o sorotipo 2, que é aquele que está muito associado a essa explosão de casos que temos visto em algumas cidades e, muitas vezes, com agravamento”, disse a ministra.

Destacou, a seguir, que a vacina é um instrumento importante na luta contra a dengue, mas que ela não terá um efeito imediato. Por isso, ressaltou, a eliminação de água parada dentro das casas, que são focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus da dengue, é fundamental para a prevenção da doença.

“Neste momento, ela [a vacina] não oferece uma resposta para a situação atual porque ela é aplicada com o intervalo de três meses, já que é uma vacina de duas doses. Ela é muito importante, mas será uma estratégia progressiva para ter um impacto que a gente espera de controlar a dengue e, no futuro, não ter mais a dengue como um problema tão importante de saúde pública”, explicou.

Imunização

Junto com a aplicação da vacina, o Ministério da Saúde fará pesquisas em alguns locais para acompanhar a efetividade da imunização. 

“É uma vacina eficaz e segura. Mas ela terá que ter uma ampliação. O Ministério da Saúde lidera o esforço nacional para vermos a capacidade de ampliação com a vacina atual, já aprovada, da Takeda, com a vacina candidata, do Instituto Butantan, que recentemente publicou seus excelentes resultados de pesquisas de fase 3. Então, vai ser um esforço nacional”, afirmou a ministra.

arte dengue

Arte/Agência Brasil

Nísia Trindade disse que o governo federal está trabalhando em um plano para ampliar os locais de soltura de mosquitos Aedes aegypti infectados com a bactéria Wolbachia. A bactéria impede que os vírus causadores de doenças como dengue, zika e chikungunya se desenvolvam dentro do mosquito.

A ministra esteve no Rio de Janeiro para inaugurar o primeiro dos dez polos de atendimento para pacientes com suspeita de dengue que serão abertos até o fim desta semana na cidade.

Nos polos, os pacientes poderão fazer testes rápidos de detecção da dengue e receberão um primeiro atendimento, que inclui a hidratação com soro. Caso haja necessidade, os pacientes serão encaminhados para internação em unidades hospitalares. A cidade entrou nesta segunda-feira em situação de emergência devido ao aumento de casos da doença.

“O Rio teve 11 mil casos de dengue [em janeiro]. A gente chegou a 360 internações na cidade e isso tem um impacto importante na rede assistencial. Por isso, hoje a gente amplia nossa capacidade instalada visando atender todas as pessoas que tenham sintomas de dengue. A gente pede para qualquer pessoa que tenha dor no corpo, que tenha febre, que tenha dor de cabeça que procure uma unidade básica de saúde e também um dos nossos polos de atendimento”, disse o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz.

Edição: Kleber Sampaio